Respeite meu Jeito
Fazer o certo não te protege da maldade do mundo. O mal perdura. E meu trabalho é vigiar isso.
Meu amor e mãe dos meus filhos, quero agradecer por você sempre encher a nossa casa de carinho e felicidade! Você é uma inspiração pra nossa família!
Antes de ti, o mundo era sombrio e pálido, agora resplandece em cores! Meu coração te ama com a paleta da eternidade.
Ei, meu bem! Não esquenta com isso não... a gente não manda no coração, ele que sabe o que faz!
Enquanto ele quiser viajar nas lembranças, deixa ele curtir. Logo, logo uma nova paixão chega pra mudar os planos dele, você vai ver!
Súplica (soneto III)
Há uma prosa jacente que mascara
O meu poetar sentimental e sedutor
Revirando aquela saudade tão cara
Sumida nas embirrações dum amor
E nesta dura aflição, molesta e avara
Que deixa na boca o tal gosto traidor
Rola sensação picante que não para
Porque não para a poesia com temor
Ah! Sentimento, por que tanto sente
Por que um coração por afeto mente
Tornando mais dorida a trova inteira
Te suplico! -vem silenciar o momento
Cala meu versar, dispersa-o ao vento
Deixai-me manso da minha maneira!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
22 agosto, 2023, 20’37” – Araguari, MG
Meu último poema:
Nas asas do tempo, um adeus se esvai,
No eco do silêncio, a saudade cai.
Palavras não ditas ficam a pairar,
No espaço entre nós, a emoção a vibrar.
No abraço apertado, sentimentos se entrelaçam,
E nas lágrimas contidas, os corações se abraçam.
É uma forte despedida, mas também um novo começo,
Um ciclo que se encerra, mas deixa seu apreço.
A estrada se estende, rumos diferentes a trilhar,
Mas o que foi vivido sempre irá perdurar.
No peito a saudade, no olhar a lembrança,
Uma despedida marcante, que o tempo não cansa.
Que o vento leve os suspiros da separação,
E traga de volta a doce sensação.
Que mesmo no adeus haja um brilho de esperança,
Pois a vida é feita de despedidas e bonanças.
Assim, seguimos adiante.
Uma história escrita com carinho e calor,
Na jornada da vida, o adeus é apenas um ponto de amor.
Bye Vander Hacher
É verdade, que entre o meu eu lírico e eu, abriu-se um abismo. E na tentativa de nos entender, percebemos que há também entre nós, um moinho. Este, alterna-se com o abismo. E entre a distância -entre nós, e o moinho que nos mistura, estão os mais eloquentes versos.
Meu coração está desejoso de boas novas, de tudo que flutua no peito.
Sou feita de nostalgia, de captar coisas boas que já se passaram.
Eu não me importo de vez em quando destravar o cadeado e abrir aquela caixa de memória.
Muita coisa foi colocada à prova. Muita coisa eu não renovei. Mas acho que remocei, acho que aprendi a subtrair a dor e a dispor de mais calor humano.
Eu insisto nas coisas em que acredito, insisto em mim.
Não está tarde, não está cedo. Não sei qual o próximo sentimento, mas sei que aqui dentro é bom, ainda é algo que me faz crescer.
Por vezes, sou ingênua, insegura, inconstante.
Mas nada como dar um passo por vez. Vou aprendendo aos trancos e barrancos sem sucumbir.
A cada dia mais eu compreendo as coisas que coloco em meu amém.
@amiga100juizo✍️
Minha Saudade
Já estou com saudade de você, meu desejo,
com saudade do mel, do seu beijo.
Já estou com saudade do seu cheiro,
impregnado na casa, cama, travesseiro,
Já estou com saudade do seu olhar, interesseiro,
dos seus risos, gritos, gemidos, devaneios,
do seu sopro, toque, leve e ligeiro,
que me provoca arrepios pelo corpo inteiro.
Decido direcionar minha energia apenas para aquilo que encontra eco e reciprocidade em meu caminho.
Meu quebra-cabeça
veio com uma peça faltando
Mas só descobri qual faltava
Quando a maior parte,
montada estava
Enquanto de mim, pouco sei
Muitos encaixam
Quando mais de mim eu soube
Só um encaixou
Minha doce Pequena,
Dona de uma alma serena.
Do meu jardim és a rosa mais bela,
Do meu amor é a expressão mais singela…
