Religião e Fé
Se se pudesse retirar o véu das religiões você veria o que ela de fato é: Uma busca desenfreada para dominar a vida das pessoas.
As religiões, empresas e nações comportam-se como os primeiros seres vivos: Multiplicam-se incessantemente sem nenhum motivo. O problema é o planeta é pequeno demais para todos esses replicadores.
A mulher é a geradora da vida e sendo o cristianismo contrário a vida logo tratou de humilhar as mulheres.
As religiões mais tolerantes são as politeístas que ao acreditar em vários deuses também admitem que outras religiões são válidas.
A doutrina do livre-arbítrio cristão é uma falácia, pois segundo o livro Apocalipse os que possuem o nome escrito no livro da vida é que serão salvos, em detrimento de milhões condenados ao lago de fogo e enxofre.
Se é através dos frutos que se reconhece a natureza de uma árvore, então o que de bom existe no fanatismo religioso presenta na maioria das crenças.
No momento que a humanidade substituir as vias religiosas pelo Caminho do amor, Deus deixará de ser uma crença e passará a ser uma experiência.
As tradições herdadas sem o crivo do discernimento, as crenças adotadas sem a elucidação da consciência e os sistemas absorvidos sem o filtro do Amor, é a receita básica para a zumbificação do ser.
SOU O CAMINHO A VERDADE E A VIDA.
Vejo no horizonte se aproximar a tempestade assim como vejo no homem aproximar-se da maldade. Como no ímpeto da natureza não prevemos a catástrofe, o que difere do homem apesar de toda a sua potencialidade, não cremos de onde surge a sua capacidade.
Tentamos prever o clima e o que dele antecede, mas não conseguimos captar do homem o que dele procede, tal insignificância são os atos que se tornam banais os fatos. A natureza pode ser ignorante ou talvez sábia o bastante mata aos milhares devasta sem piedade.
Mas e o homem? Que se julga vida inteligente que mata seu semelhante e se sente indiferente. Não há remorso nem arrependimento pelas atrocidades que cometem sem lamento. Entretanto, revoltamos contra os céus a força de seus elementos, questionamos a Deus sem argumentos, mas não compreendemos o seu intento que se revela na fúria de seu descontento, por ter dado ao homem um mundo e fez dele seu sucessor, e este se tornaram imundo obcecado pelo poder e não reconhece seu criador. O homem Tenta pela ciência explicar sua existência, rejeitando acreditar na força que o criou, mas no mínimo sofrimento manifestado na fúria da natureza diz a humanidade que Deus o abandonou.
Até quando iremos presenciar essa nossa capacidade de dissimular que somos nós merecedor da misericórdia Daquele que de tudo é o fundador. De Deus não conheço seu pensamentos e não sei por que não nos destrói, porém fez-nos do pó da terra e sabe que das propriedades de nossas moléculas há o metal que nos corrói. Temos um fim que não é distante e por isso nos dá a chance de redimirmos dos pecados que doravante precede de nossa natureza ignorante, mas isso nãos nos escusa de seguir um caminho errante, pois o próprio Deus enviou um caminhante que de si mesmo fez-se o caminho para que você através dele ande.
Não uso dreads por estilo nem tampouco por ideologia.Não é deboche da sociedade muito menos chamar atenção. Nada a ver com magia, nada a ver com religião. Talvez a coroa de uma boa intenção ? Não sei... Embaraço o meu cabelo e desembaraço essa ideia.Não espero que entenda pois é difícil até p'ra mim.Tudo que faço nesse mundo,só faço porque estou afim...
Estamos trancafiados,
Nas grades do vitimismo.
Trancados na prisão do preconceito.
Pessoas fechadas, bocas caladas,
Mídia aberta.
Alineados,
Levados pela mídia.
Pessoas sem liberdade,
Que engolem a dor, opiniões,
A força!
Ninguém é obrigado a aceitar,
Ninguém pode ficar calado.
Cada uma pensa de jeitos diferentes,
Vive diferente, sofre diferente.
Não obrigue as pessoas
A aceitarem sua razão, a sua opinião.
Geração de pessoas fracas,
De mentes fracas.
Levadas pela mídia, pela mídia.
Fica na tua, viva na sua opinião,
Na sua religião,
No seu gênero.
Viva a sua...
...Vida!
Sem pretender complicar as coisas, devo, no entanto, admitir que o ser humano tem necessidade de atribuir sentido à sua existência.
