Relações
Sem o processo da SOLITUDE ninguém se conhece, e pior, não consegue gerir NENHUMA relação, seja qual for, pq buscará uma felicidade fora.
No gosto das decepções descobri o amargo da falta de respeito. Respeito este que desejo seja enaltecido nas relações da vida, tudo para que ele mais exista, e isto para que assim só reste o sabor doce e deleite nas mais todas relações.
Há um montão de adultos confusos no significado de seu fazer, confundindo aqueles que ainda estão a aprender fazeres, criando uma sociedade cada vez mais doente nas relações gerais e interpessoais. Nós adultos ainda temos muito o que aprender para saber como realmente devemos ser, para assim sermos os mestres e não os aprendizes.
A falta de diálogo é um mal que deteriora o convívio humano, gerando desentendimentos, conflitos e esfriamento das relações.
Por onde passo, deixo os meus cumprimentos de chegada e despedida, ou apertos de mão. Faço isso por cortesia, acreditando que a gentileza gera gentileza, e assim surgem relações interpessoais mais amistosas.
O jeito que as pessoas nos tratam é consequência do que elas são e jeito como eu trato os outros é uma consequência do que eu sou.
Amar é ter admiração, interesse, atração, respeito, cuidado, se somar com o outro no enfrentamento da vida, desejo de ter relações íntimas, e de que o outro seja feliz. Isto é amor.
A FUTURIDADE
Nos últimos tempos, é notável que a humanidade tende a retroceder à era primitiva, na qual, o Homem despido nao faz muita diferença entre os demais
E o maior "show off", acaba sendo ótima saúde e boas relações interpessoais.
Particularmente, não pretendo arriar para além do Homo Erectus e arribar o viço.
Pessoas temporárias ensinam lições permanentes
No decorrer da vida, muitas pessoas passam por nossa trajetória de maneira temporária, cada uma com suas próprias razões. O relacionamento interpessoal é o vínculo criado entre dois ou mais indivíduos. O fato de algumas pessoas serem superficiais não deve ser visto como um problema generalizado. Afinal, podemos tirar ensinamentos valiosos dessas interações, como aprender sobre autenticidade e fortalecer nossa autoconfiança. Dessa forma, pessoas temporárias podem nos deixar lições permanentes.
A primeira dimensão a ser considerada é a liberdade de ir e vir. Todos devem ser livres para chegar e sair quando quiserem, e as pessoas temporárias muitas vezes trazem consigo novos conhecimentos que impactam nossa vida emocional. Essa experiência não precisa ser vista necessariamente como negativa.
Conviver com pessoas superficiais pode nos ajudar a valorizar ainda mais a autenticidade. Ao observar atitudes superficiais, aprendemos a importância de sermos genuínos e verdadeiros nas relações interpessoais, evitando comportamentos falsos.
Além disso, interagir com pessoas superficiais pode nos levar a reafirmar nossos próprios valores. Esse processo pode fortalecer nossa autoconfiança, uma vez que passamos a confiar mais naquilo que realmente importa para nós.
Diante dos argumentos expostos, considerando que não é possível forçar ninguém a estar ao nosso lado para sempre, é possível afirmar que podemos tirar lições de vida valiosas com as pessoas passageiras. Por meio do equilíbrio entre autenticidade e fortalecimento da autoconfiança. E assim, podemos seguir adiante, sempre olhando para o horizonte à nossa frente.
Quando se aprende a diferença entre ser alguém tolerado e ser querido, dificilmente, estará mal acompanhado, em vínculos e em certos lugares, onde o apreço é mendigado, bem longe de ser recíproco, numa desgastante realidade.
Não que a reciprocidade seja uma condição para se fazer o que é certo e claro que fazê-lo não será em vão, porém, sem ela, as relações são insustentáveis, o conviver poderá tornar-se um grande peso com raros momentos saudáveis.
O sabor de uma consideração recíproca é agradável e inconfundível, traz muita felicidade, aviva sempre que possível, fortalece durante uma dificuldade, motiva a seguir em frente, portanto, sendo feita de verdades muito consistentes.
A possibilidade de eu estar sob um prisma muito errado não está descartada, entretanto, até que eu seja felizmente contrariado, tenho me afastado ao sentir que a minha presença é aturada que nem um fardo bastante indesejado.
DEPENDÊNCIA EMOCIONAL
Não existe dor mais profunda,
do que a dependência emocional,
um laço invisível de sofrimento,
que acorrenta o coração sem controle.
Na busca constante por aprovação,
nos perdemos na necessidade do outro,
esquecemos o nosso próprio valor,
e nos agarramos a um amor que nos consome.
A dependência emocional nos envolve,
um vendaval de inseguranças e medos,
nos tornamos prisioneiros de nós mesmos,
amarrados na expectativa de um afeto incerto.
E enquanto desvanecemos no sofrimento,
perdemos oportunidades de crescer,
de ser autônomos e plenos,
de descobrir o amor próprio prevalecer.
Quebre as correntes da dependência,
liberte-se desse desgaste exaustivo,
apoie-se em suas próprias forças,
e descubra o verdadeiro amor, o que vem de dentro.
Aprenda a amar sem se apegar,
a ser independente no abraço,
valorize a sua própria essência,
e encontre a felicidade no seu próprio caminho.
A dependência emocional dói,
mas se libertar, encontrará a liberdade,
e no caminho da auto-suficiência,
descobrirá um amor próprio incomparável.
Nem todos que te ouvem, te escutam de verdade… alguns querem entender, outros apenas julgar. Por isso, cuide bem dos ouvidos que empresta… e dos corações que leva contigo no caminho.
Há companhias que ensinam que, às vezes, o silêncio da solidão é mais doce que a presença de quem exige que a gente viva pisando em palavras.
Levei muito tempo para encontrar minha melhor versão.
O tempo que levei para despertar, fez-me enxergar, que eu não posso aceitar, qualquer coisa ou qualquer pessoa, adentre em minha vida.
Conversamos por horas e sobre diversos assuntos, mas os detalhes das conversas escapam-me, pouco me recordo, só lembro-me
de como eu me sinto.
Embora sempre estivesse a espereita de uma nova chance, não ousava perder o compasso. Sua mãe sempre dizia que a pessoa certa chega na hora certa, e nunca antes disso. Era sábado à noite, momento em que surpresas tomam a ousadia de surgirem. Ela pediu duas geladas, com pouca espuma, em copos grandes, pra recuperar a semana puxada no trabalho. "Dois copos? Ah, desculpa. Te olhei de longe e imaginei que estivesse sozinha." Disse o rapaz que se aproximou da bancada do bar.
"Hum, que nada, esse daqui é seu. Te vi me olhando de longe, sua timidez não te deixou vir até mim, então pretendia ir até você."
Valeu as risadas, o concelho de mãe, a chance dada para algo novo e quem sabe até, especial.
