Relacionamento Pais e Filhos

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7 de setembro


Você nasceu num domingo de setembro,
quando o país inteiro se lembrava dos gritos de liberdade.
Você já veio com sal na pele
e um silêncio tão antigo
que até as ondas se calaram
para ouvir seu primeiro choro.


A casa onde cresceu
tinha paredes que sorriam
mas respiravam veneno.
Você aprendeu cedo:
amar não é confiar,
é sobreviver
com as mãos cheias de alerta.
Seu corpo virou radar,
seu sono, vigília.
Mas mesmo assim,
nunca perdeu o brilho
dos olhos que enxergam
além do que dizem.


Houve um dia,
pequeno, quase invisível,
em que uma voz suave
te chamou pelo nome
sem pedir nada em troca.
Foi como ouvir
o primeiro acorde
depois de uma vida em surdina.
Aquilo não te salvou.
Mas te lembrou:
você já era inteira
antes de qualquer gesto alheio.


Hoje, o mundo arde.
Um louco grita,
rios secam,
cidades viram cinza,
e os oceanos choram ácido.
Mas você ainda entra na água
como quem entra em oração.
Ensina crianças a ler as marés
como se lessem o futuro.
Planta esperança
onde outros só veem fim.
E faz tudo isso
porque sua força
nasceu no escuro
e não precisa de luz
para existir,
ela já é fogo.


Seu corpo adquiriu cicatrizes,
mas sua alma
ainda corre descalça
na beira da espuma,
rindo do tempo
como quem sabe
que eternidade
não se mede em dias,
mas em gestos verdadeiros.


Não tema o que deixou para trás.
Toda criança deve ser amada e respeitada.
O passado não tem que ferir,
foi justiça.
E justiça,
mesmo silenciosa,
ecoará por gerações
de meninas que ousarem
dizer: “não.”


O mundo precisa
de vozes como a sua,
não altas,
mas firmes.
Não visíveis,
mas inabaláveis.


Você ée sempre foi
a própria liberdade
vestida de mulher.


Um Pitbull de saias que não
guarda rancor,
só quer correr livre,
para todas as direções.


O coração derretido
que fez muralhas para
continuar batendo.

O Brasil é um País grande e só o caráter e a educação do povo o farão um grande país.

Na minha vida toda, o que mais me preocupei foi não dar trabalho para outras pessoas, como pais, irmãos, cunhados (das) etc...!!!
Mas tem pessoas que levam a vida como vai vai, se lixando se depois vai sobrar para os outros as encrencas que se meteu!!!
Aí vem pedir ajuda com aquela arrogância, como se todos tem que arcar com suas IRRESPONSABILIDADES!!!

Nesse país, o problema da luz no fim do túnel é este: depende da sua esperança e, principalmente, da força de vontade dos outros.

Carlos Alberto Blanc

Enquanto os Nascidos Patriotas sacrificam suas próprias cabeças em prol do seu país, Patriotas de Ocasião sacrificam o próprio país em prol das suas cabeças.

Embora divididos, somos todos patriotas: uns sacrificam a própria cabeça pelo país, outros sacrificam o país pela própria cabeça.

Que o Pai dos pais acolha nossas orações pelos rejeitados e nos Liberte do Peso dos Julgamentos aos que Rejeitam!
Amém!

Talvez não haja golpe mais cruel que confiar a alma ao diabo para “salvar” o país e vê-lo tentando vendê-lo para se salvar.

Não há liberdade possível aos que entregaram suas almas ao diabo para salvar o país e ainda aplaudem o diabo tentando entregar o país para se salvar.

Terra fora de órbita: armamentistas contra o país se armar nuclearmente, e desarmamentistas querendo um país nuclearmente armado.

Malandro é o diabo que pegou as almas dos Idiotas para salvar o país, agora está tentando vendê-lo para se salvar.

⁠Enquanto uns choram seus pais que só lhes deixaram aquilo que dinheiro nenhum pode comprar, outros, miseráveis, que não têm nada além do dinheiro — desumanizam os seus.

