Romance
Águas claras caindo no chão pés descalços sob a elevação.
Dedos sem pontos unidos meus braços abertos além disso.
Estéril fuga um aceno estirado na fileira esquecida estirpe.
Noite toda barbárie gota a gota mortalmente o resoluto feri.
Rescente reacender luminar frequente sob luar estimando-se.
Cego afundará reluz espero sonhar completo refletindo espiral.
Bel-prazer adianto o inevitável o querer sem definição real.
Interceptações e negligênciais degradam a rua dentre mortais.
Brusco atirar flecha e fogo foi morto sem espectador absorto.
Ingrediente constituído sem ler o manual o listrado pijama.
Conto primeiro se despede-te fronte ao pátio protesto vigorou.
Obnubilação mestre rei e guardiã clara luz que vem logrando.
Aflora sementeira irrigando-se a passo curto prazo puro.
Ajeita sexta respectiva pinça valente balanceando o centrista.
Romancista emigrando de tempo a porta a verdadeira vida.
Ei, você aí
Espere um pouco aqui que eu quero saber
Quem é você?
Você fica aí me olhando
Mas, se te peço
Uma chance pra nós dois
Você diz que não
Quem sabe depois.
E eu
Ainda fico esperando você
Com a esperança
De um romance
Entre nós acontecer.
Diz aí,
Quem é você
Que me deixa aqui
Louco de desejo
De provar teu beijo
Diz aí,
Quem é você
Que me deixa aqui
Como o coração a mil
Afim
De explodir
"Loucuras de paixão".
@alef_joseph1
"O amor me veio como uma flecha, um feitiço, um animal interior louco e indomável que insistia em querer sair, um aroma doce e persistente de perfume. Ele me levou a lugares inimagináveis; me fez escalar montanhas e dançar por entre campos de dentes-de-leão, e me jogou do prédio mais alto possível. As vezes penso que ainda estou caindo; lutando para me segurar em alguma janela aberta."
"Seus olhos brilham mais que o céu estrelado. seu cabelo é mais bonito e cheio de vida que todos os mares que já observei; sua voz é como o silvo suave e maravilhoso do vento em dias bonitos no outono; você é meu paraíso. O lugar que quero estar nos meus dias mais difíceis."
Porta aberta
Mesmo quando você me disse
Vá, pois a porta esta aberta.
Não há nada que lhe impeça de voar
Não se prenda a mim
Siga seu vou
Mesmo quando você me disse
Que não tinha nada para me oferecer
Que não havia nada para se prender
Pois na porta
Nem fechadura mais não há
Para que se tranque
Eu entendi tudo que quis dizer
Só que você é que não entendeu
Que eu só aprendi a lhe amar
Não aprendi a lhe desamar.
Matando a saudade
Eu já matei a saudade
Milhares de vezes
Tantas foram às vezes
Que já me sinto um assassino
Mais ela sempre teima em volta
Sempre se aproveitando da sua ausência
Basta um breve momento
E já esta ela a me rodear
Como um predador
Em busca de sua presa
Por isso me desculpe
Pelas vezes que te ligue
Sem quase nada a falar
Era a saudade que eu estava a matar.
No meio
Queria esta para sempre no meio
No meio da chuva,
Da alegria
De um encontro
De um sorriso
De um Abraço
Do seu espaço
Do sues cachos
Dos altos e baixos
No meio dos seus sonhos
E porque não no meio da sua vida!
A escrita é a impressão de um aspecto da alma, que ainda que seja esquecida, de algum modo permanece. Tudo aquilo que é perene passa em algum momento pela escrita. Mesmo Platão que era muito desconfiado dessa nobre arte, permanece justamente por causa dela. Porque é verdade, que quando não se manifesta aquilo que se gera na alma, parte do que há dentro se perde. E a escrita é uma forma de não deixar-se perder jamais.
Como engolir uma maça envolvida em lâminas
Sinto-me triturado por dentro.
Estranho que não é na garganta.
E Sim no coração.
A cada batida dói cada vez mais.
A cada batida, sinto um novo rasgo de lâminas criadas pelo meu emocional frágil.
Cicatrizes internas que nunca iram se curar ou sumir.
Pior inimiga agora minha memória,
Me faz repassar cada momento glorioso com ela.
Me faz lembrar do som do seu sorriso.
Do som de seu ofegante suspiro em meus ouvidos.
Maldita memória.
Despenco dos céus como um anjo,
A dor de ser rejeitado
Me faz soltar uma lágrima de ódio...
