Reflita na Vida
Soneto: Esperança
O vento batendo na porta
Sem compostura nenhuma
É o eco dos sentimentos
É tudo que você tanto guarda
Palavras, dores e angústias
É entulho no caminho
Às vezes temos que falar
Se livrar do que pesa
O vento sopra com jeito
A voz é engolida a seco
E as angústias saltam do peito
Eco da dona vida
Nada acontece sem fé
Rega pra ser florida
Autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 25/05/2022 às 18:20 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
Vou fazer
• Vou fazer com que cada dia, cada hora,cada minuto de sua vida surgem mil dias de felicidade
• Vou fazer com que cada momento você mantenha aquele sorriso que alegra o mundo inteiro
• Vou fazer com que você mantenha aqueles olhos que quando brilham nem as estrelas conseguem chegar
A questão não é se existe vida depois da morte. A questão é se você viveu antes da morte.
O meu passado não é pra ser lamentado, mas sim lembrado como aprendizado para eu evoluir como ser humano.
Nossa vida em sociedade é um espetáculo, depois que descobriram que o colaborador feliz produz mais, fomos do drama cinematográfico para o show de ilusionismo.
O esforço te mostra até onde você consegue chegar, o resto só depende do tamanho da sua curiosidade.
O grande desafio das filosofias é sair do estado inócuo da idealização para a parte pratica e profícua da vida!!
Se eu fosse passarinho,
e estiver a voar,
poderia ir distante,
ter o mundo pra ganhar.
Mas depois eu voltaria,
para logo me juntar
ao amor da minha vida
no abrigo do meu lar.
Não sei se a vida é dura ou eu que sou fraca.
Esperei anos para poder me libertar e, agora que consegui, estou me sentindo solitária, me sentindo sozinha como se tivessem tirado algo de mim.
Confesso que é uma sensação estranha, ainda não sei o que fazer.
no ser, sou eu o pequeno caído, que grita sem voz, gemendo juízo, vestes o que sente e chora por dentro este triste lamento que tu mesmo cativou;
tu és despresada, no compasso da vida poucos te querem e como reges teu passo, um grande abraço triste eu vou. Senhora, por que me olhas? Teu brilho não esconde o semblante autrora de quem já foi grande!
Mas, ela me disse, "sou quem vois sou, sou gente da gente que rege temente um puro temor", traída, desmantelada, sou quem restou, agora cede na tua prosa, tuas mãos frias, para levantar e caminhar comigo se quiseres, caminhando e pensado, há de florar algo além que possamos enxergar.
No compasso, calado, desprovido de sentido tornei a perguntar;
Vindes de onde, não te vi neste altar?
- sou este que te diz, estes enxergam apenas o que lhe agrada, sorriem de alma deslavada, como pragas ao redor da planta, choram sem lá está àquele a pensar, na forma de ganhar medo e sem lágrimas.
Tudo o que trazemos para a nossa vida determina a maneira como acreditamos nas coisas. E às vezes descuidamos disso.
