Respeite meu Jeito
Aprecio muito o futebol, mas o meu amor verdadeiro está voltado para as pessoas. Por essa razão, não consigo me permitir chorar por algo que não possui emoções ou sentimentos.
Para todos os amores que tive
Para todos os amores que tive
Deixo um pequeno recado
No meu coração pra sempre estarão guardado.
Para todos os amores que tive
Escrevo uma pequena canção
Eu os amei, mas o “para sempre”
Foi só ilusão.
Para todos os amores que tive
Vocês foram como a onda do mar
Vieram até a mim, mas tiveram que voltar.
Para todos os amores que tive
Um sincero obrigado
A partida foi doída
Mas serviu de aprendizado.
Ainda gela meu peito o sentimento da sua fragrância de Acqua fresca, embora a pouca habilidade de entender os motivos que a fizera se afastar de mim naquele momento, o que me fez tão pequeno, mas não menor que a capacidade de compreender o fato de que, nem todas as coisas nas quais nos empenhamos deem certo.
"O que era apenas uma concha" - Tuas águas ainda fluem no meu peito, guardada no silêncio das profundezas do oceano pode ouvir a minha voz, porque ainda sou onde o mar deságua os teus pensamentos.
Não espere por mais sinais... meu respeito pelo seu direito de não acreditar, não me desobriga de te avisar: o Filho do Homem está voltando!?
Velejando entre a saudade do que foi e a dor do que não poderá mais ser, cá está, partido, o meu coração.
Ainda há tanta Podridão a ser retirada de mim, que se não fosse a Misericórdia de Meu Pai, indubitavelmente eu Temeria pelo que pudesse sobrar depois disso.
Nas minhas Orações a Graça me alcança ao poder Falar com o Meu Pai!
Nas Reflexões, por poder Escutá-lo!
Posso não ser pago para oferecer o meu melhor, mas somente oferecendo-o, poderei me indignar com isso.
Sei que vai parecer clichê, mas o futuro é incerto. Digo isso em meu caso particularmente, com 33, cheio de dores, físicas e mentais. Lá na frente, só consigo enxergar o que vivo no presente.
A sensação que me dá é que, nas minhas costas, carrego todo o peso da alma, caminhando sozinho. Meus pensamentos se perdem no ar. Carrego memórias de um corpo que não responde e de dores que não cessam, como se estivesse forçado a suportar
um universo inteiro de angústia sem trégua. Mesmo quando falo, sinto que minhas palavras se desfazem antes de alcançar alguém, pois o mundo se move tão rápido que minha dor soa inaudível no eco da normalidade alheia.
Chorar não adianta mais. Eu e meu choro fazemos companhia um ao outro.
Já chorei até não sentir mais nada, as lágrimas se esgotaram, deixando apenas um vazio duro. Hoje, o choro é como um amigo que visita minha face sem quase derramar gota, ele lembra o tanto que tentei e falhei em encontrar alívio na própria tristeza.
A densa aura visível
afastaria olhares impacientes.
E, em pétalas de silêncio,
meu isolamento floresce.
Força não é silêncio infinito. Entre a armadura e o pranto contido, Deus sorri ao meu desabar em segredo.
Nos dias cinzas, a chuva é meu eco frio, um sussurro da cachoeira que conheci, onde mente e céu choram juntos, e a tristeza vira um abraço silencioso.
