Relações

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Relações, Relacionamentos

Julgamentos levam ao resfriamento,
decisões inconsequentes impedem a reciprocidade,
atravessar o desconhecido pode ser arriscado, mas viver na dúvida deve ser pior,
ficar com os pés firmes na superfície exige intensidade, caso contrário fica perigoso naufragar,
deixar o amor entrar causa arrepios, dormir e acordar todos os dias ao lado dele, pode causar uma viagem sem volta.

Assim como tem o que compra, tem o que vende. Relações exigem os dois lados e têm posições claras. Não as atropele.

Na espúria vida através do feed
E na vacuidade das relações através dos comentários.
A sociedade embebedou a alma de vazio e cultivou afetos inexistentes através dos likes.
Esqueceu que likes, não constituem afeto, independente do algoritmo.

Algoritmo do hedonismo contínuo, incessante busca por deleite, a fim de evadir da solidão.
Numa realidade que tudo conecta, mas nada solidifica.
Gradualmente aniquila a capacidade de desfrutar, sentir e viver aquilo que é real

Seriam os “likes” o feitiço de auto contemplação como com Narciso?

Vaidosos na busca por validação, perdem o fôlego em suas timelines, e a percepção sobre si mesmo, com seus mosaicos de alegria, avesso a vida real, a vida sem filtro.

⁠A vida não é só uma estratégia de relações públicas. Você pode falar o que pensa.

⁠As relações são feitas para melhorar a vida e não para preencher vazios existenciais.

⁠insistir em relações desfeitas é como cavar uma saída para outras celas

A ideologia está em todas as relações sociais, em todas as manifestações humanas, em toda a interpretação do mundo.

A vida exterioriza a verdade. As escolhas, os caminhos percorridos, as relações interpessoais firmadas e as práticas, deixam rastros da verdade que sou e que acredito.

"Causa das decepções"


A vida é feita de decepções

Nas relações pessoais, no trabalho e principalmente na vida amorosa.

Todos, em algum momento de suas vidas, já sofreram algum tipo de decepção.

E o pior da decepção é a mágoa que deixa. Por vezes feridas que demoram a cicatrizar. Ou que jamais cicatrizam, para muitos.

Amores não retribuídos na proporção do que se dá, traições.

Amizades que de repente se descobrem não tão verdadeiras como se gostaria que fosse.

Atividades profissionais que não proporcionam a realização esperada.

Tudo isto, dentre tantas outros, são motivos que causam decepções.

Mas o problema está muito mais em quem se considera vítima dela do que mesmo nos causadores.

Ao idealizarmos a construção de nossas vidas, o fazemos baseados em nossos próprios conceitos e valores a respeito das pessoas e das coisas. Plasmamos a pessoa que queremos amar e que deve nos amar, como viveremos a profissão que escolhemos e o que esta nos proporcionará, e como devem ser as pessoas que queremos como amigas .

Esquecemo-nos, no entanto, que assim como nós os outros também têm personalidade própria, conceitos e valores sobre a vida, suas características de querer e de amar, padrões de comportamento.

E que as relações profissionais são entrelaçadas de eventos, previsíveis ou não, e de pessoas com princípios morais e éticos que nem sempre coincidem com os nossos.

E assim criamos uma expectativa a respeito das pessoas e fatos com os quais nos envolvemos, frustrando-nos quando nos deparamos com realidades que fogem aos padrões que idealizamos e que nos desagradam.

A frustração que isto causa e a impotência que sentimos por não conseguirmos impor nossa vontade, nosso jeito de ser e de pensar, de subjugá-las, enfim, nos fazem sentir sensações de derrota.

E estes sentimentos transformam-se em decepções que atribuímos às atitudes dos outros mas que, na verdade, são causadas por nós mesmos, ao fazermos uma leitura da vida sob uma ótica diferente a das pessoas que nos relacionamos, e nossa recusa em aceitá-las com suas qualidades e defeitos.

Importante se ter em mente que por esses mesmos motivos também decepcionamos a outras pessoas, que não aceitam e nem entendem nosso modo de ser, pensar e agir, que julgamos irrepreensíveis por vezes.

A vida é assim, feita de alegrias e tristezas, conquistas e perdas, sucessos e insucessos, encantos, desencantos e decepções e nunca mudará. Pois tudo isto é muito importante para nossa aprendizagem e burilamento moral, para nossa evolução espiritual.

Reflita bem sobre isto. Faça uma releitura de sua vida e de sua estória e por fim decida se vale a pena guardar mágoas e deixar as feridas abertas.

"Até hoje mantenho longas relações com o chuveirinho na hora do banho".

À medida que se intensificam as relações, as pessoas passam a exibir quem realmente são.

