Reforma
Quando Lutero e os seus companheiros de Wittenberg iniciaram o movimento da reforma, Calvino tinha 08 anos de idade. Não foi Lutero e os reformadores que aderiram a Calvino, mas Calvino e os calvinistas que aderiram à reforma. O calvinismo é apenas uma ramificação extremada e desajustada da reforma protestante.
Uma casa,
precisa de reforma.
Os trabalhadores.
A destruição, é feia.
Barulho, entulho, poeira...
Limpeza, material, construção...
Paciência.
Não acontece, em 5 minutos.
Depois,
quando fica pronto;
aparece o resultado.
É necessário que busquemos a paz de espírito, não importa onde estejamos. A reforma só ocorre quando olhamos pra dentro.
Mas...reforma dá trabalho. Imagina você ter que desmontar todas as crenças antigas e ultrapassadas e substitui-las por novas crenças. Dar nova forma! Ou seja, reformar...formar de novo...
Estou em construção, desculpe o transtorno, nunca estou pronto. Um campeão está sempre em reforma e escolhe conviver com esta desordem na busca diária pela sua melhor versão.
O princípio da cura é a consciência de nossas fraquezas e a busca da reforma íntima. A partir daí, com uma visão honesta das mudanças necessárias, traçamos o caminho que nos levará a conquista de nossa verdade pessoal .
A "reforma" heterodoxa (calvinista) tinha um objetivo diferente da reforma Anabatista e Luterana. Na "reforma" calvinista, Calvino não buscava uma reforma da igreja, ou o retorno a Sã Doutrina como os Anabatistas e Lutero! O desejo de Calvino era adaptar o modelo do papado romano. Calvino tentou mudar o eixo do monopólio da salvação instituído pela igreja católica romana (Em resumo: o Credo, o Pai Nosso, os Dez Mandamentos e os sete sacramentos.) para um modelo determinista e fatalista (Maniqueísta) para dentro do Cristianismo. Como a história mostra, Calvino se tornou uma espécie de papa de Genebra, nos moldes do catolicismo romano. As semelhanças do modelo calvinista com o catolicismo romano são:
1- Monopólio da salvação;
2- São os únicos intérpretes das Escrituras;
3- Semi-canonicidade e observação das fórmulas confessionais;
4- Veneração e defesa cega de líderes calvinistas;
5- Racionalização da fé;
6 - Vida cristã superficial. Marcelo Rissma
De certo, quando analisamos a história da reforma e contrarreforma, vemos que muitas lideranças exerceram más influências. Desde os primeiros tempos, no seio da igreja Cristã, houveram homens com caráter defraudado infiltrados com propósitos de denegrir o agir do Espírito Santo. Homens que rejeitaram a fé e a boa consciência, como no caso de Himeneu e Alexandre, os quais o Apóstolo Paulo repreendeu duramente, como disse ao seu filho na fé, Timóteo: “... os quais entreguei a satanás, para que aprendam a não blasfemar.” (1Tm 1:20)
Livro: Servir, o maior dos desafios
*REFORMA*
Uma construção vivida, tem cicatrizes do tempo que apesar das reformas não somem.
Rachaduras pré-reformadas embelezam-se superficialmente, porém a cicatrizes da cura ficam internamente.
Na verdade as cicatrizes desaparecem apenas na alma se a casa quiser...
Cura-se casa, mas não só mentalmente liberta-se das cicatrizes do passado.
E não estamos falando de casas, muito menos de construções!
Na vastidão do campo, entre sulcos e horizontes, a verdadeira reforma agrária se revela não apenas na distribuição de terras, mas na redistribuição do conhecimento sobre a história das sesmarias, da Lei das Terras e das terras devolutas, resgatando a consciência de que a prioridade é devolver à sociedade o que sempre foi dela por direito.
31 de Outubro, Dia da Reforma Protestante. Quando Martinho Lutero fixou 95 teses de erros da Igreja Católica, incluindo indulgências (cobranças de dinheiro), hoje, quem precisa de uma Reforma são as Igrejas Evangélicas que não pregam a renúncia e Salvação, mas, pregam Avareza.
A Reforma Protestante começou em 31 de outubro de 1517, e os cinco princípios da Reforma são: 1. Somente as Escrituras; 2. Somente a fé; 3. Somente a graça; 4. Somente Cristo; 5. Glória somente a Deus.
Reinventar a educação é uma grande desconstrução e reforma do pensamento; é entender que os tempos se atualizam e que o processo de ensino-aprendizagem precisa acompanhar essas mudanças.
Muitos cristãos têm a errônea concepção de que a reforma consertou essa bagunça toda. Acham que a reforma proporcionou o retorno a um cristianismo genuíno. Na verdade, porém, ela apenas colocou uma nova forma de “doutrinianismo” no lugar da antiga. A reforma foi meramente uma batalha entre velha teologia versus nova. Nem os católicos, nem os reformadores ensinavam um cristianismo que requer frutos. Ambos adoravam junto ao altar do “doutrinianismo”.
Que todos os companheiros que lutam no campo continuem a luta por uma reforma agrária justa, que dê condições para sobreviver dignamente no campo.
