Rei

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Despido, humilhado, zombado,
O Rei da Glória foi exposto ao desprezo,
A cruz não só feria o corpo,
Feriu também a honra, o respeito.

O IDE não é opcional — é mandamento do Rei!

O Reino não controla, restaura.
O Rei não manipula, cura.
A Palavra não te prende a sistemas, te conduz ao trono.
Quem anda com o Rei anda livre, livre do medo, livre da culpa, livre do domínio humano.
É uma liberdade santa, que gera vida, verdade e amor. miriamleal

A Palavra não te aprisiona, ela te apresenta o Rei.
E onde o Rei governa, não há correntes que resistam.

Por isso, toda aplicação da Lei deve lembrar quem é o verdadeiro Rei. Deus é justo em Seu julgamento, mas misericordioso em todo momento.


Ele é santo em Sua perfeição, mas cheio de compaixão. Não despreza o coração quebrantado, nem abandona quem está cansado. miriamleal

O Mundo em toda sua existência, jamais se curvou a algum deus ou a algum Rei, então se posicione humildemente na fila e evolua, sem devaneios.

⁠Quando as pessoas decidem trilhar caminhos diferentes, mesmo assim, até o epílogo, permanece um reino de sentimentos, apreço, consideração e respeito. Este capítulo será registrado no diário de bordo de suas vidas e, assim, jamais será deletado ou esquecido.

⁠Em jogo de damas o rei não é bem-vindo

A LENDA MEDIEVAL

Excalibur espada lendária na pedra!
(lenda do rei Arthur)!
Apocalipse
Os exércitos dos céus o seguiam, vestidos de linho fino, alvo e puro, montados em cavalos brancos, uma espada afiada saía-lhe da boca para ferir com ela as nações. Ele as regerá com cetro de ferro; e Ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho da justa ira de Deus Todo-Poderoso.
Em seu manto, sobre a coxa, traz escrito este nome:
REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.
Gênesis
E, havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida
A morte e a vida estão no poder da língua...
(Provérbios, 18:21)
É através da língua humana que os homens bendizem, amaldiçoa e abençoam os homens, feitos em essência parte de Deus. É através de uma mesma boca, que procede a bênção e a maldição, e isso não convém que se faça.
(Tiago, 3:8 a 10)
Deus quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade
(I Timóteo, 2:3 e 4)
Por estes três foi morta a terça parte dos homens, isto é pelo fogo, pela fumaça, e pelo enxofre, que saíam das suas bocas.
(Apocalipse 9:18)
Uma espada afiada saía-lhe da boca para ferir com ela as nações. Ele as regerá com cetro de ferro; e Ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho da justa ira de Deus Todo-Poderoso. (Apocalipse 19:15)







A Pedra filosofal, A pedra da vida eternar
(alquimia) de Nicolas Flamel

A pedra angular era a pedra fundamental utilizada nas antigas construções, caracterizada por ser a primeira a ser assentada na esquina do edifício, formando um ângulo reto entre duas paredes.
A partir da pedra angular, eram definidas as colocações das outras pedras, alinhando toda a construção.
A pedra angular é o elemento essencial que dá existência àquilo que se chama de fundamento da construção. Atualmente, a pedra angular seria semelhante ao alicerce dos prédios contemporâneos
"A pedra que os edificadores rejeitaram, foi posta como pedra angular" (Salmos, 118:22)






Conta à lenda e a tradição que as leis dadas a Moisés estavam gravadas em tábuas de Safira (no entanto, eram provavelmente de Lápis-lazúli, porque a Safira não aparece em tamanhos necessários para gravação de tal lista).
Mas a pedra filosofal, é uma ideologia do próprio homem, afim de transformar o homem ignorante no homem nobre e polido, o homem animal no homem espiritual e moral, as pedras preciosas assim como homem são encontradas em seu meio natural na forma bruta, e só após a lapidação ela atinge seu valor intrínseco de sua forma, e essência.