Não é que eu seja antissocial. Eu simplesmente cortei todas as minhas relações com a hipocrisia.

A maioria das relações não se basea no que um sente pelo outro e, sim, no que um quer que o outro sinta pelo outro ou finja que sinta.

Em muitas relações, um ama muito, e o outro como um parasita, se contenta em ser amado.

Nas relações humanas, os problemas são muitos; irmãos e irmãs egoístas, pais e mães que abandonam seus filhos ou suas filhas em busca dos prazeres doentios com a velha desculpa de irem ao encontro da felicidade, filhos e filhas ingratos que não cuidam dos seus pais e de suas mães estando estes na velhice, pensando os filhos que nunca envelhecerão, amigos e amigas que traem uns aos outros por causa de míseros punhados de bens materiais que nada poderão levar quando deste mundo partirem... a lista é grande... pobres pessoas que correm o tempo todo em busca do ouro e da prata dos tolos...

O casamento feliz não é nem um contrato nem uma relação. Relações temos nós com toda a gente. É uma criação. É criado por duas pessoas que se amam.

O nosso casamento é um filho. É um filho inteiramente dependente de nós. Se nós nos separarmos, ele morre. Mas não deixa de ser uma terceira entidade.

Quando esse filho é amado por ambos os casados - que cuidam dele como se cuida de um filho que vai crescendo -, o casamento é feliz. Não basta que os casados se amem um ao outro. Têm também de amar o casamento que criaram.

O nosso casamento é uma cultura secreta de hábitos, métodos e sistemas de comunicação. Todos foram criados do zero, a partir do material do eu e do tu originais.

O casamento é um filho carente que dá mais prazer do que trabalho. Dá-se de comer ao bebé mas, felizmente, o organismo do bebé é que faz o trabalho dificílimo, embora automático, de converter essa comida em saúde e crescimento.

Também o casamento precisa de ser alimentado mas faz sozinho o aproveitamento do que lhe damos. Às vezes adoece e tem de ser tratado com cuidados especiais. Às vezes os casamentos têm de ir às urgências. Mas quanto mais crescem, menos emergências há e melhor sabemos lidar com elas.

Os pais felizes reconhecem o trabalho que os filhos dão mas, regra geral, acham que vale a pena. Isto é, que ficaram a ganhar, por muito que tenham perdido. O que recebem do filho compensa o que lhe deram. E mais: também pensam que fizeram bem ao filho. Sacrificam-se mas sentem-se recompensados.

Num casamento feliz, cada um pensa que tem mais a perder do que o outro, caso o casamento desapareça. Sente que, se isso acontecer, fica sem nada. É do amor. Só perdeu o casamento deles, que eles criaram, mas sente que perdeu tudo: ela, o casamento deles e ele próprio, por já não se reconhecer sozinho, por já não saber quem é - ou querer estar com essa pessoa que ele é.

Vendo bem, os casamentos felizes são muito mais dramáticos, violentos, divertidos e surpreendentes do que os infelizes. Nos casamentos infelizes é que pode haver, mantidas inteligentemente as distâncias, paz e sossego no lar.

A justiça não tem existência por si própria, mas sempre se encontra nas relações recíprocas, em qualquer tempo e lugar em que exista um pacto de não produzir nem sofrer dano.

A veracidade e a benevolência, em todos os tempos têm distinguido suas relações com todos os homens. Sua conduta exterior é apenas um reflexo de sua vida interior, e sua vida interior um espelho de sua conduta exterior.

Relações afetivas onde uma, ou as duas partes "precisam" ouvir, frequentemente, a frase: "eu te amo" como uma forma de endossar o sentimento da parte oposta significa, claramente, que as ações de manutenção da relação e o sentimento que envolve e sustenta a união são rasos bastante para afogá-los.

Relações rasas, paixões de verão, pessoas individualistas, mais duras e mais frias, é a proposta do nosso século, por sinal muito bem aceita.

Antes o conceito de amor era o fruto de uma busca através do romantismo, da entrega, do vínculo de lealdade.

Hoje, o conceito é se sentir amado(a), é um jogo de conquista, da sensação de poder, de ter quem for a hora que quiser, é a capacidade de entrelaçar o outro, de alimentar o sentimento de ser capaz de cativar ao invés de ser capaz de amar.

Perdemos essa habilidade, por dor, por medo, por egoísmo, para elevar a estima, por isso criamos meios pra tentar sofrer menos ou mesmo, fingir que não sofremos.

Seduzir, se sentir desejado(a), dizer sentimentos irreais, sentir que alguém nos venera, tão somente para preencher nosso vazio.

Um ciclo vicioso, não há tantas outras opções, já não acreditamos em nada e ninguém, o que importa é distrair nossa própria consciência de estarmos, na verdade, solitários