Relações

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“A amizade verdadeira fortalece laços, amizade falsa mata as relações”.

As relações são como brinquedos. Durante um tempo brincas⁠, até que cresces, e depois já não o queres mais. E te joga fora para o lixo

Das Relações Institucionais

Demétrio Sena - Magé

Sei que você não sabe... no entanto sei que você sabe, muito embora pense que penso que não sabe. O que tento dizer é que o que sei é que você sabe, sem saber que sei, muito menos que sei que você sabe que sei.

É assim que minto para sua mentira: mentindo para mim mesmo, que você acredita na mentira que sei que você sabe que é mentira, mas na verdade, faz de conta que não faz de conta... e que acredita mesmo que a mentira é verdade, enquanto faço de conta que você não faz de conta que sabe, sabendo que você sabe; só não sabe que sei que sabe... e que não sabe que sei que não sabe que sabe.

No fim das contas, o que sei que você não sabe e nunca saberá que sei, é que tudo isso nos torna sabedores de que merecemos um ao outro. Não sei como sei. Só sei que sei; não pergunte como não sei como sei.
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Respeite autorias. É lei

Discipulado custa conforto, custa reconhecimento e, às vezes, custa até relações que não caminham na mesma direção.

Gostaria de viver em um mundo onde a honestidade fosse a base de todas as relações, e onde cada pessoa agisse com sinceridade e integridade.

Aprendi que amizade e cobrança não combinam. Fechei o fiado para abrir espaço para relações mais leves e sinceras.

Relações emocionais nocivas causam dependência, logo carência, e consequentemente falta de amor próprio. Elas estagnam, condicionam, aprisionam. Fuja delas! AME-se em primeiro lugar!

Ainda Acredito


Eu ainda acredito no amor.
Acredito em relações sinceras, onde há parceria, verdade e lealdade.
Mesmo quando o mundo parece desacreditar, mesmo quando as pessoas ao redor zombam da esperança, eu sigo acreditando.


Me entristece quando alguém próximo, alguém que eu confiava, olha pra mim e diz:
“Tu é muito boboca, um iludido.”
Mas eu não sou isso.
Eu apenas carrego dentro de mim uma fé genuína nas conexões humanas.
Não é ilusão é essência.


O mais trágico?
Foi ela quem disse.
Ela, que em suas falhas internas, projetou em mim aquilo que talvez estivesse sufocado dentro do próprio peito.
Medos.
Traumas.
Feridas que nunca cicatrizaram.
E de certa forma pessoas assim bloqueiam e são bloqueadas delas masmas .


Às vezes, quem mais nos fere é quem mais precisa de cura.
E eu, mesmo machucado, sigo tentando entender.
Porque amar não é ser fraco.
É ter coragem de sentir, mesmo quando o outro não sabe lidar com o que sente.


Fatos reais pensamentos expostos.

Quanto mais perto dos 30 anos — e além, acredito eu —, mais relações podemos acabar perdendo ao longo do caminho, e isso pode nos desencantar. Por outro lado, também podemos criar novas relações.

O passado me obrigou a tantas situações desagradáveis em relações pessoais, por educação e cuidados, que criei ranço em pisar em ovos e o afastamento virou opção única e a indiferença se fez eterna.

Se tudo durasse para sempre, ninguém se empenhava para manter as relações.

Nas relações não observáveis: há uma dor isenta de ódio, dor que não é lógica, dor que sentimos e na tua beleza há desejamos; até quando a dor será dor? Mesmo quando há saudade, será mesmo dor? Quanto tempo até perceber que há beleza na dor do amor? A dor que é amor, sente saudade e deseja a beleza que há na dor, mas parece, que você menti pra você, e quis esquecer, o que não se esquece; até tentou se curar dessa dor, mas não há dor, há o amor que chamou de dor;

Além de não saber como fazer para a lógica compreender e sem perceber que o amor não leva lógica; vou dizer que a dor sem ódio, não requer cura, mas aceitação e gratidão; se quiser, chore pela saudade, descreva teu amor, mas não trate tua dor, como se fosse ódio; pare o observável; perceba o não observável: deixe florescer a dor que é amor, sinta a saudade; se permita sentir, mesmo que chore, deixe sorrir: é a dor mais bela que você pode sentir; uma dor sendo o amor mais especial dê seu viver.