Sendo a pedra o próprio coração do homem, a personalidade da alma.

Nem por ouro, nem por Gloria
apenas um Peão de sacrifico, para Gloria do meu Rei !
é preciso compreender o significado do verdadeiro Rei, pois sirvo a ele como sacrifício vivo, santo e agradável, não que tenha me imposto, mais sim por escolha, chegando ao reino do Pai pelo amor ao Filho.
Quando vejo meu irmão, vejo nela a imagem e semelhança do meu Criador , então compreendo o verdadeiro significado Rei que Devo amar e Proteger , pois o próprio Cristo morreu pelo Verdadeiro Rei, como Morre o Príncipe por sua Noiva.
Eis que lhe deixo o maior dos mandamentos, ame uns aos outros como eu vos amei.

E o tempo...


O tempo pode ser rei ou escravo.
Pode morar no presente, insistir no passado ou nos conduzir a um futuro ainda desnorteado.
O tempo não espera, não acelera, não desacelera, apenas segue seu curso.
Não passe a vida correndo atrás do tempo, aprenda a vivê-lo.
Tenha tempo para viver o tempo: amando, aprendendo, perdoando, agradecendo e construindo memórias.

Um rei não tem amigos. Tem apenas seguidores e inimigos.

Um amigo deve tratar o outro amigo como um Rei. Pois você será visto como o amigo de um Rei.


Isso não serve só para com amigos.

Por ordem do destino ou da minha própria vontade: em qualquer época, eu seria o rei do meu próprio mundo. Não sou moldado pelo tempo, mas pela minha vontade. Em qualquer século, eu honraria a minha força. Longa vida para Dicinho Dutra, o highlander de todas as épocas em qualquer dos mundos. rs...;)

SONETO #11
ROWENA

Defendo as terras saxônicas e o rei
Procuro por Rowena que desapareceu
Ivanhoé o temido que logo se ascendeu
Sendo cavaleiro, não sei se rei eu serei.

Ricardo Coração de Leão nada é teu
Nessa terra meu grande amor eu deixei
Estou em busca dela, ao meu lado terei
A companhia da fiel Rowena, algo meu.

Nessas torres e nesses muros do castelo
Procuro por ti ó meu sutil aloé do inverno
Minha ave avelã sinônimo do que é belo.

Estarás tu perto em algum lugar interno
Tenho esperanças sinceras, um novo elo
Que Rowena apaziguará o quase inferno.

O rei


No mundo perdido, existi um rei que não precisava rugir, levantar sua espada ou sequer voar para provar e manter a sua magnitude,


nesse mundo, os hábitos que causam frustração são rapidamente domados pela esperança que é respirada como oxigênio no seu reinado,


as paranoias não se criam e são jogadas do outro lado dos muros altos para os chacais e outras feras devorarem,


curiosamente, alguns fardos da vida são transformados em tapetes para serem pisados por todos que quiserem desfilar,


No mundo perdido, existi um rei que sabe reinar.

Noites a dentro




Arquiteto da noite,


Escritor da lua,


Construtor rei do silêncio,


Bússola de corações apaixonados.

Rei Salomão dizia:
que a loucura é para o louco
uma fonte de alegria.
E, sem a loucura,
não haveriam
os bens na Terra.

(Crônica)


O REI ESTÁ NU


A Cegueira Púrpura


O rato roeu a roupa do Rei de Roma!
O Rei estava nu, mas o povo via o Rei vestido de púrpura. Todos se indagavam: por que o Rei se pronunciava, dizendo-se nu? Uns diziam: "Ele é nosso Rei"; outros: "Ele não quer perder a coroa"; outros, ainda: "É um impiedoso!"; e, principalmente, ouviam-se os bajuladores que exclamavam: "Somos amigos do Rei! A nudez dele é uma nova moda!"
A coroa do Rei havia sido dada como símbolo de austeridade, e o cetro, como autoridade. Ambos simbolizavam seu poder e seu reconhecimento como semideus! Porém, [a coroa] não cobria suas vergonhas. E ele, sabendo da sua total e exposta vulnerabilidade, saiu atrás de folhas na floresta para cobrir-se.


