Rotina

Cerca de 2369 frases e pensamentos: Rotina

Sinto que esta começando tudo de novo. Essas decepções ja estão virando rotina na minha vida. Assim como um trem, você vem e depois vai embora, volta e vai embora outra vez. Afinal, é tão dfícil assim vim e ficar? Por isso eu não gosto de me apegar as pessoas, mas eu não escolhi me apegar a você. Eu não quero sempre me machucar e esperar você voltar, ja estou cansada desse tipo de pessoa, eu não quero esse tipo de pessoa para mim e eu vou fazer o possível para o meu coração entender que, infelizmente, você não é o melhor para ele. Agora eu só vou te pedir uma coisa, se for pra ir embora, vai, vai e não volta mais. Não vou permitir que você me faça sofrer de novo.

Fujo de quem me quer e quero quem de mim foge.A rotina me entedia,o desafio me fascina, o improvável me chama.

Te mandar boa noite já virou rotina, é como se eu tivesse a necessidade de cuidar de você. E pra falar a verdade, eu tenho.

O trabalho é a rotina do sucesso!

O "De vez em quando" se torna rotina.

Só sentimos falta da rotina, quando ela deixa de existir.

Nada melhor do que a rotina para rasgar o véu das falsas aparências.

Se não formos vigilantes e corajosos, continuamos na mesmice da rotina e decadência.

Se o ser humano fosse pra viver de rotina, no lugar do cerébro teria um chip.

Quando um namoro acaba o mais difícil de se fazer é retomar a rotina, as vezes você terá algumas recaídas, você vai se lembrar de momentos maravilhosos que você passou, você vai querer que volte, tudo te fará lembrar dele, os dias, as horas, o sofá aonde vocês passavam horas conversando enfrente a tv, até mesmo uma comida, uma palavra, uma risada te fará lembrar de como era sua rotina com ele, mas isso não vai voltar, então o que te resta é continuar seguindo e construir uma nova rotina, a sua rotina.

Hospital do Senhor
Fui ao hospital do Senhor fazer um "check-up" de
rotina e constatei que estava doente.
Quando Jesus mediu minha pressão, verificou que
havia baixa de ternura.
Ao medir a temperatura, o termômetro registrou 40
graus de egoísmo.
Fiz um eletrocardiograma e foi diagnosticado que
necessitava de uma ponte de amor, pois minha artéria
estava bloqueada e não estava abastecendo meu
coração vazio.
Passei pela ortopedia, pois estava com dificuldade de
andar lado a lado com meu irmão e não conseguia
abraçá-lo por ter fraturado o braço, ao tropeçar na
minha vaidade.
Constatou-se miopia, pois não conseguia enxergar
além das aparências. Queixei-me de não poder ouvi-lo
e diagnosticou bloqueio em decorrência das palavras
vazias do dia-a-dia.
Obrigado, Senhor, por não ter me cobrado consulta,
pela sua grande misericórdia. Prometo, ao sair daqui,
somente usar remédios naturais que me indicou e que
estão no Evangelho. Vou tomar diariamente, ao me
levantar, chá de agradecimento; ao chegar ao
trabalho, beber uma colher de sopa de bom dia; e de
hora em hora, um comprimido de paciência, com um
copo de humildade. Ao chegar em casa, Senhor, vou
tomar, diariamente, uma injeção de amor e, ao me
deitar, duas cápsulas de consciência tranqüila. Agindo
assim, tenho certeza de que não ficarei mais doente e
todos os dias serão de confraternização e
solidariedade.
Prometo prolongar este tratamento preventivo por
toda a minha vida, para que quando eu for chamado,
possa seguir em paz.
Obrigado senhor, e perdoe-me por tomar o seu tempo.

Não gosto de rotina. Não gosto de falsos sorrisos. Não gosto de mentiras. Gosto de pessoas sinceras. Gosto de musica e poesia. Gosto da Lua e das estrelas. Ás vezes, eu também gosto de viver.

