Retomar uma Amizade

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Criou-se uma agenda que ocupa tudo — menos a própria vida. O sujeito se preenche de tarefas para não se encontrar, organiza o tempo para evitar o silêncio onde algo verdadeiro poderia emergir. E, nesse excesso funcional, confunde movimento com existência: faz muito, vive pouco — até que a exaustão revela, tardiamente, que o vazio não estava na falta de atividades, mas na ausência de si entre elas.

Qualquer sentimento negativo que eu tenho é uma ilusão, e a maior prova disso, irrefutável, é o momento em que estou dormindo. Quando durmo, estou em paz. Se eu não estivesse em paz, não conseguiria dormir, é simples assim. Então, o que me faz sentir mal quando acordo? A ilusão que eu mesmo crio na minha mente. A ilusão desaparece assim que percebo que, toda vez que me sinto mal, na verdade, sou eu mesmo me iludindo com um sentimento que, no fundo, não existe. O sentimento verdadeiro e real é o de paz.


Quando tento reprimir, evitar ou bloquear essa paz, é quando sinto a ilusão de sentimentos negativos. No entanto, a paz é o único sentimento que realmente existe dentro de mim, tanto quando estou dormindo quanto acordado. Basta aceitar essa paz. Ela está sempre presente, mesmo que eu não perceba, e é nela que encontro a verdade do que sou.

A contradição em que se vive é uma loucura discreta: corre-se para não perder tempo e, na pressa, entrega-se o próprio tempo ao que nada acrescenta. A urgência devora a atenção, e a atenção, dispersa, já não escolhe — apenas reage. Assim, o que se ganha em eficiência se perde em sentido. E o tempo, tratado como recurso a ser poupado, escapa justamente onde mais se tentou segurá-lo.

O desespero de um, não afeta a sociedade, mas o grito desesperado de uma multidão, abala as estruturas do universo inteiro!

Todo o poder que fecha os olhos diante de uma injustiça, cairá por cima daquilo que diz proteger!

⁠UM MINUTO DE REFLEXÃO
Assumir os próprios erros e buscar corrigi-los é uma atitude que muitas vezes se mostra difícil para pessoas que não têm caráter e integridade. No entanto, achar que os outros são obrigados a perdoá-lo apenas por laços familiares ou por você precisar manter o emprego é algo absurdo.
Antes de, de forma consciente e voluntária, cometer atitudes erradas e arriscadas, é preciso refletir sobre os princípios divinos e os valores fundamentais que, certamente, seus pais lhe ensinaram. Pensar que tudo vai dar certo, mesmo quando se atua de forma irresponsável, é se iludir.
Assuma as consequências dos seus atos — o seu chamado “B.O.” — sem tentar culpar os outros por sua ignorância, arrogância e egocentrismo.
Em primeiro lugar, aprenda a valorizar a si mesmo de forma autêntica, sem esperar que as pessoas sejam obrigadas a mostrar piedade ou compaixão. O respeito e a consideração devem vir de atitudes éticas e conscientes, e não de simples exigências baseadas em interesses pessoais.
Além disso, se aqueles que poderiam corrigi-lo de forma justa e objetiva optam por não fazê-lo — seja por compaixão ou conveniência — você acaba recebendo uma reprovação equivalente à sua própria falta. Quem realmente se importa repreende e não incentiva o erro. Dizer “Ah, mas se eu fizer isso, ele vai se prejudicar” é um engano, pois o problema já começou quando se escolheu agir errado em vez do certo. Toda ação gera uma reação; e quem sabe o que planta, não teme a colheita.
Portanto, é fundamental entender que o processo de autocrítica e de corrigir os próprios erros não só está de acordo com os princípios da ética e da responsabilidade, mas também é indispensável para o verdadeiro aprimoramento pessoal e social.
H.A.A
DEUS no comando sempre!

Quantas pessoas bonitas na internet, mas não têm nem educação de fazer uma pontuação correta nas suas frases.

