Remorso do Filho Ingrato
Maurício Joanol
Homem de fibra, de coragem que gostava de ser durão. Filho de Maurícia e Estevão, viveu plenamente e cumpriu sua missão.
Sabemos que iremos sentir sua falta, do beato de novelas que gostava de brigar coma guria malvada, do fâ nº 1 da telesena que não teve a sorte de receber o tão sonhado prêmio do Silvio Santos, do jogador nato de pontinho e escova, que acabava inventando suas próprias regras...
Neste dia sabemos que os anjos vieram buscar suas alma, que agora está feliz e descansada. Sabemos que não será fácil continuar a jornada, mas temos consciência que faz parte da vida: nascer, crescer e morrer...
Gostaríamos de ouvir mais uma vez seus assovios, mas agora eles fazem parte do coral lá do céu.
Descanse em páz Maurício Joanol e obrigado por ser nosso pai, marido, avô e bisavô.
Esta é uma homenagem de sua Neta Paula e de todos seus familiares.
O NOSSO ADEUS.
Encontrar a paz em meio a dor é a maior riqueza.. a verdadeira herança na vida de um filho de Deus!!!
Soneto a meu filho, José Messias, e para que agracie sempre a minha vida.
Sem programação alguma foste gerado
Dois apaixonados, sem pensar em consequencias
Ainda enamorados, e com muita inocência
Semearam tua vida e ficaste aconchegado.
À boca da noite, quando chegaste, imaculado,
Fizeste desaparecer toda agonia, com veemência
Através D'ele, o Deus da Providência
Que te deu a mim, perfeito e delicado!
Para os outros, és uma criança ainda,
Para mim, o serás por toda vida
Que sejas homem e virtuoso!
Quero estar contigo no lazer e na lida
E nunca, jamais me deixes sem guarida!
Vives! Pois, o Senhor te guarda e te abençoa...
Filho: Pai, o que eu faço para conquistar uma mulher?
Pai: Você tem que mostrar que é durão.
Filho: Mas pelo o que eu vejo pai, as mulheres gostam de homens carinhosos, brincalhões, legais, e não uns idiotas que tentam ser uma pessoa que não é.
Dê ao teu filho amor, carinho e educação,
sendo assim, ele tornar-se á digno e preparado para viver.
Para manter-se o corpo, só dependerá de si mesmo.
O amor de um pai para um filho é incondicional, eterno, soberano! Já o amor entre um homem para uma mulher é passageiro, fugaz, volátil.
Ser filho de Deus importa três requisitos: o amar de todo coração, ter à vida consagrada a cristo e se despojar.
Sou o que seria não fosse o que sou
De mim sou filho, pai, neto e avô
Mudo, fico: às vezes “e” às vezes “ou”.
Saiba que emntir e omitir são a mesma coisa, e não desmembre o sentido ao pedir que seu filho omita, para livrá-lo.
Não importa pra onde corras deus e o diabo estão sempre em você, um por que você é filho, e outro por que voce é irmão. Agora é você quem escolhe a quem quer ouvir.
Diante do Universo...
Pai, o sol é maior que a terra?
Sim, filho, é maior, bem maior.
Que tamanho? Quanto, papai?
Que tal buscarmos na internet?
E a incrível máquina em ação:
Aparecem dezenas de imagens
Belíssimas, lembrando o quanto
Somos minúsculos, pequenos...
Meu Deus, o sol é grande, pai!
E é apenas mais uma estrela...
Dentre incomensuráveis outras.
Como é, pai? Income... o que?
O que é difícil de contar, filho.
Como nossos dias, esperanças...
Chega de Miséria?...
Passeava com meu filho.
Tomávamos sorvetes...
De longe, vi você sentar.
E na calçada se abancou.
Ao passarmos por você,
Nos olhamos nos olhos.
Mas os seus eram vazios.
Ou melhor, estavam secos.
Sedentos por alguma luz...
Corpo e alma num deserto.
Sem esperanças aparentes.
Qual a razão da sua miséria?
Não importa... O que espanta
É a indiferença. Quer um teco?
Quem nunca teve um filho para amar não sabe como é amar um filho, pois se olha para uma criança verás que a vida ela nos dar momentos lindo de amar e ser amado.
Sou feliz por ser pai e amar meu filho que é minha semente, que é minha semelhança pois da mesma forma o amor e recipro de pai para filho.
Qdo amamos um filho, amamos o q é extensão de nós mesmos...isto explica a dor imensa q sentimos ao vê-lo sofrer...[:o]
Havia numa aldeia o filho de um comerciante chamado Jirnadama, que depois de despender loucamente toda a sua fortuna pensou em ir para outro lugar.
Porque bem se diz que:
“Não tem dignidade aquele que, tendo gozado de toda sorte de satisfação em sua aldeia e em seu país enquanto foi rico, nela ou nele continua de arruinado”.
Tinha o rapaz, em sua casa, uma grande balança de ferro que seus antepassados haviam comprado. Ao partir, deixou-a depositada na casa de um comerciante e tomou o caminho de outro país. Durante muito tempo viajou por estranhas terras, e quando regressou à sua aldeia procurou o depositário da balança, perguntou-lhe:
- Queres dar-me a balança que deixei em tua casa?
O outro respondeu:
- Tua balança já não existe. Os ratos comeram-na.
Jirnadama comentou, então:
- Se foi assim, não tens culpa. Tal é o mundo: aqui nada existe que seja eterno. Vou tomar banho no rio; deixa que teu filho venha comigo para ajuda-me a levar os utensílios de banho.
O depositário, temendo algo por parte do outro, disse a seu filho:
- Querido, teu tio vai banhar-se no rio. Acompanha-o para levar-lhe os utensílios.
O menino pegou os objetos que devia levar e acompanhou o recém-chegado. Feito isso, Jirnadama, depois de banha-se, fechou o menino numa gruta que havia junto do rio, cobrindo a entrada com uma grande pedra. Então voltando correndo para casa, onde o comerciante, ao vê-lo só, exclamou:
- Onde está meu filho?
- Um Falcão carregou-o da beira do rio – respondeu o outro.
- Embusteiro! – disse o depositário. – Como pode um falcão carregar um menino? Responde-me e devolve-me meu filho, do contrario irei denunciar-te à Justiça.
Disse o outro:
- É verdade: se os falcões não podem carregar um menino, também os ratos não podem comer uma grande balança de ferro. Devolva-me pois, a minha balança em troca de teu filho.
Assim disputando, chegaram à Casa da Justiça, onde o depositário bradou a altas vozes:
- Um crime! Um crime! Este ladrão roubou meu filho!
Então os juízes disseram a Jirnadama:
- Devolve o filho deste homem.
- Mas como posso fazer tal coisa? Um Falcão carregou levou-o da beira do rio.
Ao ouvir aquilo os juízes bradaram:
- Não dizes a verdade! Como pode um falcão carregar um menino?
E Jirnadama disse:
- Senhores, ouvi o que vou dizer: Onde os ratos comem uma balança de mil libras de ferro, que há de estranho no fato de um falcão levar consigo um menino?
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