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Por que as pessoas se sentem perdidas nestes últimos tempos?
Para responder a essa pergunta, é necessário saber a resposta de outra: O que perdemos?
Se não sabemos o que procuramos, não reconheceremos quando encontrarmos.
A sensação de estar imerso em um labirinto existencial, sobrevivendo pela repetição de hábitos dia após dia, é algo inerente à nossa espécie. Pensamos, raciocinamos e criamos cenários mentais diversos, cada um com suas consequências.
Essas consequências surgem porque nos perdemos durante o processo, pois nossas necessidades de manutenção nos levam a uma vida de hábitos sociais enraizados em um solo frágil, já que a sociedade é mutável dentro de suas próprias criações.
Vivemos de cenários: trabalho, estudo, família, relacionamentos, entre outros. Interpretamos diferentes papéis no teatro da vida, e a cada situação, somos um personagem. Agimos de forma esperada diante da sociedade, e embora sejamos "honestos" com o que apresentamos, isso não passa de uma máscara, pois o verdadeiro "eu" está imerso, perdido entre tantas aparências e projeções de quem realmente somos.
Para aumentar esse abismo existencial, quanto mais dinâmico o contexto social, mais máscaras precisamos usar para sobreviver socialmente. Palavras, gestos, opiniões precisam estar alinhados ao modelo social vigente para que sejamos aceitos. Conflitos de gerações são comuns, pois não há uma transição linear de uma fase da vida para outra. Um dia somos crianças, no outro, adultos, e nesse salto, crianças querem agir como adultos, enquanto adultos desejam resgatar a criança interior. O ser humano foi arremessado rumo a um mundo de vitrines, onde a aceitação é regra, e não moldar-se a esses padrões mutáveis nos deixa à margem.
Se a sociedade carrega toda essa pluralidade, é fácil perder-se ou agarrar-se a um personagem que, ao final, não representa a essência verdadeira de alguém.
Desde a infância, somos doutrinados a sobreviver neste mundo, e uma das regras de inserção é ser agradável às pessoas ao redor. Ser agradável evita conflitos e facilita a aceitação no meio desejado. Crianças, ao brincarem de serem adultas, testam seus papéis sociais, ganhando autoconfiança, vínculo e empatia, pois, assim, se conectam emocionalmente, sentindo-se parte do grupo. Esse mimetismo, parte da construção da identidade, copia até aspectos desnecessários, carregando-os pela vida.
Somos ensinados a agradar ao meio, mas quase nunca a sermos agradáveis conosco. Se fizermos um balanço da vida, perceberemos que quase toda ela foi dedicada a satisfazer necessidades alheias. Ser um bom filho, marido, funcionário, aluno, são julgamentos externos atribuídos às nossas ações, que clamam por aprovação. A ausência dessa aprovação causa sofrimento.
Somos escravos do julgo social, e, como a sociedade muda constantemente com novas metas, formas de pensar e agir, e concepções de vida, dificilmente estaremos em paz conosco. O julgamento funciona como um chicote que aceitamos como objetivo a ser atingido, e, ao final, sofremos sorrindo. A sociedade nos empurra, e nós, muitas vezes, colocamos o chicote em suas mãos.
Retirar esses grilhões autocolocados não é tarefa fácil, e talvez, no fundo, você não queira. Talvez tenha medo de descobrir o que lhe restará se todas as máscaras forem removidas, e encontrar seu verdadeiro "eu", aquele que ainda está em sua forma bruta, não moldada, não apresentada, por falta de tempo para moldá-la. Quando enfrentamos nossas fraquezas, a fragilidade nos leva a buscar segurança na autopiedade, justificando os "sofrimentos" da vida, e retornamos a um ciclo vicioso de esconder defeitos e a falta de reconhecimento de si mesmo, com máscaras que apenas tentam encobrir uma verdade: estou perdido porque não quero me encontrar.
A regra para se encontrar é simples: conheça-se a ti mesmo e aceite-se pelo que é.
Quer se encontrar? Se não, não sofra!
Pense e reflita!
Paz e bem.
Massako.
Alguém me perguntou o que fazer. Resolvi responder assim:
Tá com raiva de alguém?
Então: corta a amizade, manda ir embora, bloqueia, ignora, dá tchau, dá um fora, para de falar, some, vai fazer outra coisa, até beija o cachorro se quiser.
Só não deixa ninguém te tratar mal.
Você merece respeito.
Alexandre Sefardi
Dar um palpite serve para os burros, responder as questões e atender às exigências serve para os inteligentes.
A verdadeira grandeza da inteligência não está em responder todas as perguntas, mas em continuar se maravilhando diante daquelas que permanecem sem resposta.
A aflição de não poder responder e dizer que me senti da mesma forma.
Eu também não estava me aguentando de ansiedade de falar e dizer que fiquei tão destreinada a ponto de não saber mais nem como andar.
Nem toda paz faz silêncio. Às vezes, ela apenas ensina você a não responder ao caos.
Pepita de Oliveira
Compreenda meu silêncio
A tudo me fere silenciosamente somente posso responder até quando me permites.
A toda reação indesejada somente posso lamentar, pois o que é a vida senão um turbilhão e acontecimentos não previamente calculados ?
Em matemática a razão e a lógica dominam uma ciência que não permite nada além que fuja desse padrão, na vida, podemos aplicar a matemática sem medo, lógica e razão, o que poderia dar errado ? A reatividade!