Eu vivi isso, senti as relações não observáveis e me fiz poeta pelo sentir; eu descrevi meu mais profundo conhecer e vi minha vulnerabilidade em relações não observáveis; onde o amor se mistura na saudade e parece dor, mas não é dor; eu não vi, como tantos tentam ver, eu pude sentir e pude na minha vulnerabilidade: apenas aceitar uma dor que me fez poeta do amor sem dor e me tem saudade que não é ódio: mas apenas amor, por quem não volta mais para mim: e me fez abraçar a gratidão de minha eterna saudade.

Há relações que se constroem em torno da necessidade constante de validação, como se o amor precisasse ser confirmado a cada instante, em cada gesto, em cada palavra. O coração inseguro pede provas sem cessar, não por falta de afeto recebido, mas por não saber confiar no que já foi dado. E assim, o vínculo se torna frágil, porque nenhum sentimento resiste ao peso da cobrança incessante. O outro, sufocado, carrega uma responsabilidade que não lhe pertence: sustentar a insegurança alheia, preencher vazios que não são seus, ser presença mesmo quando precisa de ausência. Surge então o vitimismo, essa máscara que transforma carência em acusação, que coloca a culpa no outro por amar e não saber amar. O amor vira palco de exigências, e cada ausência é interpretada como abandono, cada silêncio como desamor. Mas amar não é vigiar, não é exigir, não é transformar o outro em espelho da própria falta. Amar é liberdade, é maturidade para suportar o silêncio, é confiança que se sustenta mesmo na distância. Quem não sabe amar acaba confundindo entrega com posse, e presença com obrigação. E nesse labirinto de insegurança, o sentimento estranho cresce, até se tornar insuportável. Só quando se entende que o amor não pode ser prisão, que o outro não é responsável por validar a cada segundo o que já existe, é que nasce a possibilidade de um encontro verdadeiro. Amar é caminhar lado a lado, sem correntes, sem culpas, sem cobranças. É deixar que a chama aqueça sem consumir, que a presença seja escolha e não sentença, que o vínculo seja poesia e não peso. Porque amar de verdade é saber que o outro é livre, e ainda assim escolher ficar.

Tatianne Ernesto S. Passaes

Amizade sincera é a base para TODAS as relações humanas e dela tudo de bom floresce num jardim extenso de incondicionalidade assustadora.

Saudação aos camaradas

Esqueça os artigos luxuosos
Dispense relações efêmeras
Estas não lhe agregam tanto
Como amizades verdadeiras

Quem tem um amigo é rico
Nos valores não-monetários
Porque uma grande sintonia
Vai além dos meros contatos

Um amigo já foi só conhecido
E nunca mais tornará a sê-lo
A menos que seja embusteiro
Vindo a atuar com desmazelo

Amizade mesmo é pra sempre
Venha a tempestade que vier
Em uma afeição diferenciada
De ninguém meter sua colher

Os companheiros de jornada
Têm toda a nossa admiração
Por isso não devemos hesitar
Em fazê-los uma bela menção

Saúdo aqui meus camaradas
Que são irmãos acima da lei
Desejando um futuro próspero
No qual eles eu reencontrarei.

As relações hoje são extremamente superficiais. Para tudo se busca propósito, o quanto trará de benefício, e o que parece não levar a nada, é dispensado. Eu mesma começo a ver que o amor não parece real, mesmo pra mim. Como se nunca pudesse me conectar a alguém como antes.
Isso dói de um jeito estranho, traz um vazio. Aonde está a ligação real entre as pessoas? Será que também perdi, ou tudo não passou de uma ilusão? Será que nada importa realmente, e tudo o que fazia antes era acreditar em ficções, nas mentiras da televisão?
- Marcela Lobato

“Relações que suportam limites suportam você. Relações que exigem sua anulação não suportam sua presença inteira.”

- Trecho do livro Se você sempre se adapta, em que momento você é você?

“Em tempos de relações superficiais, o afeto genuíno não só contrasta, como confronta.” - Leonardo Azevedo.

Na vida, não há indivíduos insubstituíveis nem relações que se sustentem apenas na ideia de exclusividade. Por mais significativo que alguém possa ser para outra pessoa, a ausência de respeito mina qualquer possibilidade de convivência saudável e duradoura. Relações não se mantêm por apego cego, mas por reciprocidade e dignidade.
É ilusório, para não dizer ingênuo, acreditar-se acima dessa lógica. Quem se julga indispensável revela, na verdade, uma compreensão limitada das dinâmicas humanas e do valor essencial do respeito mútuo.

Sem dúvida alguma que a tecnologia avançou e nos aproximou das coisas! (Do Material às relações artificiais) O fato é que ela também nos “distanciou” das pessoas e de nós mesmos! (Da intimidade às relações interpessoais)