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Quem é Sâmia Bemvindo?
Quando me perguntam quem sou eu, costumo responder contando quem fui e tudo o que vivi para me tornar a mulher que sou hoje.
Entre a correria do dia a dia, as saudades que carrego no peito, os sonhos deixados de lado e as renúncias feitas em silêncio, aprendi a sobreviver mesmo com a dor morando dentro do meu coração. Já conheci a solidão, o desprezo, os julgamentos, a inveja, o luto, o medo e a insegurança.
Minha vida começou a mudar no momento em que decidi viver o meu próprio tempo e enxergar a vida com outros olhos. Na escrita, sempre encontrei abrigo. Sempre gostei de escrever sobre tudo o que vivi, porque nunca fui de ter muitos amigos, nem de compartilhar minhas dores com o mundo. Então, por muito tempo, tudo o que enfrentei em silêncio foi Deus quem segurou comigo.
Até que um dia, uma pessoa muito querida segurou minha mão e disse:
“Em nossas vidas enfrentamos batalhas e desafios, mas saiba de uma coisa: minha família é sua família.”
Naquele instante, algo dentro de mim mudou. Chorei como há muito tempo não chorava. E naquele abraço invisível, comecei a enxergar a vida diferente. Passei a agradecer mais, a viver o que antes eu apenas suportava.
Para reencontrar quem eu era, precisei abrir mão de sonhos, vontades e partes de mim que ficaram pelo caminho. Mas foi exatamente nas perdas que descobri minha força.
Hoje, carrego cicatrizes que ninguém vê, mas também uma fé que ninguém destrói. Aprendi que a dor não define quem eu sou, ela apenas me ensinou a florescer mesmo nos dias mais difíceis.
Hoje eu sei quem eu sou.
Sou feita de recomeços.
Sou poesia escrita pelas mãos da vida.
E mesmo depois de tantas tempestades, continuo escolhendo florescer.
Você está preparado para viver algo novo na sua vida?
Poucas pessoas sabem responder. Porque viver de verdade exige preparo, exige coragem antes do passo e verdade antes do sentir.
Sou feita de emoções, mas elas não ultrapassam meus objetivos. Sinto intensamente, porém sigo firme. Sou decidida, e é dessa decisão que nasce meu carisma.
Quando digo que sou como a Mega-Sena na sua vida, não é exagero, é consciência. O que é raro não se repete, o que é valioso não aparece toda hora.
Eu espero amor. Espero rosas. Espero um ar leve de felicidade que permaneça. Quero alegria que fique, que não precise ir embora para ser lembrada.
Não me apego ao que é raso. Sou desapegada do que não é verdadeiro. Não insisto quando percebo que minha presença é apenas momento e não escolha.
Eu me afasto. Prefiro ser o erro na história de alguém do que viver sabendo que fui apenas útil. Porque quem é inteira não aceita ser usada, nem esquecida, nem tratada como opção.
E eu sou inteira.
Não devemos responder as perguntas do universo,devemos responder as perguntas de nossa existência,porque enquanto vivermos,nunca saberemos qual o sentido de existir.
Ser maltratado e responder com caridade é a maior vitória que um homem pode alcançar sobre a ignorância.
Você vivia me pedindo para te esquecer e eu insistia tanto que você parou de responder todas as minhas mensagens. Eu fiquei sem saber o que fazer, vivia te pedindo desculpa sem ter culpa e você só me maltratava, chamava-me de lixo e eu aceitava. Só agora que eu fui perceber que eu tava perdido em você, deixei de ficar com várias garotas porque tinha medo de perder você, mas, na verdade, quem tava se perdendo era eu. O pior de tudo foi quando te vi com o meu amigo, aí o meu mundo fechou, aí o meu coração despedaçou de vez, aí decidi te esquecer. Demorou bastante, mas finalmente eu te esqueci, te excluí da minha mente, comecei a sair com outras garotas, evitava-te só para não lembrar de você. Essa foi a melhor maneira de ter te esquecido. Hoje eu tô feliz depois de muito tempo.
Você não precisa fazer barulho.
Mas precisa responder ao chamado.
Porque aquilo que Deus te deu só faz sentido quando é ofertado.
Quando vira ponte.
Quando vira colo.
Quando vira cura pra alguém.
Seu dom é um presente com destino.
E o mundo está à espera da sua entrega.
Você floresce — e espalha perfume.
Você se doa — e algo se transforma.
Não esconda o que é luz.
Deixe brilhar.
Não pra você aparecer,
mas pra que Deus seja visto através de você.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
"A OMISSÃO é um grande defeito, se alguém te acionar, o melhor é responder, mesmo que a resposta não agrade aquele que te enviou"
"A IA poderá responder milhões de perguntas; mas continuará sendo o homem quem decidirá quais perguntas merecem ser feitas."
(Osman Matos, séc. XXI)
“O ego quer controlar a realidade; a consciência aprende a responder a ela.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O mundo pode gritar, mas a alma treinada aprende a responder sem precisar gritar de volta.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Responder em vez de reagir é uma das formas mais silenciosas de liberdade.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Mesmo quando a pessoa pergunta quem somos, o amor pode responder sem palavras: eu continuo aqui por você.”
