Rimas de Amor Engraçadas

Cerca de 269892 frases e pensamentos: Rimas de Amor Engraçadas

"O amor não obedece a própria expectativa"


Quer dizer que a gente não manda no amor.
A gente cria roteiro: "eu vou amar assim, na hora certa, a pessoa certa, do jeito que eu imaginei".
Só que o amor chega quando quer, com quem quer, do jeito que quer.
Ele não segue cronograma, não pede permissão, não se encaixa na caixinha que a gente fez.


Às vezes você espera sentir por alguém e sente por outro.
Às vezes você acha que superou e o amor volta em forma de saudade.
Ele é teimoso. Não obedece.


"É um mistério puro e absoluto"


Porque não tem explicação lógica.
Não dá pra medir, prever, controlar, nem entender 100%.
É puro porque vem sem interesse. É absoluto porque quando acontece, toma tudo.


Mistério no bom sentido: igual nascer do sol, igual música que te arrepia.
Você não entende, só sente.


É dizer que amar é se entregar pro que não tem regra.
Quanto mais a gente tenta controlar, mais escapa.
Quanto mais a gente aceita o mistério, mais bonito fica.


_Jane Silva


15/07/2026

⁠O Amor que pede perdão é o mesmo amor que pagou com traição o amor que recebeu

O amor é a resposta que faz as perguntas sumirem.

⁠não sou ateu, só não acredito num deus que dizem ser de amor e não vejo nas páginas onde ele mora nenhum ato de amor.

Meus filhos, ninguém jamais conseguiu atender ao amor sem corresponder primeiramente a simplicidade em si mesmo.

Depois de uma certa idade queremos apenas estabilidade paz amor.

Amor Próprio - 06/24


vida é tão circunstancial,
Que o que era estranho hj pode ser normal
E distante quem lhe foi casal
E tudo bem, tudo certo, nada de mal


Manter os braços estendidos para a amizade
E tratar o amor com total liberdade
O amor próprio é o caminho para a plena felicidade


Sobre não possuir e sim compartilhar
Momentos e vivências.... primeiro se amar
Tudo que é de dentro, nosso, nada e ninguém pode lhe tirar
O tempo é pena e é remédio, se olhe, sorria e nem me vem com essa de tédio
Livre amar e se amar.... bora lá ....Será?

pesoas com fome comem qualquer coisa,por isso o abuso pode parecer amor...

Cada canto

Da casa

Lembrava-lhe

Um canto

De amor

Saudade

E dor

O sol vai esquecer de amanhecer amanhã, pois ele me disse que o amor era mais quente que ele, mas eu disse que amanhã eu estarei só para você, então ele estará normal...

Somos pensantes ao amor que realizaremos...

Que viver e não dá passagem para eu te guiar no amor ...

Quero seu amor e não devolvo você a nenhum...

O grande problema do amor
É que hoje em dia devemos
sempre ficar de olho
Na validade dele

Quando falam de amor
O seu real sentido é estar junto
Com quem se realmente ama
Entre milhões de coincidências
E bilhões de pessoas.

⁠tem muita coisa ruim na vida
não deixe que o amor se torne uma delas

Ela não queria um amor de vitrine.
Queria um amor de dentro –
daqueles que não se prova, se habita.


“Como foi seu dia? O que doeu? O que te fez sorrir?”
E esperar a resposta como quem espera a chuva no sertão. Sabendo que ela não enche o rio sozinha, mas molha a terra.


Palavras são como abraços: se soltas no ar, viram vento; se encostadas na pele, viram casa.


Ela queria um amor que lesse o silêncio dela não como ausência, mas como calma. Um amor que não apertasse a campainha só para ouvir o próprio dedo.


Um amor que entrasse, sentasse, perguntasse: E esse cansaço? E esse poema que você guardou no peito? Mostra?


Mas ele, coitado, aprendeu a encantar antes de aprender a ficar. Ela não o julga. Ela só se lembra de que tempo é a única coisa que não se recompra.