Ao que eu saiba, gato, cachorro, cavalo, macaco, não têm necessidade disso. Começa que, ao contrário do bicho-homem, não sabem que vão morrer. E aí está todo o problema: se vamos morrer, para que existimos?, perguntamos nós, sejamos filósofos ou não. Aliás, é por essa razão que surgem os filósofos, para responder a essa pergunta de difícil resposta.
Em busca de soluções, o homem inventou Deus, que é a resposta às perguntas sem resposta. Por isso mesmo, e não por acaso, todas as civilizações criaram religiões, diferentes modos de inventar Deus e de dar sentido à vida. Há, porém, quem não acredita em Deus e busca outra maneira de dar sentido à existência, à sua e a do próprio universo.
Esses são os filósofos. Mas há também os que, em vez de tentar explicar a realidade, inventam-na e reinventam-na por meio da música, da pintura, da poesia, enfim, das diversas possibilidades de responder à perplexidade com o deslumbramento e a beleza.
Há, porém, quem dê sentido à vida empenhando-se nas pesquisas científicas, nas realizações tecnológicas e nas produções agrícola, industrial ou comercial. Também existem os que encontram esse sentido na ajuda aos outros ou na dedicação à família.
Qualquer uma dessas opções exige do indivíduo maior ou menor empenho, conforme as características de sua personalidade e as implicações da opção feita. Por exemplo, se a opção é no campo da arte, os problemas que surgem podem conduzir a um empenho que às vezes implica numa entrega limite, que tanto pode levar à realização plena como à frustração do projeto.
Diversamente, no plano político, por envolver um número considerável de indivíduos, o sectarismo ideológico tem consequências graves, às vezes trágicas. O exemplo mais notório é o nazismo de Adolfo Hitler, que levou ao massacre de milhões de judeus e a uma desastrosa guerra mundial. Mas houve outros exemplos de sectarismo ideológico, como o stalinismo e o maoismo, de lamentáveis consequências.
No plano da religião, então, por adotar muitas vezes a convicção de que ali está a verdade revelada, tanto se pode alcançar a plenitude espiritual como render-se ao fanatismo intolerante, a exemplo do que ocorreu, no século 13, com a Inquisição, quando a Igreja Católica criou tribunais para julgar e condenar os chamados hereges. Eles eram queimados vivos na fogueira, já que teriam entregue suas almas ao Diabo. A religião é, certamente, o campo propício ao surgimento da intolerância intelectual, precisamente porque ela se supõe detentora da verdade absoluta, da palavra de Deus. Hoje, temos, nesse campo, a atuação fanática do Estado Islâmico.
Mas voltemos à necessidade que temos todos de dar sentido à nossa vida. Generalizando, pode-se dizer que o bicho humano, para ser feliz, necessita de uma utopia. No século 20, para muita gente, essa utopia foi a busca da sociedade fraterna e justa, concebida por Marx e que, sem se realizar plenamente, extinguiu-se. A consequência disso é que, hoje, vivemos sem utopia, o que atinge particularmente os mais jovens.
Sem dúvida, a maioria deles, de uma maneira ou de outra, encontra seu caminho, um sentido para sua vida. Mas há os que, por uma razão ou por outra, tornam-se presas fáceis de uma opção radical, como a do fanatismo islâmico que, além de lhes oferecer um rumo –uma espécie de missão redentora–, atende a seus ressentimentos. A isso se somam muitos outros fatores, como as raízes étnicas, a descriminação, a frustração social e, sobretudo, um grave distúrbio mental.
DEUS ESTÁ MORTO?
Vejo no Facebook, grupos apologeticos da filosofia nietzschiana afirmar: "Aqui não discutimos religião!" Mas, que se propõem a ridicularizar Deus, com a nefasta frase do ateu mais famoso do mundo - Friedrich Nietzsche: "Deus está morto!" Na verdade parece-me que eles simplesmente não querem ser confrontados, mas querem provocar. Já que não querem discutir religião não deveriam provocar as mentes religiosas atacando Deus. Todos sabem que as pessoas religiosas não suportam ouvir maledicências sobre Deus, sobre a religião, sobre os religiosos, e sobre as igrejas, assim como os ateus não suportam ser julgados pelas mentes religiosas e mesquinhas que espiritualizam tudo. Os ateus precisam respeitar o direito que os crentes têm de crê em Deus, tanto quanto os crentes precisam respeitar o direito dos ateus de não crêem. É simples assim! Portanto, essa guerra idiota entre crentes e ateus (e vice versa) precisa acabar imediatamente. Quem é contra a qualquer tipo de intolerância não deve ser intolerante também, e muito menos tolerar as intolerâncias, sejam elas quais forem.
(Austri Junior - Teólogo)
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