Religião
" A religião nos conduz ao caminho da sabedoria, milagres vem de sua persistência e confiança ao executar a tarefa."
“Humanidade devia ser a religião ideal para todos os homens. Considero todos como meus verdadeiros irmãos, este deve ser o símbolo máximo da nossa mística humana.”
Não importa a cor da pele, religião ou condição social, se para Deus todos são vistos com os mesmos olhos e da mesma forma
O céu islâmico, cristão ou de qualquer religião são céus que nós mesmos criamos para satisfazer o nosso patamar de evolução.
"Quem será o novo presidente do futebol,da política e da religião? A falta de Amor,A falta de fidelidade, A falta de respeito,ou,A falta de Caráter? Com Certeza a falta de caráter! Afinal,futebol,política e religião.Não se faz com bons sentimentos".
Religião nunca fez de ninguém uma pessoa melhor...só em cargos... ...religião educa , orienta à seguir um melhor caminho,mas suas escolhas e atitudes ,que poderão transformar-se para evoluir ou destruir ...
Fiquei desgostoso da religião por causa da tristeza que ela me causou em relação à humanidade que ela devia ter e não tem.
O verdadeiro livre-pensador não pode ser seguidor de nenhuma religião instituída, por melhor que seja. O religioso praticante jamais será livre para pensar por si mesmo e já terá a mente contaminada pelas doutrinações que recebeu. Logo, não poderá ser um "livre-pensador", enquanto permanecer nessa condição.
O CONCEITO DE DEUS EM BARUCH SPINOZA
No “Livro I da Ética e no Tratado sobre a Religião e o Estado”, o filósofo holandês Baruch Spinoza delineia a sua concepção de um Deus despersonalizado e geométrico, contrária a todas as formas de se conceber Deus como uma espécie de entidade, oculta e transcendente, que age conforme os seus desígnios e a sua vontade suprema. De uma teoria que não compartilha da ideia de um Deus autocrático, que controla a tudo e a todos, e que se refugia em algum ponto distante da abóbada celeste — segundo a crença comumente aceita e bastante difundida, sobretudo entre os povos e as civilizações de origem indo-europeia. Motivo pelo qual, o filósofo Spinoza expôs, assim, em sua obra, a sua definição — considerada por ele a mais adequada —, de Deus, em contraposição a todas as doutrinas e dogmas religiosos até então existentes. E é Spinoza quem diz que as massas “supõem, mesmo, que Deus esteja inativo desde que a natureza aja em sua ordem costumeira; e vice-versa, que o poder da natureza, e as causas naturais, ficam inativas desde que Deus esteja agindo; assim, elas imaginam dois poderes distintos um do outro, o poder de Deus e o poder da natureza”. Spinoza ainda nos faz o alerta para o fato de que: “Deus fez todas as coisas em consideração do homem, e que criou o homem para que este lhe prestasse culto. (…) [Isto acontece porque toda] gente nasce ignorante das causas das coisas e que todos desejam alcançar o que lhes é útil e de que são cônscios”. Com efeito, a crença de Spinoza era em um Deus baseado no seguinte princípio: Deus e Natureza são a mesma coisa — Deus sive Natura (Deus ou Natureza).
No pensamento de Spinoza há, ainda, três conceitos considerados básicos e fundamentais, que representam o cerne de suas ideias referentes a Deus, quais sejam: os de substância, de atributo e de modo. Por modo podemos facilmente definir como sendo tudo aquilo que existe ou que pode e venha a existir, e que assume uma forma característica qualquer; ou melhor, que tenha um formato mesmo que transitório da realidade. É o caso, por exemplo, de inúmeros fenômenos e de situações as mais variadas, presentes em nosso cotidiano; de cada um de nós como indivíduos, e do grupo ou da espécie ao qual pertencemos; de nossos corpos e pensamentos; e etc. Em suma, de todas aquelas coisas que se manifestam e se apresentam de diferentes maneiras; de tudo aquilo que denota uma infinidade de aspectos e de particularidades desse nosso mundo.
