Relacionamento Pais e Filhos

Cerca de 31226 frases e pensamentos: Relacionamento Pais e Filhos

Um dos maiores palcos de manipulação do país — quiçá do mundo — Brasília haveria de receber alguém de pulso, cheio de vontade de libertar — deixe ir: Fabrício Carpinejar!


Brasília, com sua arquitetura monumental e sua aura de poder, sempre foi mais do que a capital política do país — é o símbolo vivo da manipulação institucionalizada, da retórica cuidadosamente ensaiada, das verdades maquiadas em discursos de ocasião.


Ali, onde se fabricam narrativas e se negociam destinos, a liberdade — essa palavra tão pequena e tão cara — costuma ser tratada como um artigo de luxo, raramente distribuído e quase nunca praticado.


E então, de repente, chega Carpinejar.


Com sua voz que mistura ternura e brutal honestidade, com seu dom de traduzir sentimentos que o poder não compreende, ele atravessa os corredores de Brasília não para discursar, mas para desatar.


Lança “Deixa ir” — um livro que fala sobre o desapego, sobre o amor que sabe partir, sobre a leveza que nasce quando se solta o que aprisiona.


E é aí que mora a ironia mais sublime:
No palco da manipulação, onde os verbos dominantes são reter, aprisionar, onde a vaidade se confunde com propósito, chega um poeta dizendo: “Deixe ir.”


É como soltar um pássaro dentro de um aquário de concreto.


Como ensinar o poder a amar sem possuir.


Carpinejar, nesse gesto, não apenas lança um livro — lança uma provocação existencial.


É como se dissesse: “Enquanto o país se esforça para segurar o que não cabe mais nas mãos, eu escrevo para lembrar que o verdadeiro domínio é saber soltar.”


Não haveria melhor palco para deixar ir do que aquele que só sabe aprisionar!

⁠Tentaram vender Bravura de leão a pretexto de salvar o país, agora que a chapa esquentou, tentam vendê-lo embrulhado na meiguice de ursinho de pelúcia para se salvarem.

⁠O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.


E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.


Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.


E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.


No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.


Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!

⁠⁠Com tantas Guerras descaradamente ignoradas no “nosso” país, não deveria nos sobrar tanto tempo nem disposição
para palpitarmos nas guerras dos outros.


Quem vê a assustadora parte de um povo escolhendo lado em outras guerras, pode até acreditar que não temos tantos conflitos internos para lutar.


Mas temos.


E não são poucos.


São guerras sem sirenes internacionais, sem transmissões ao vivo em alta definição, sem mapas coloridos nos telejornais.


São guerras silenciosas, travadas nas periferias esquecidas, nas filas dos hospitais, nas salas de aula sucateadas, nos lares onde a dignidade perdeu território para a sobrevivência.


Há uma guerra diária contra a desigualdade que normalizamos.


Uma guerra contra a corrupção que denunciamos em ano eleitoral e relativizamos no resto do tempo.


É guerra contra a ignorância cultivada, contra a desinformação compartilhada com convicção e preguiça de checar.


Contra o desalento que transforma cidadãos em espectadores.


Ainda assim, muitos preferem empunhar bandeiras internacionais com a mesma facilidade com que ignoram as trincheiras da própria rua.


Opinar sobre conflitos distantes exige apenas conexão à internet.


Enfrentar os conflitos internos exige caráter, constância e compromisso — três virtudes que não rendem tantos aplausos nas redes.


Não se trata de indiferença ao sofrimento alheio.


Solidariedade é uma grande virtude.


O problema é quando a comoção seletiva vira espetáculo e a indignação terceirizada serve apenas para aliviar a consciência enquanto as mazelas domésticas seguem intactas.


É curioso: somos rápidos para apontar injustiças além-mar, mas lentos para reconhecer que também somos parte — ativa ou omissa — das injustiças daqui.


Escolher um lado em guerras estrangeiras pode até dar a sensação de lucidez moral.


Mas escolher enfrentar as próprias contradições exige maturidade cívica.


Talvez o que nos falte não seja opinião, mas prioridade.


Não seja engajamento digital, mas responsabilidade real.


Porque enquanto gastamos energia demais disputando narrativas globais, há batalhas locais esperando por gente disposta a lutar menos com o teclado e mais com atitudes.


E, no fim, a pergunta que fica é bastante desconfortável: estamos escolhendo lados por consciência… ou por conveniência?

⁠O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.


Há algo de profundamente sedutor na convicção de que se está lutando por uma causa maior.


Quando alguém se vê como parte de uma cruzada moral, as dúvidas passam a parecer fraqueza e a prudência vira quase uma traição.


É nesse instante que as consciências mais tranquilas se tornam também as mais perigosas — não porque desejem o mal, mas porque se convencem de que qualquer meio é aceitável quando o discurso promete redenção coletiva.


Assim, em nome do país, muitos aprendem a negociar exatamente aquilo que dizem defender.


Vendem princípios como quem troca moedas, adaptam verdades ao sabor da conveniência e passam a confundir patriotismo com autopreservação.


O discurso permanece heroico, mas o gesto cotidiano revela algo bem mais mundano: o esforço constante de salvar a própria reputação, a própria posição, o próprio poder.


Curiosamente, os que se apresentam como salvadores quase sempre encontram um inimigo útil para justificar cada contradição.