Gostaria de desabafar, não tem com quem fazer, nem tenho como realizar. Drogas são rotina, a obliteração de meu novo eu em projeto. Busco saídas, não vejo mais alternativas.

Chorar calado, pensar quieto e desabafar com as paredes. Rotina diária de quem se faz de forte e ainda consegue colocar um sorriso no rosto, a noite chega os pensamentos assombram minha mente, quantas perguntas sem respostas, a incerteza adentra minha alma e me tira a calma, fecho os olhos volto ao inicio, sinto dor uma angústia que aperta a peito. Saio a caminhar rumo ao desconhecido, Já não existem ouvidos que me escutem, já não existem mãos que se estendam na minha direção. A vida é curta o futuro é incerto, a gente nunca sabe se vai durar uma noite, ou ano. Rodeado de vazio me acorrento as pequenas coisas que ainda me fazem ser feliz. Boa noite.

CUBO DE GELO
Dia após dia, durante anos, aquela foi minha rotina. E até hoje me pergunto: como é possível?
Levantar ir ao trabalho. Bem, eu acordo cedo, eu gosto. Seis em ponto estou pronto. Café tomado, estômago vazio. De fato prefiro mesmo tomar café no trabalho, mas pela manhã, em casa, vai bem. Pois bem, dia após dia os ônibus cheios, pessoas, carros, espelhos. Tudo tão calmo e ao mesmo tempo é desespero. Movimento com o passar dos postes diante do meu pensar distante e desinteressante, observado de canto a canto, de sereno a delirante. Uma senhora que olha e disfarça. Olho para o relógio, perto de chegar, mais um sinaleiro. Olho para trás, procuro me posicionar, posição de saída. As portas se abrem, desço. Saio por primeiro. Passo após passo pela calçada em preto e branco, os prédios, as praças, os pombos. Ah, um dia frio faz mesmo observar. Os passos parecem desacelerar, enquanto o relógio derrete o tempo. Ora, só preciso chegar! Pois tenho tempo! Estou a voltar, novamente vejo as cenas, o ônibus, os postes, a senhora que me olha com desejo, quero dizer: disfarça! Eu vejo. Como é possível? Novamente paro, penso! As pessoas em câmera lenta, e eu: desespero? Ah, esse eu neste cubo de gelo, que segredo deste olhar a delirar... Só um olhar a delirar. Será mesmo? Passam-me uma a uma – as pessoas, sim, as pessoas – e eu a perguntar: e o meu tempo? Devagar! Devo chegar, distancio-me. Dias frios fazem mesmo observar. Rio, porque em vez de ir adiante, estou indo para trás. Como é possível? Novamente, tenso, penso: dia frio faz mesmo observar. Suores na testa e como suo neste cubo de gelo. Ah, que segredo, apenas meu olhar a delirar. Nem pergunto. Mas será mesmo? Os ternos, as saias, o vento. Estala os dedos a velha senhora naquele bar. Como eu posso escutar? A brasa a queimar no cigarro do mendigo. As luvas sujas, os trajes, um pão mordido, pego sobre luvas sem dedos, e no braço uma coberta a arrastar. Novamente lembro! Preciso chegar! Eu tenho tempo, devo me lembrar! O sono vem me incomodar. Minha inquietude posta em cheque, posição: sentido! Resolvo parar! Como é possível? Sigo o caminho e isso pode ser muito... Ah, deixa pra lá. Observo idéias em linha reticente, tudo devagar de dentro de um cubo de gelo. Meu tempo! É mesmo, um dia frio faz mesmo observar.

Minha rotina é não ter rotinas.

A rotina tira o valor das coisas.

A rotina e não a razão abstrata foi o princípio que norteou os portugueses, nesta como em tantas outras expressões de sua atividade colonizadora. Preferiam agir por experiências sucessivas, nem sempre coordenadas umas às outras, a traçar de antemão um plano para segui-lo até o fim.

Saia da rotina dos casados e viva um dia especial com sua esposa. É Dia dos Namorados!

Que a paz o amor e um bom chimarrão virem rotina.