O Refúgio da Inação


Ele gostou tanto da floresta — o refúgio da inação e do esquecimento — que resolveu tirar um cochilo e caiu em um profundo sono; dormiu por anos, até ser acordado pela chegada de um inverno rigoroso.
De sobressalto, pôs-se em pé e lembrou-se do seu Reino. Caminhou apressadamente e, ao avistá-lo adiante, ficou perplexo: "Cadê meu reino? Cadê meus súditos? Cadê minha plebe?"
Tudo estava diferente do que ele tinha deixado. Adentrou rapidamente seu antigo palácio e gritou: "Estou aqui, voltei!" Quando se voltaram para ele, uns o reconheciam, outros o reconheciam vagamente, e outros já não se lembravam dele.
A Nova Ordem e os Novos Bichos
No novo Reino, não existiam mais ratos (a corrupção miúda tinha sido controlada). A coroa pertencia a outro, e existia outro semideus. A falta de ratos se dava devido à criação de cobras pelo novo Rei; havia também gatos noturnos, mas todos vivendo em harmonia!
* As cobras eram os novos invejosos, os indivíduos que rastejam e agem sorrateiramente, mas que o novo poder sabia usar para controlar os "ratos".
* Os gatos noturnos eram os gatunos de alta esfera, que operavam nas sombras da noite, sob a aparente harmonia do novo regime.


O Rei percebeu que tinha sido destronado.
O Rei percebeu que havia se tornado um mendigo, e se viu nu, sem sua coroa e seu cetro. Ele foi deposto de seus vestidos com linho de púrpura, e agora, todos impiedosamente exclamavam...


O Veredito da Multidão


O Rei está nu!
O Rei não tem coroa, nem cetro!
Nem reino, nem vestidos de púrpura!
O Rei que voltou não tem poder algum!
O Rei está nu! O Rei está nu!
Gritava a plebe, os súditos e seus algozes, pois a multidão só reconhece o poder visível.
Temos um novo Rei!
Ele tem cetro na mão, coroa na cabeça,
E tem vestidos de púrpura, que a todos cegam.

Encruzilhada


Afrodite fica em dúvida,
entre o lenhador e o rei.
Entre o homem da madeira
e a divindade do vulcão.
Entre o que constrói lentamente
e o que explode quente.
Ela fica contente,
e contida do não saber,
na dúvida da escolha.
Querendo amar os dois,
e sem saber se pode.
Ela se sente humana e não mais Deusa.
E nesse momento,
de tormento e escolha,
fecha a rolha da Ambrósia
e adentra inteira a encruzilhada.
Roga e pede a grande mãe,
sabedoria e pudor.
Mas,
sua alma é de torpor,
furor,
calor,
amor.
Inteiro e verdadeiro.
Pulsante,
sedutor.
Ela quer ir tal qual o vento,
tal qual nuvem,
alada,
fazer ninho em dois corações.
E tornar o lenhador um rei
e o rei,
um lenhador.
Tornar os dois inteiros
e seus,
amantes,
diamantes,
sacerdotes
e machos.
Mas ela ama
e tem medo,
de magoar algum.
Porque sabe,
embora sem entender,
que não pode ser dividida.
E por que não?!
Dividida,
divindade,
de verdade!
Correr em veias de dois corpos ao mesmo tempo,
era só o que ela queria...
Pulsar dois corações!
Duas orações,
que chegam a ela juntas,
no éter,
em duas canções,
lhe pedindo amor
e ela quer dar
e tem para oferecer,
mas,
parece que no mundo real tudo é tão difícil...
Talvez o Deus a dividisse,
mas e o lenhador...?!
E, como essa dúvida gera dor,
ela faz sua mala
e volta para o Olimpo.
Sozinha.




Natasha Treuffar