Afinal, enquanto houver um culpado conveniente, não será preciso explicar por que o país prometido nunca chega — apenas por que a guerra precisa continuar.


E é nesse teatro interminável de bravatas e virtudes proclamadas que a nação vai sendo lentamente negociada, pedaço por pedaço, enquanto as consciências seguem confortavelmente convencidas de sua própria pureza.


Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com o futuro da nação!

Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também serão grandes docentes.

Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente, é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também poderão ser grandes profissionais e docentes de excelência.

Os pais não devem acostumar as crianças e os adolescentes com celulares de luxo e equipamentos eletrônicos muito caros. Esses equipamentos são para pessoas que já têm renda e independência financeira. Expliquem aos filhos que esses celulares são para pessoas independentes e com renda alta. Diga aos filhos que eles só poderão ter um iphone ou iped quando tiverem um bom trabalho com renda estável.

Os pais não devem acostumar as crianças e os adolescentes com celulares de luxo e equipamentos eletrônicos muito caros. Esses equipamentos são para quem já têm renda, independência financeira ou para pessoas ricas. Expliquem aos filhos que esses celulares são para pessoas independentes e com renda alta. Se forem de média baixa ou média alta, falem aos seus filhos que eles só poderão ter um iphone ou iped quando tiverem um bom trabalho com renda estável.⁠

O Brasil é um país muito grande, rico em nióbio e ouro e pedras preciosas. As belezas naturais são fascinantes. Mas as desigualdades sociais precisam diminuir e crimes como o tráfico humano não podem permanecer impunes. Não há no mundo inteiro um lugar tão lindo e com poucas catástrofes naturais e com clima tropical agradável como o nosso país.

Maridos que não se
importam com as amizades
masculinas de suas esposas
geralmente se tornam pais
de crianças que não foram
geradas por eles.


______Sim__


🤗

Só vou acreditar em milagres no dia em que a bancada evangélica desaparecer e o país se tornar laico de verdade.

Provavelmente e digo eu que nada sei, a geração dos meus pais (agora nos 70's) será a geração com maior esperança de vida de toda a vida no planeta terra. E se assim for só tenho a agradecer por isso

Inserida por bettyrodriguez

Morar em outro país é se deparar com uma cultura diferente, língua diferente, culinária diferente, costumes diferentes, e por mais diferentes que aparentemente possamos ser, NOS SOMOS TODOS DE FATO, IGUAIS. O olhar amigável, o sorriso de uma criança, a moça do mercado te dar 'bom dia' em português, isso tudo é familiar e hoje me faz sentir em casa.

Inserida por lannaokuma

Uma rezava, a outra dormia,
mas na frente dos pais,
por motivos desconhecidos,
eram sempre inimigas.

Texto Quase do mesmo tamanho

Inserida por fernandalencar

Quando estás de terno:

Teus pais :) *.* ^_^

Tua namorada :3 ♥

Teus amigos :O :p :D

você :( :| : :/ :§ :s .l.

Inserida por hermoislove

O seu legado, a determinação, seu amor pelo país e principalmente sua personalidade, me influenciaram grandemente. Comecei comprando artigos de vestuário da marca SENNA, para uma brincadeira na empresa onde todos naquele dia poderiam vir vestido como o próprio ídolo. Eu pensei,"Eu não tenho ídolos. Tenho admiração por trabalho, dedicação e competência." Fui funcionário da Varig e considero esta empresa como uma família. Senna foi um passageiros da Varig, logo, Senna faz parte de minha família. O grande vazio que esta empresa deixou na minha vida, no Brasil e no mundo, eu preenchí com o Senna. O orgulho que eu sentia de trabalhar nessa empresa é o mesmo que o Ayrton nos faz sentir quando se fala em seu nome pelo mundo.O Ayrton é Brasileiro como eu, fala como eu, nasceu em São Paulo, e morou muito perto de minha casa em Santa Cecília.

Inserida por Beneluca

O nosso pais está a merce de parlamentares ultrapassados e viciados a se prevalecer da falta de informação do povo.

Inserida por EdelziaOliveira

Honra teu pai e tua mãe.

Mas, antes, reflita: creio que na verdade, devem ser os pais os exemplos dos filhos, para que eles realmente possam fazer jus a tal honra. Pois pais que não fazem da educação, um caminho obrigatório na vida de seus filhos, não merecem honra alguma.

Inserida por LLSantos

Qual o momento exato em que começamos a decidir a nossa vida? Quem testou
nossos pais para saber se seriam capazes de escolher o melhor para gente?
Quando eles escolhem nosso colégio será que têm a consciência que esse lugar
vai marcar a nossa história para sempre? Não sei se o colégio é exatamente como eu me lembro, ou se os professores são como estão na minha memória. O que sei foi que aprendi naqueles dias o valor da amizade, são umas das lembranças mais nítidas de então. E o amor... O primeiro amor. Amores, amigos, não importa o que deixei, sempre os levo comigo. E eu sei que eu vou com vocês, porque o que somos hoje está presente no que fomos ontem. À vocês, meus amigos de alma, agradeço por tudo. Porque fizeram daquela época de caminhar no mundo com o coração aberto, um lugar melhor para esperar a vida.

Inserida por giselemoura123