Desafios


Lá fora os pássaros cantam
As árvores regigijam
Uma melodia que aquece o coração
As flores desabrocham desmontando
Todos os desafios que parecem invencíveis
Pequenas coisas mostram que incansável é
Esse olhar que brilha ao perceber o
Que se encontra entre a linha tênue
Do palpável e o imperceptível
O instinto de ser feliz.


Kaw Lima

Para viver uma grande história, é preciso vivê-la intensamente, um dia de cada vez, com uma mente intensa. O epílogo não aceita spoilers. 🕊

Não estou aqui para criticar ninguém, mas uma vírgula salva uma frase.

TÍTULO. A PLENITUDE APARENTE E O VAZIO ESSENCIAL.
A frase afirma uma verdade desconfortável, mas antiga como o próprio pensamento humano. Existem pessoas tão cheias de si que acabam completamente vazias. Não se trata de um paradoxo retórico, mas de uma constatação ontológica. Quanto mais o indivíduo se ocupa de acumular imagens, discursos, certezas e performances, menos espaço resta para o ser autêntico. A vida interior, que exige silêncio, humildade e escuta, é soterrada por ruídos fabricados para convencer o mundo e sobretudo a si mesmo de que algo ali existe em profundidade.
Filosoficamente, essa plenitude ilusória nasce da confusão entre ter e ser. O sujeito acredita que se constrói pela soma de papéis sociais, conquistas materiais, aplausos e posições morais exibidas. No entanto, tais elementos pertencem ao domínio do transitório. Eles não tocam o núcleo do existir. O vazio surge quando aquilo que deveria ser meio torna-se fim. A pessoa passa a existir para sustentar uma narrativa sobre si, e não para viver uma verdade. Nesse ponto, a identidade deixa de ser descoberta e passa a ser defendida, o que gera rigidez, medo e intolerância ao fracasso.
Do ponto de vista psicológico, o vazio interior é frequentemente mascarado por excesso. Excesso de controle, de fala, de razão, de vaidade, de exigência sobre os outros. O indivíduo cheio é, em geral, alguém que não suporta a própria fragilidade. As decepções da vida, inevitáveis e pedagógicas, não são integradas como experiências formadoras, mas interpretadas como injustiças pessoais. Surge então a amargura. A expectativa infantil de que o mundo deveria corresponder aos desejos individuais colide com a realidade concreta, que é impessoal, imperfeita e indiferente aos caprichos do ego.
A vida não é um parque de diversão. Ela não foi concebida para entreter, recompensar constantemente ou poupar o ser humano da dor. Ela educa pela frustração, amadurece pela perda e revela pelo limite. Quem não aceita isso permanece num estado psicológico de adolescência prolongada, esperando que a existência funcione como espetáculo e não como travessia. Quando a realidade se impõe com suas rupturas, traições, silêncios e despedidas, o sujeito despreparado sente-se enganado, quando na verdade apenas recusou aprender.
No plano introspectivo, essa frase convida a um exame severo. O que há por trás daquilo que mostramos. Se cessarem os elogios, os cargos, as relações utilitárias, o que resta. O vazio não se manifesta apenas como ausência de sentido, mas como incapacidade de amar sem possuir, de ouvir sem disputar, de existir sem encenação. Pessoas vazias temem a solidão não porque estejam sozinhas, mas porque, ao ficarem consigo mesmas, não encontram conteúdo algum que sustente o silêncio.
Moralmente, a plenitude falsa é perigosa. Ela gera arrogância ética. O indivíduo acredita-se superior, esclarecido, justo, quando na realidade apenas reproduz valores para autoproteção. Falta-lhe compaixão verdadeira, pois nunca atravessou o próprio abismo. Falta-lhe misericórdia, pois confunde correção com dureza. A moral que nasce do vazio é sempre punitiva, nunca restauradora. Já aquela que brota da dor compreendida tende à humildade e ao cuidado.
As decepções, portanto, não são falhas do percurso, mas revelações. Elas mostram quem somos quando o mundo não coopera. Mostram se nossa força é real ou apenas decorativa. A pessoa cheia de si quebra-se facilmente, pois tudo o que a sustenta vem de fora. A pessoa que aceita o esvaziamento interior, ao contrário, aprende a reconstruir-se a partir do essencial.
Viver é desaprender fantasias. É abandonar a ideia de que merecemos mais do que os outros ou de que o sofrimento é um erro do sistema. A maturidade nasce quando se compreende que a vida não promete conforto, mas sentido, e que esse sentido não é entregue, é escavado. Somente quem aceita perder ilusões ganha densidade humana, e somente quem suporta o vazio inicial pode, um dia, tornar-se verdadeiramente pleno.