No que tange à substância, para o referido filósofo, ela é o eixo e o esteio por onde a vida se espraia; é o que estrutura a existência de todos os eventos e acontecimentos. Em poucas palavras, é o que constitui a essência mesma do real.
E, para completar, o que se chama aqui de atributo nada mais é do que aquilo que se traduz como qualidade essencial que compõe o ser da substância. Por esse ângulo, entende-se que pensamento e extensão são manifestações e atributos provenientes da substância divina, da mesma forma que extensão refere-se à essência da materialidade e o pensamento relaciona-se à essência da inteligibilidade.
Na conceituação de Spinoza, a substância (essência e natureza que é Deus) somente pode ser entendida no tocante a dois aspectos: “natura naturans”, que significa o status criativo da natureza, funcionando como um élan vital, que produz a vida e é extremamente ativa nesse processo, enquanto força fundacional que instaura e regula a dinâmica da natureza. De outra feita, está o que ele denomina de “natura naturata”, que é apenas o resultado dessa criação, o lado passivo dessa mecânica, que é o que já foi criado e construído em termos de natureza: formas externas variadas como montanhas, vales, vegetações, ventos, águas, florestas, entre outras. Nessa perspectiva, pode-se dizer que a “natura naturans”, e não a natureza material e compassiva (“natura naturata”, o mundo strito sensu), é idêntica a Deus e se confunde à Sua essência e substância.
Portanto, Spinoza, em sua explanação, entende Deus como sendo a base de sustentação e a condição subjacente da realidade como um todo. Um Deus imbuído da mais clara evidência e certeza racional, que se auto-constitui como sendo a causa de si e de todas as coisas; que se move em função de uma necessidade que lhe é intrínseca e gerada de sua própria essência, a rigor: por meio de processos mecânico-causais e de leis invariáveis, responsáveis pelo total funcionamento e ordenamento do mundo.
Assim, como nos indica o próprio Baruch Spinoza: “Tenho uma concepção de Deus e da natureza totalmente diferente da que costumam ter os cristãos mais recentes, pois afirmo que Deus é a causa imanente, e não externa, de todas as coisas. Eu digo: Tudo está em Deus; tudo vive e se movimenta em Deus”. E acrescenta, dizendo: “Por ajuda de Deus, entendo a fixa e imutável ordem da natureza, ou a cadeia de eventos naturais. (…) A partir da infinita natureza de Deus, todas as coisas (…) decorrem dessa mesma necessidade, e da mesma maneira, que decorre da natureza de um triângulo, de eternidade a eternidade, que seus três ângulos são iguais a dois ângulos retos”.
Não sou digno de falar sobre a boa nova do Evangelho por que eu fumo? Sim, na religião eu não sou digno. Agora entre os pecadores arrependido não. Tudo e todos têm valor. Todos são alvos do amor eterno do Cordeiro. Raul Suarez me diz que lhe ensinaram que era pecado beber, bailar e fumar. Ninguém nunca lhe ensinou que era pecado manter o povo analfabeto, vivendo em favelas desumanas, sem educação e sem saúde aos maltrapilhos.
Desde os primórdios a religião é a ignorância da terra, resultado disso é a discórdia e a constante guerra.
Nós temos uma religião evidentemente vaidosa por causa da prosperidade. Nós temos uma política verdadeiramente corrupta por causa do dinheiro, e você ainda pergunta; Ó Deus! por que essa crise?
A páscoa revela o terrorismo capitalista da religião cristã: pobres desempregados, em plena à crise financeira, catando moedas para comprar peixes e ovos de chocolate---seguindo à filosofia de um ritual pagão---Isto é, se eles não agirem assim terão suas consciências cauterizadas, por não seguirem a dogmática da sua religião.
Só existe uma religião nesse mundo em que vivemos, a fé, essa que é construída por cada um de nós, para nossa própria sobrevivência, um apoio no meio de um oceano sem fim, que nos torna capazes de guiar nossos destinos