Do livro Alzheimer — Se Eu Não Lembrar, Me Abrace Mesmo Assim. Eu Ainda Estou Aqui, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Cada vez está mais fácil responder
Óbvio que sabemos a verdade
Poucos realmente escrevem
Isso mostra a força da distração
A prioridade não é o humano, é a tomada do retângulo.
O mesmo Deus que "demora" para responder suas orações, é o mesmo que não te pune de imediato quando você peca.
Por que as pessoas se sentem perdidas nestes últimos tempos?
Para responder a essa pergunta, é necessário saber a resposta de outra: O que perdemos?
Se não sabemos o que procuramos, não reconheceremos quando encontrarmos.
A sensação de estar imerso em um labirinto existencial, sobrevivendo pela repetição de hábitos dia após dia, é algo inerente à nossa espécie. Pensamos, raciocinamos e criamos cenários mentais diversos, cada um com suas consequências.
Essas consequências surgem porque nos perdemos durante o processo, pois nossas necessidades de manutenção nos levam a uma vida de hábitos sociais enraizados em um solo frágil, já que a sociedade é mutável dentro de suas próprias criações.
Vivemos de cenários: trabalho, estudo, família, relacionamentos, entre outros. Interpretamos diferentes papéis no teatro da vida, e a cada situação, somos um personagem. Agimos de forma esperada diante da sociedade, e embora sejamos "honestos" com o que apresentamos, isso não passa de uma máscara, pois o verdadeiro "eu" está imerso, perdido entre tantas aparências e projeções de quem realmente somos.
Para aumentar esse abismo existencial, quanto mais dinâmico o contexto social, mais máscaras precisamos usar para sobreviver socialmente. Palavras, gestos, opiniões precisam estar alinhados ao modelo social vigente para que sejamos aceitos. Conflitos de gerações são comuns, pois não há uma transição linear de uma fase da vida para outra. Um dia somos crianças, no outro, adultos, e nesse salto, crianças querem agir como adultos, enquanto adultos desejam resgatar a criança interior. O ser humano foi arremessado rumo a um mundo de vitrines, onde a aceitação é regra, e não moldar-se a esses padrões mutáveis nos deixa à margem.
Se a sociedade carrega toda essa pluralidade, é fácil perder-se ou agarrar-se a um personagem que, ao final, não representa a essência verdadeira de alguém.
Desde a infância, somos doutrinados a sobreviver neste mundo, e uma das regras de inserção é ser agradável às pessoas ao redor. Ser agradável evita conflitos e facilita a aceitação no meio desejado. Crianças, ao brincarem de serem adultas, testam seus papéis sociais, ganhando autoconfiança, vínculo e empatia, pois, assim, se conectam emocionalmente, sentindo-se parte do grupo. Esse mimetismo, parte da construção da identidade, copia até aspectos desnecessários, carregando-os pela vida.
Somos ensinados a agradar ao meio, mas quase nunca a sermos agradáveis conosco. Se fizermos um balanço da vida, perceberemos que quase toda ela foi dedicada a satisfazer necessidades alheias. Ser um bom filho, marido, funcionário, aluno, são julgamentos externos atribuídos às nossas ações, que clamam por aprovação. A ausência dessa aprovação causa sofrimento.
Somos escravos do julgo social, e, como a sociedade muda constantemente com novas metas, formas de pensar e agir, e concepções de vida, dificilmente estaremos em paz conosco. O julgamento funciona como um chicote que aceitamos como objetivo a ser atingido, e, ao final, sofremos sorrindo. A sociedade nos empurra, e nós, muitas vezes, colocamos o chicote em suas mãos.
Retirar esses grilhões autocolocados não é tarefa fácil, e talvez, no fundo, você não queira. Talvez tenha medo de descobrir o que lhe restará se todas as máscaras forem removidas, e encontrar seu verdadeiro "eu", aquele que ainda está em sua forma bruta, não moldada, não apresentada, por falta de tempo para moldá-la. Quando enfrentamos nossas fraquezas, a fragilidade nos leva a buscar segurança na autopiedade, justificando os "sofrimentos" da vida, e retornamos a um ciclo vicioso de esconder defeitos e a falta de reconhecimento de si mesmo, com máscaras que apenas tentam encobrir uma verdade: estou perdido porque não quero me encontrar.
A regra para se encontrar é simples: conheça-se a ti mesmo e aceite-se pelo que é.
Quer se encontrar? Se não, não sofra!
Pense e reflita!
Paz e bem.
Massako.
Alguém me perguntou o que fazer. Resolvi responder assim:
Tá com raiva de alguém?
Então: corta a amizade, manda ir embora, bloqueia, ignora, dá tchau, dá um fora, para de falar, some, vai fazer outra coisa, até beija o cachorro se quiser.
Só não deixa ninguém te tratar mal.
Você merece respeito.
Alexandre Sefardi
