Rosto
Em um rosto de uma mulher cristã, pode encontrar um coração não cristão, porque as aparências se enganam pela maquilagem da mentira.
Muitos andam no mundo com o véu do pecado no coração, embora tenham espelhos em casa, contemplam felizes o próprio rosto.
Mesmo havendo um sorriso diante das adversidades e tribulações da vida de um cristão, vemos em seu rosto o remédio, a felicidade e a esperança de melhores dias.
Que rosto fechado, coração entristecido, lábios rachados do homem que recusam ouvir os conselhos de Deus, visto que os seus pensamentos não suportam ter uma mente controlada pelo Espírito.
Quem gostaria de ver o rosto daqueles que não creram em Jesus Cristo e na Palavra de Deus no Julgamento de Deus? Seja a resposta sim ou não todos verão as reações e o destino eterno de suas almas pelo que seus corações decidiram responder aqui na terra.
A menina que dançava
Falaram-me de uma menina,
Que enquanto descobria seu ritmo,
Pensava-se menos leve,
Que o ar que a circundava.
Seu corpo feitio de brisa,
Se deslizando compenetrado,
Já mostrava que havia canto,
Mesmo quando não escutavam.
Parece-me que seu cabelo,
Poderia ser azul esverdeado,
Como se fosse coreografia de raios,
Se estendendo em sua face.
Como a desconheço, dar-lhe-ei o nome Eduarda,
Aquela que guardou nos pés,
A dança como abrigo,
E se foi envolvendo de ritmos,
Pungidos de existência.
Assim lhe surgiram os duetos,
Com seus deleites sonoros,
E também o estrondar de tambores,
Sucedendo sinfonias.
A esperança lhe chegou,
Como um bale compassado,
Mantendo firmes os braços,
Olhando para o alto, a seguir na direção.
As vezes até parece,
Que nem sequer percebia,
Que viver também se aprende de dança,
Que o tempo faz emergir.
Dança-se no silêncio da alegria.
Na tristeza acalentada.
Descobrem-se em distintos momentos,
Cenários convertidos de linguagens.
Na há movimento sem emoção,
Pulsar alheio, sem sonoridade.
Se dança com pó no rosto,
Com o brilho de enfeites costurados.
Mal sabe essa menina, que um dia lhe contarão,
Que estava a dançar com dor e graça,
Feita melodia de passos,
A poesia dançante da vida.
Carlos Daniel Dojja
In Poema para Crianças Crescidas
Caminhei na chuva
e senti o leve toque
das gotas que molhavam
o meu rosto...
foi uma sensação gostosa
de liberdade
e lembrança da vida
que passa correndo.
Não apago teu rosto, apenas fecho nosso álbum depois de marejar as vistas de saudade.
Não apago teu rosto. Para isso teria que apagar a poesia dos meus olhos.
E fechando os olhos não apago teu rosto. Como reflexo de tal ação meus lábios balbuciam teu nome.
Os que viram os céus não podem se calar, mesmo sabendo que palavra alguma dará conta da beleza contemplada.
Tudo o que eu mais quero e preciso é que alguém me olhe nos meus olhos e diga o quanto me ama, alguém que diga que meu sorriso é lindo, alguém que me abrace, alguém que implique comigo e depois diga que eu fico lindo mesmo daquele jeito, alguém que saiba transmitir-me amor, carinho, amizade, compreensão e até quando necessário dos estalos na cara, ou uns valentes puxões de orelhas, alguém que saiba que as palavras por vezes não adiantam nada, mas ações.
Alguém que só de olhar para mim, saiba ler em meu rosto muitas vezes disfarçado de sorriso e óculos escuros, sinta com o coração e a alma que não estou bem, que me dê um abraço, que me diga, mesmo que seja baixinho ao ouvido: "Estou aqui, e vou estar sempre, juntos vamos caminhar e vamos chegar a bom porto".
Em seu rosto angelical enxergo a ternura de uma mulher, desejada pela simplicidade de encantar e corresponder todas as expectativas do homem,que consegue enxergar você como um ser diferenciado que transmite paz ao coração!
Teus lindos cachos são notáveis,
teu rosto é lindamente expressivo,
intensos são os teus detalhes
então, és uma mulher irresistível
com a tua atraente intensidade.
Não é como se o céu estivesse voando...
E entre os vagalumes, sinto o vento soprar meus cabelos exatamente como faz com o gramado diante de meus pés, enquanto os grilos cantam a canção em que minha alma escuta mais que meus ouvidos. Consigo sentir as gotas de água que escorre de meu apático rosto, são lágrimas que não vem das nuvens, mas de mim.
É como correr da luz de uma luminária com os olhos fechados... E ao abrir os olhos, espiar a lua pelo canto da janela e ainda assim, não ver seu brilho.
Eu não era assim,parece até, que hoje sou outra pessoa.
Me recordo do meu rosto no tempo passado,hoje ele é cansado e enrugado,com tristeza marcada.
Meu sorriso brilhava como diamante,nas tarde quente de sol ardente.
Até minha alma era alegre,os olhos que me via,não é o mesmo,hoje é triste caído,sem brilho e sem cílios.
Onde fiquei? No passado?
Ainda me surpreendo quando me vejo no espelho, não me reconheço,tudo foi devagar se modificando,quem nem dou conta se falo mesmo de mim.
“Todos que tiverem o privilégio de viver décadas, vão envelhecer. Não seja esnobe. Não trate ninguém com arrogância e ar de superioridade, se considerando possuir atributos dignos da sua atenção como, por exemplo, riqueza, educação e beleza, porque dinheiro pode pagar conforto em caso de doença, mas não compra a eternidade.”
#bysissym