Como serei interpretado, como o outro recebe aquilo que expresso e vivo livremente.
O Momento de introspecção no qual uso para realizar esse texto, de princípios estoicos, percebo que na vida, relações, amizades e coleguismo o que deve sempre falar mais alto é a Compreensão.
Se não há compreensão, o que de fato há ?
A tudo que me fere, analiso; pois reações externam tudo que há no interior, se no seu interior não há vontade de compreender então não há vontade de relacionar-se, não forma verdadeira.
A tudo que me chega, somente vivo o silêncio, não há que dizer, quando minhas últimas palavras foram ignoradas.
Não há como cumprimentar com alegria rasa, quando se está ferido no lugar de silêncio que me deixou.
A tudo que aconteceu te compreendo, e a mim ? Ódio e chateação ?
Aquele que compreende o outro na sua integralidade jamais viverá com o coração em tormentas, pois a empatia o resguarda.
Na praia, o vento falou teu nome, e as ondas vieram responder, como se o mar soubesse o quanto amo você.
Se me perguntarem o quanto te amo, não saberei responder. Porque medir esse sentimento seria como tentar contar as estrelas ou alcançar o fim do céu… impossível saber onde começa ou termina algo que simplesmente não tem fim.
Deus sabe exatamente quando e como responder.
Ontem, enquanto eu olhava o Instagram, percebi que uma pessoa que sempre falava comigo nunca mais entrou em contato. Naquele momento, pensei: "Nossa, fulano nunca mais falou comigo.
O que aconteceu?"
Então o Senhor falou ao meu coração:
"Fui Eu que afastei. Você precisava entender que nem tudo o que sai da sua vida é perda. Há pessoas que Eu removo porque já não fazem parte do propósito que tenho para você."
Nem toda porta que se fecha é derrota. Às vezes, é Deus protegendo você daquilo que não consegue enxergar.
As manhãs me recebem com perguntas que não sei responder. Então respondo com pequenos atos: água, roupa, café. A rotina vira tábua de salvação nas ondas das incertezas. E quando a coragem retorna, ela vem na forma de hábito. Pequenas repetições fazem com que eu me reconheça novamente.
Na Bíblia, reciprocidade é o princípio de responder ao amor, à bondade e ao cuidado recebidos com amor, bondade e cuidado para com Deus e com o próximo. Embora a palavra "reciprocidade" nem sempre apareça explicitamente nas traduções bíblicas, o conceito está presente em muitos ensinamentos.
Principais aspectos da reciprocidade bíblica
1. Amar ao próximo como a si mesmo
Jesus ensinou que devemos tratar os outros da mesma forma que gostaríamos de ser tratados:
> "Portanto, tudo o que vocês querem que os homens lhes façam, façam também vocês a eles."
— Evangelho de Mateus:12
Esse princípio, conhecido como "Regra de Ouro", é uma das expressões mais claras da reciprocidade cristã.
2. Colher o que se planta
A Bíblia ensina que nossas ações produzem consequências:
> "Tudo o que o homem semear, isso também colherá."
— Epístola aos Gálatas:7
Isso não significa uma troca mecânica com Deus, mas ressalta a responsabilidade pelos próprios atos.
3. Generosidade gera generosidade
A reciprocidade também aparece no incentivo à ajuda mútua:
> "Dai, e ser-vos-á dado."
— Evangelho de Lucas:38
A ideia é que a generosidade cria um ciclo de bênção e cuidado entre as pessoas.
4. Amor sem esperar retorno
Um aspecto importante da reciprocidade bíblica é que o cristão é chamado a amar mesmo quando não recebe nada em troca:
> "Amem os seus inimigos, façam o bem e emprestem sem esperar receber nada de volta."
— Evangelho de Lucas:35
Isso diferencia a reciprocidade cristã de uma simples troca de favores.
Resumo
Biblicamente, reciprocidade significa viver relacionamentos marcados por amor, justiça, gratidão e generosidade, tratando os outros da forma que gostaríamos de ser tratados. Ao mesmo tempo, a Bíblia ensina que o amor verdadeiro não depende de receber algo em troca, mas reflete o amor que Deus demonstra às pessoas.
Quando alguém mostrar os dentes me perguntando se a gente pode se conhecer, vou responder e perguntar. Depende, quais os métodos que você costuma usar para decepcionar?
Eu estou bem
Dizem que estou bem,
e eu sorrio sem pensar,
aprendi a responder antes
mesmo de notar,
mas teu nome ainda mora nos
cantos da memória,
feito página marcada numa
velha história.
Eu estou bem...
Pelo menos é o que digo ao vento,
quando ele leva embora pedaços
do sentimento,
mas certas saudades
têm passos silenciosos,
e voltam sem avisar nos dias
mais chuvosos.
E se um dia perguntarem
o que faltou em mim,
direi que a vida seguiu,
mas não foi tão simples assim,
porque algumas pessoas vão
embora da visão,
mas deixam residência fixa
dentro do coração.
"As escolhas são minhas.
Quem vai responder por elas sou Eu!
Então, eu escolho vivê-las, ao invés de explica- las..."
☆Haredita Angel
"Não deixe que as injustiças dos demais influencie na sua forma de responder a este mal. A maldade dos outros jamais deve justificar você de atuar igual . Seja justo sempre!"
—By Coelhinha