Amor… uma coisa que todos ansiamos.
Algo leve, feliz e recíproco.
Mas também algo do qual recuamos, talvez por medo
medo de não ser sincero, de não ser verdadeiro.
Até porque, nos dias de hoje, reciprocidade em alguém é difícil de encontrar.

"Uma família sem Cristo é um pedaço do inferno aqui na terra."

Vão Livre


Eu quis a permanência.
Houve em mim um esforço mudo,
uma arquitetura de silêncios
para tentar habitar o teu mundo
e encontrar pouso entre tuas certezas.
Mas eu era areia escorrendo entre dedos:
uma presença translúcida,
leve o suficiente para não ser rastro,
apenas um sopro que atravessa os teus dias
sem mover uma cortina sequer.


Eu possuía a voz contida,
mas o sentir era um oceano em fúria.
E, no entanto, nada em ti se deixava tocar.
Fui me acomodando nas bordas,
nos recônditos onde a luz desiste,
tornando-me sombra de mim mesma
para não perturbar o teu desenho.


Até que o corpo entendeu a lição:
não era a vontade que faltava,
era o chão que não existia.
Compreendi, enfim, que o amor não é poda.
E ninguém sobrevive onde o preço do abrigo
é a própria anulação.
Ninguém se demora
onde é preciso deixar de ser
para poder estar.

Ao longo dos séculos, as máquinas passaram a conduzir a vida laboral, familiar e emocional com uma autoridade que não lhes foi concedida por decreto, mas entregue gradualmente pela própria vaidade humana. Não houve imposição — houve adesão: buscou-se eficiência, conforto, reconhecimento, e, sem perceber, transferiu-se comando. E assim, o que deveria servir passou a orientar; não por força, mas por consentimento silencioso.

No final do dia não existe uma linha de chegada. A vida não tem um fim, ela apenas tem um recomeço.

