Reflexões sobre Sonhos
O Vendedor de Sonhos
Há sonhos que se perdem no calor da madrugada,
Enquanto a sociedade corre sem olhar para trás;
Surge um homem, de alma cansada,
Vendendo esperança onde ninguém encontra paz,
E lembrando aos esquecidos que sonhar ainda é capaz.
Ele não vende ouro, riqueza ou poder,
Vende coragem para quem deseja recomeçar;
Cobra com juros de quem quer aprender
Que até uma lágrima pode ensinar
E que nunca é tarde demais para tentar.
Caminha entre fantasmas, perdidos e esquecidos,
Recolhendo histórias marcadas pela dor;
Costura sonhos em corações feridos,
Com palavras que devolvem ao silêncio o seu valor,
E despertam, em cada alma, a coragem de sentir amor.
O Vendedor de Sonhos não promete ilusão,
Oferece perguntas para a mente despertar;
Mostra que a liberdade nasce no coração,
Quando o medo deixa de nos dominar
E escolhemos, mesmo feridos, continuar.
Assim, cada sonho encontra uma nova estrada,
E o fracasso deixa de ser uma sentença;
A vida, antes vazia, torna-se renovada,
Pois quem aprende a sonhar encontra esperança,
E descobre que viver também exige confiança.
Mas não se esqueça:
Quando a noite parecer não ter fim,
É a esperança que acende a luz dentro de nós.
Porque sonhos não morrem quando caímos —
Morrem quando desistimos de levantá-los.
Autor: James Richard Ferreira Pantoja
Pseudônimo: KANGAL
© 2026 James Richard Ferreira Pantoja (KANGAL) — Todos os direitos reservados.
Cemitério de Sonhos
Não gostaria de ter uma vida ao estilo de Epicteto. Porém, o destino não me deu opções. Sou escravo do conhecimento e da sabedoria, mas já fui do amor e da tolice.
Gostaria de ter uma boa história para contar, e tenho! Entretanto, gostaria que tivesse sido mais épica: mais feitos, mais paixões, mais lutas, mais gentilezas.
Queria ter tido a oportunidade de viajar. Aqui no Norte, minhas condições nunca foram muito favoráveis. Queria conhecer o mar; meus pais também gostariam.
Nunca me deram armas em mãos, e o pouco de prestígio que eu tinha, perdi. Espero que a morte seja mais gentil comigo do que a vida foi. Não sou vaidoso, claro, porém tenho fascínio por alguns assuntos.
Nunca fui flor que se cheire; porém, poucas foram as flores que tive a oportunidade de cativar.
Será que Deus ainda tem algum feito para mim? Eu aposto que sim, mas tenho que pagar para ver esse show!
Assinado: KANGAL — Cemitério de Sonhos.
Desistir dos nossos objetivos e sonhos é entregar de bandeja a vitória àqueles que não aceitam o nosso sucesso.
Para onde foram os sonhos passados
Os dias não contados,
Os passos errados
Por onde andei..
Para onde foi os sonhos que eu sonhei..
Os meus desejos
A minha imensa vontade
De"'ser".
Hoje eu vim me denunciar ..
Aquela verdade que me neguei
O que não realizei
Onde foi que eu guardei
O meu recomeço outra vez
Outra vez,
Só mais uma, a última vez.
Lembro vagamente que estava guardado em algum lugar do passado
Que eu julguei..
Condenaram
Quase me matei
Quase morri.
Mas é mpossível
Ele ainda vive rondando a minha memória , faz parte da minha história.
De que lado em que canto, qual gaveta
Não sei
Não quero saber
Não quero lembrar
Mas preciso resgatar.
Que cofre,
Qual o segredo
Não vou arrombar
Mas quero matar de vez essa dor.
Eu escondi, para ninguém saber
"Quero me descobrir,
Tirar a roupa suja
Me banhar,
Chorar e gritar nk banheiro
Para ninguém me ver..