Então ela disse, com a delicadeza de quem já cansou de berrar na tempestade:


“Se for pra ser raso, que seja limpo, sem espuma de sabão.


Se for pra ser fundo, que seja devagar, com perguntas de verdade.


Eu topo os dois. Mas não topo mais dançar sozinha no meio da sala escura enquanto você aplaude da porta.”


E guardou o vestido.


Porque, como bem sabia...


“Há flores que desabrocham mesmo sem aplauso.


E há mulheres que viram jardim sozinhas – não por falta de jardineiro, mas por excesso de vida.”


Ela virou.


Toda vez que ele não perguntava, ela plantava mais uma rosa nela mesma.


... coisas sobre Ela e Ele

"O amor não é um problema a ser resolvido. É um mistério a ser vivido. E mistério, a gente não decifra. A gente contempla."

Ele acreditava que o amor era o corpo. E eu acreditava que o corpo era o começo.


Mas o meu amor, meu amor era a fresta. Aquela coisa que não se vê, que não se toca, que só se sente quando o silêncio se senta entre a gente e olha para nós. E ele, coitado, não entendia o silêncio. Ele o preenchia com a mão, com a boca, com o peso da presença.


Mas a presença dele, quando não tem a alma dentro, é um buraco. E eu caía. Toda vez. Ele me segurava, mas eu continuava caindo. Porque ele segurava a minha mão, e a mão segura o corpo, mas a queda... a queda ela segura a alma.


E ele não sabia segurar almas.


Eu queria lhe dizer: "Você está aqui, mas o seu isso não está aqui." E quando eu falava, ele me olhava como quem olha para o mar: achando bonito, mas sem entrar. E eu queria que ele entrasse, que afogasse um pouco, que sentisse o gosto do sal nos lábios.


Em vez disso, ele me tirava da água. E dizia: "Você está segura."


Mas eu não queria segurança. Eu queria o risco. Queria que ele se perdesse em mim para que eu pudesse, enfim, me achar.


Ele faz café, ele faz amor, ele faz planos. Mas fazer não é ser. E eu sou a coisa que não se faz. Eu sou a coisa que simplesmente é. E o que é, não cabe em xícara, nem em abraço, nem em projeto. O que é, só cabe no olho nu e na palavra atravessada.


E ele não atravessa palavras. Ele as resolve.


Como se o amor fosse uma conta a pagar.




... coisas sobre Ela e Ele

Não era amor. Era o desejo de ser amor.


Eram duas solidões que se abraçavam na esperança de que o abraço se transformasse em luz. Mas a luz é dura. A luz mostra as rugas, os dentes amarelados, a poeira debaixo do tapete.


Eles não queriam a luz. Eles queriam o aconchego da mentira. Mas a vida é uma coisa que não pergunta. A vida pressiona.


E pressionada, a relação gritou.


Ela gritou com palavras bonitas e profundas. Ele gritou com ações práticas e silêncios. E o grito um do outro não era ouvido. Só a minha alma ouvia – a alma da escrita, que é a alma dos que veem o que os corpos escondem.


E o que eu vi foi isto: ele a ama com a força de quem constrói. Ela o ama com a força de quem desaba. Um constrói muros para protegê-la. Ela quer que os muros caiam para que o vento entre.


Ele não sabe que ela precisa do vento. Ela não sabe que ele precisa dos muros.


E assim, eles se amam como o dia e a noite se amam: nunca ao mesmo tempo, sempre na fronteira, sempre no instante em que um morre para que o outro nasça.


O amor deles é um parto eterno. E parto dói. Mas dói porque a vida está nascendo. E a vida? a vida é isso: a dor de vir ao mundo.


Eles ainda estão no começo da dor.


E o começo da dor, para os que não desistem, ainda pode ser o começo do mundo.


... coisas sobre Ela e Ele