Porque me fizeste presenciar a sensação do poder absoluto,
Se pretendia me jogar de teu coração,
Me machucando.
Sinto a dor de mil facadas em meu peito...
Apenas teu amor pode curar tal efeito...
Dizer que me ama e matar logo depois com tiro no peito.
Já senti a dor antes, mas dessa vez acertou em cheio.
Posso não me recuperar, mas nem quero tentar.
Já aceitei o fato,
De que a terei apenas em outra realidade...
Que não termine comigo assassinado.
O que é o amor se não o total sentimento de perda
Quando se vai, sinto-me em desespero
Pois não sei se a verei...
Faz menos de 2 minutos e já mandei:
"Saudades meu bem"
O pensamento eterno em um "adeus" efêmero, que retorna com um breve... aceno!
"Oi amor"
logo, me torno, novamente um bobo apaixonado.
Conexões
Saudades de quando era real. Saudades de quando nos apaixonavamos de verdade; de quando era intenso a ponto de ter arrepios em nosso corpo só de pensar naquele alguém.
Infelizmente tudo isso se tornou uma grande "mentira". Pessoas dizem amar, dizem estar apaixonadas sem ao menos sentir "borboletas" no estômago. Eu posso dizer que sim, eu realmente pude me apaixonar por alguém, eu amei, eu fui intenso. E isso tudo serviu de aprendizado. Não vale a pena, se não é recíproco não vale a pena... Poupe o seu coração, não se machuque!
Quando encontrar uma conexão em que você e a pessoa se sintam nas nuvens, seu estômago borbulhe só de pensar nela(e), lute meu amigo(a). Lute por essa pessoa. Conexões são raras, quase inexistente, valorize-as.
Se você puder amar hoje, ame!
Se puder ser intenso, seja!
Se puder ter um turbilhão de sentimentos, se sentir nas nuvens com alguém, vá até lá!
Conexões são raras...
@moisessouza73
O fim é a interrupção da reta. É quando uma constância perde a sua propriedade e se torna outra coisa. Uma coisa imutável. Imutável porque já aconteceu. É tudo que fica para trás e gera arrependimento, daqueles que machuca o peito até o dia da morte. Mas é, também, tudo aquilo que se conta aos netos com orgulho invencível.
►Ludmila
Linda, meiga, tímida e educada
Simpatizei-me ao vê-la, tão bem aplumada
Logo que a vi, despertei do mundo monótono
Sei bem que sou um garoto aos teus olhos,
Que nossas idades divergem
Tão doce aquela que vejo à tela
Apaixonei-me por uma boneca de uma antiga peça
Perdão, recortes foram feitos em minha mente
Pensando nela, logo me apressei para lapidar
Não me neguei em buscar palavras para expressar.
.
Ludmila, Ludmila é o nome
Descobri pelo acaso, tropecei em teu caminho
Responda para mim quantos anos tens?
Não me trate como um menino, por favor, não me trate
Sou adulto, não que isso baste, mas, já me tens
Maltrate-me, machuque-me... me abrace.
►Serenata
Ao quebrar daquela esquina, eu te vi
Passeando toda empoderada, desfilando
Me seduziu quando passou requebrando
Toda livre para voar, disse que apenas o céu é o limite
Eu nem mesmo pensaria em negar, quero apenas estar contigo.
.
O meu amor por você é como uma estrela
Brilha, como brilha, e sempre estará acesa
Quem me dera poder lhe dar o mundo, princesa
Olhe aqui o que eu fiz, fiz a ti um poema
Com uma rosa sobre a mesa, eu não tive problema
Pensei em você, com certeza, foi-se embora os dilemas
Minha vida está tão linda, agradeço sua companhia
Sem você do meu lado, isso tudo seria mentira.
.
Não quero continuar, mesmo que eu esteja certo
Sem minha nega para me amar, qual o sentido?
Um deserto eu vivo, como Kansas, perdi minha esperança
Acredite quando digo, você é a minha doce dama.
.
Com certeza, não duvide, e, caso combine
De herança, é o meu peito, desejo que fique
Para ti, para sorrires, para pensar em mim
Quem sabe eternizar, antes que chegue o fim
Eu te amo, falo sem medo, sem represália
De chinelo, boné discreto, blusa surrada
Sei que me amas, de todo modo, és clara a regra
Jamais verão o interior, quem cobiça o exterior
Você? Minha alma, que tanto me alegra.