Me trocar"
A consciência faz com que nos
descubramos
nos acusamos sdm culpa,
E nós declara culpados
Por falta de testemunhas..
Eu não me culpo por aquilo que não dependa só de mim..!!
Copyright, direitos autorais
Todos os direitos reservados a
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
“Quando Deus te dá sonhos maiores que seu orçamento, ele não está checando sua conta bancária.
Ele está testando a sua fé.”
Quem dorme sem sonhos acorda adormecido.
A alienação é infectada para os não vacinados em propósitos definidos
Inspiração.
A chuva, o vento, o céu, as estrelas...
O Sol, os sonhos, o firmamento...
O amor, o abraço, o beijo...
O sorriso, a alegria, a felicidade...
Tudo isso é “ inspiração”.
Estar inspirado é ser otimista,
Ser inspirado é ter esperança de que é possível ser e estar feliz.
Os sonhos acabam não quando acordamos,
Mas sim quando desistimos de ter uma vida como sempre quis.
Inspiração nas batidas pulsantes do coração,
Viver a vida com amor e emoção.
Gilberto Braga celebrante.
trabalhe o quanto for necessário para realizar seus sonhos, mas nunca se esqueça que na vida é preciso ter pausas para poder aproveitar e curtir um pouco de tudo que já foi conquistado
A vida não é boba, ela é uma professora instruída, formada na academia dos sonhos, com diploma da felicidade, graduada em abraços.
Vai lá na estante, pegue todos aqueles seus sonhos, abra aquele sorriso que é lindo, passe aquele batom bem vermelho, e vai.
Sonhos de verão, todo dia é um bom dia para viver um verão inteiro.
#maninhovive
Um amigo poeta, que escreveu um livro, me disse certa vez, com a maior tranqüilidade do mundo, que me considerava uma amiga de anos. Nós nos conhecíamos havia pouco mais de uma semana.
Naquele momento eu entendi uma coisa que a vida demorou a me ensinar: não é o tempo que marca os encontros extraordinários. Algumas pessoas passam anos ao nosso lado sem atravessar nossas muralhas. Outras chegam e, em questão de horas, encontram um lugar que parecia estar reservado para elas desde sempre.
Quando penso no Alan, penso nos verões.
Antes dele já existiam verões. Existiam piscinas, amigos, festas, domingos ensolarados e noites simples que terminavam em risadas. Mas depois dele, os verões ganharam outro significado. Havia algo de especial em dividir a vida com alguém que tornava tudo mais leve. Mesmo quando faltava dinheiro, nunca faltava motivo para celebrar. Não havia limite para a nossa capacidade de nos divertir, de sonhar, de acreditar que o próximo fim de semana seria mais uma memória feliz.
Então a doença chegou.
E, com toda a fé que existia em mim, eu acreditei que aqueles verões voltariam. Acreditei que ainda teríamos muitos sábados, muitas conversas, muitos mergulhos, muitos planos. Acreditei que o amor, a amizade e a esperança seriam suficientes para nos devolver aquilo que parecia tão nosso.
Mas a vida nem sempre responde aos nossos desejos.
Hoje a piscina está suja. Não porque ninguém possa limpá-la, mas porque ainda não fez sentido fazê-lo. Porque existe uma parte de mim que continua esperando um verão que talvez não volte da forma como eu imaginei.
E talvez seja essa a coragem que ainda preciso encontrar: a coragem de olhar para um mundo onde o Alan não esteja presente da maneira que eu gostaria e, ainda assim, reconhecer tudo o que ele deixou.
Porque o que ele me deu não foi apenas companhia. Foi pertencimento. Foi acolhimento. Foi a sensação rara de encontrar alguém que não me julgava, que não ria das minhas loucuras, que me aceitava exatamente como eu era.
Existem pessoas que passam pela nossa vida. E existem pessoas que se tornam parte dela.
O Alan foi um verão inteiro dentro da minha existência.
E talvez a dor seja tão grande justamente porque alguns verões são bonitos demais para que a gente aceite o fim quando ele chega.