Dizem que o beija flor simboliza a cura da alma de um grande amor, que é uma claridade, um ato de graça em tê-lo por perto, uma proteção espiritual. Dizem que ele vem para trazer uma mensagem de cura para a humanidade e que é um curador de doenças emocionais. Dizem que o beija-flor nos ensina a suavidade do viver, que a proteção espiritual é certa, é forte e que seu poder é extremo. Talvez o beija-flor seja um animal de poder, talvez seja o portador de mensagens até porque dizem que, os Astecas acreditavam que os beija-flores eram a reencarnação dos maiores guerreiros, que era como um espírito, um ser que transitava entre esta matéria e o universo espiritual, talvez por serem criaturas tão livres e belas e tendo a magia de voar para cima, para baixo, para os lados e impressionante, conseguem ficar estacado no ar. Hoje eu estava em minha casa, na cozinha, sentada à mesa escrevendo um texto pensando em você Tuca, lembrando de nossos corpos se entregando nas noites infinitas, por ironia agora você está em outra dimensão... É surrealista. Mesmo assim ainda te desejo e o tenho em meus sonhos dourados e penso que um amor puro e verdadeiro não se acaba. A noite estava chegando devagar e me abraçava e a certo momento ouvi o bater de asas contra a luz brilhante, mas não ruídos de desespero e sim de suavidade. Talvez porque naquele momento estava escrevendo sobre o meu grande amor... além da vida. Meus olhos estavam inflamados por lágrimas que rolavam em minha face de menina. Eram lembranças tão vivas que eu podia até senti-las, paixão da minha vida. Dizem que em uma casa quando um beija flor adentra trás amor, saúde e felicidade e que o ser que está nesse torpor, nessa sintonia ser humano e beija flor tem um lugar especial. Dizem que ele sempre traz consigo muita sorte e vem distribuir essa alegria, na verdade é uma visita celestial, pois foi espontânea. Fiquei feliz por ter sido abençoada com uma visita tão linda e ilustre. Mas naquele momento petrifiquei-me e esperava, talvez, um beijo do meu beija flor. Imaginei quem poderia ser aquele ser minúsculo, mas ao mesmo tempo tão poderoso e celestial ou talvez quem poderia tê-lo mandado. Paixão te sinto de qualquer maneira e talvez pudesse ser você, tentando me ver e me consolar, até porque completará 13 meses que você se foi. Senti vontade de ser amiga desse beija flor, ou talvez sua amante, de convidá-lo para ficar comigo, morar comigo, ou para passar uns tempos em casa. Queria conversar com esse beija flor e conversei, carinhosamente. Disse que era bem-vindo, que podia ficar, pedi para não ir embora, mas não demorou muito para eu me tocar que se tratava de um pássaro. E pássaros são livres. Livres como eu gostaria de ser, e voam como eu gostaria de voar. Ele ficou poucos minutos, mas foi o tempo suficiente para que as minhas lágrimas secassem deixando-me feliz. A felicidade saia da minha alma, antes triste sentindo a sua falta paixão. Despedi-me do beija flor, mas já com saudades. Foi uma despedida sem beijos, mas em minha alma te senti presente Tuca! Acho que o beija flor veio somente me confortar e dizer para eu não chorar, dizer para eu viver a minha vida até nos encontrarmos. Talvez possa ter sido só um beija-flor desavisado, que entrou em minha casa por um acaso, mas pode ter sido a saudade de você, ou a inspiração que veio me visitar, decidida a ser notada e sentida. Em um certo momento como num passe de mágica, meu beija flor se foi. Todos os dias no final do dia eu o espero e tenho a nítida certeza que naquele dia talvez pudesse mesmo ter sido você paixão. E todos os finais de tarde sento à mesa, acendo a luz na intenção de atrair o meu beija flor, para guiá-lo até a mim e deixo a brisa me envolver na esperança de que ela traga você, que traga seu espírito e quem sabe transmudá-lo. Continuo sonhando, tendo você neles paixão, você é o alimento de minha alma. E nos dia seguintes ao amanhecer abro os meus olhos e acordo. Acordo para realidade presente e penso, saudade de você Tuca, mas você agora está livre, livre como aquele meu beija flor.

⁠Por que sempre
E todas as vezes
Há uma chama ardente
No meio dessa tempestade?
Mesmo que eu queira
Não consigo deletá-la
Não há como removê-la
Acho que não quero mais viver assim
Meus pensamentos estão fragmentados
Meu coração partido
A sensação de querer mais
Agrega ao ar que respiro
Tudo parece uma mentira
Parece uma ficção romântica
Escondida no meu dia a dia
Explosão
Dale da vida!
Buguei!!

⁠Tenho a mania mais deliciosa que há: ouvir músicas. Ao escutar uma música, sinto-a adentrar em mim, chegando até a minha alma e me abraçando por dentro, oferecendo seu ombro quando estou triste. A sensação é maravilhosa, aliviando o meu estresse e trazendo sorrisos aos meus lábios. Realmente, a música é uma das minhas companheiras que mais amo!

Retrato

Sempre que te retrato ao desenhar, meu lado pintor enxerga em teu rosto a face de uma mulher.