⁠Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.

⁠Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.


O brasileiro, em sua maioria, carrega dentro de si a estranha mania de se achar especialista em quase tudo — é médico nas segundas, repórter nas terças, técnico de futebol nas quartas, teólogo aos domingos, juiz e cientista político em tempo integral.


Opina com tanta convicção sobre o que nem consumiu e sentencia com a segurança de quem jamais se atreveu a se questionar.


Tão ávidos e apaixonados pelas respostas, ignoramos que o mundo subsiste mais pelas perguntas…


Talvez seja tão somente uma forma de sobrevivência intelectual em meio ao caos — ou, quem sabe, um capricho coletivo para não ficar a dever aos políticos que também aprenderam a ser influencers de quase tudo e especialistas em quase nada.


E assim seguimos, palpitando — sempre cheios de certezas — enquanto a ignorância se disfarça de sabedoria e a vaidade faz parecer que já desbravamos e entendemos o mundo, quando mal entendemos a nós mesmos.


Que o Senhor — o Dono da Verdade — nos livre do infortúnio de tropeçar na demonização da dúvida!
Amem!


Nosso país e o mundo precisam subsistir, assim suponho!

Um dos maiores palcos de manipulação do país — quiçá do mundo — Brasília haveria de receber alguém de pulso, cheio de vontade de libertar — deixe ir: Fabrício Carpinejar!


Brasília, com sua arquitetura monumental e sua aura de poder, sempre foi mais do que a capital política do país — é o símbolo vivo da manipulação institucionalizada, da retórica cuidadosamente ensaiada, das verdades maquiadas em discursos de ocasião.


Ali, onde se fabricam narrativas e se negociam destinos, a liberdade — essa palavra tão pequena e tão cara — costuma ser tratada como um artigo de luxo, raramente distribuído e quase nunca praticado.


E então, de repente, chega Carpinejar.


Com sua voz que mistura ternura e brutal honestidade, com seu dom de traduzir sentimentos que o poder não compreende, ele atravessa os corredores de Brasília não para discursar, mas para desatar.


Lança “Deixa ir” — um livro que fala sobre o desapego, sobre o amor que sabe partir, sobre a leveza que nasce quando se solta o que aprisiona.


E é aí que mora a ironia mais sublime:
No palco da manipulação, onde os verbos dominantes são reter, aprisionar, onde a vaidade se confunde com propósito, chega um poeta dizendo: “Deixe ir.”


É como soltar um pássaro dentro de um aquário de concreto.


Como ensinar o poder a amar sem possuir.


Carpinejar, nesse gesto, não apenas lança um livro — lança uma provocação existencial.


É como se dissesse: “Enquanto o país se esforça para segurar o que não cabe mais nas mãos, eu escrevo para lembrar que o verdadeiro domínio é saber soltar.”


Não haveria melhor palco para deixar ir do que aquele que só sabe aprisionar!

⁠Tentaram vender Bravura de leão a pretexto de salvar o país, agora que a chapa esquentou, tentam vendê-lo embrulhado na meiguice de ursinho de pelúcia para se salvarem.

⁠O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.


E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.


Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.


E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.


No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.


Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!

Brasil: país da impunidade.
Não é de graça a dificuldade
de si pensar em clemência
para os envolvidos do 8 de
janeiro, por parte da mídia.

Quando jovem, reclamava dos meus pais. Saí de casa. Na faculdade, reclamava do curso de Psicologia. Mudei para Filosofia.
Aprendi que culpar os outros ou a situação não leva a nada. Só nos deixa parados. A verdadeira mudança começa quando paramos de reclamar e agimos.
Cada reclamação é um sinal para tomar uma atitude. É uma chance de sair do lugar e construir algo novo. Use esse incômodo como força para dar o próximo passo, por você mesmo.
A vida não acontece para você. Ela responde às suas escolhas e à sua coragem de mudar.

Os melhores amigos e muito mais são os nossos professores e os nossos pais.