Resposta
“Você repete as mesmas coisas todos os dias porque quando a vida faz a mesma pergunta, você responde com a mesma resposta errada.”
O silêncio é a resposta das nossas incertezas, quando nos deparamos com o caminho incerto; nele encontramos nossa verdadeira identidade.
Vivemos uma vida de lutas árduas e de vitórias. Só o tempo dirá o que precisamos ouvir. Estejamos atentos, pois a resposta será exatamente o que necessitamos para o momento.
O tempo é a melhor opção. Nele, encontraremos a resposta para as nossas dúvidas e as nossas indecisões.
Às vezes não precisamos dar uma resposta. O silêncio por si só revela o que as palavras poderiam ter sido ditas.
Se dou bom dia, fico sem resposta, parece que agora isto não mais importa. Das calçadas pessoas fazem suas camas, do lixo sua comida e se tornam invisíveis aos olhos de todos. Vejo que não mais se ajoelham para orar, pois acham ser um sinal de sua fraqueza, que se sentem donos do mundo e das pessoas, mas, não são donos de suas histórias. Falam com facilidade da vida alheia, dos defeitos dos demais, e quando se é perguntado suas maiores qualidades e defeitos, a resposta não vem.
A resposta pode estar bem ali, depois da curva, onde os olhos não alcançam e bem mais perto do que a gente possa imaginar.
Reciprocidade
Almejar a resposta daquilo que se almeja , é o
mesmo que obter aquilo que se deseja ?
O ser deseja a reciprocidade.
Mas será sempre possível ser recíproco ?
Vivemos em função de respostas , realizamos desejos
alheios, realizando os nossos.
Somos recíprocos a tudo aquilo que nos convém ...
Já me perguntaram várias vezes porque vivo e vivo em Marte. A resposta é simples: tenho os meus pés firmes em Marte, nunca me senti em terra na Terra.
"Acabou de chegar a resposta do meu coração para o cérebro, mais ou menos assim: "Com todo respeito, chefe: eu agüento. Ou pode me chamar de coração mole".
Um visitante apareceu para mim
Eu estava largada, ainda transbordando esperando por uma resposta que nunca viria. Aconcheguei-me no assento relaxando com os olhos ainda fechados. Imundo! Sussurrei para um mosquito que pousou em minhas escritas. Ele olhava para mim e aquelas bolinhas azul-escuro me refletiam. O visitante me assistia de longe e não parecia ter medo de mim. O que ele estava pensando? Se eu quisesse eu poderia acertá-lo com um papel ou esmagá-lo com o bocal da minha caneta. Mas ele não recuava, nem se movia. Encarava-me de forma tão espetacular que conseguiu me deixar vidrada nele. Movimentava os “bracinhos”, se posso chamar assim. Apertei os olhos e tentei lê-lo. Não consegui. A ingenuidade e a segurança que ele me passava eram realmente incríveis.
- Que tal tomarmos um café?
Claro, não teve conversa. Ele me ignorou completamente e saiu voando pela greta da janela. Fiquei ainda um bom tempo pensando no acontecimento e ria de mim mesma ao achar ridícula a idéia de que um inseto estaria ali para me visitar. Mas por que não? Então aproximei mais a luz da minha mini-lanterna e voltei a escrever.
