Reflexões sobre o amor para tentar entender o coração
DISTORÇÃO DO AMOR CONCRETO.
Às vezes penso, não penso;
Sinto, não sinto;
Sofro, não sofro;
Percebo, não percebo.
Choro e lamento;
Por quem já tive um dia.
Em meio a uma vida rugosa,
Cheios de marcas de um passado desconquistado;
Torno a lamentar, suplicar;
Ao homem que de mim tiraste o meu bem de mais precioso único.
Volto a chorar, choro, choro, choro, choro muito;
Só paro um dia quando a consciência do homem trouxer de volta;
O que tiraste de mim o de mais precioso belo.
Assim, então a minha vida terá de principio,
O cúmulo da felicidade;
Onde se guardas o amor morto que de mim fora tirado.
Lá no fundo, este mesmo homem;
Sofrerá com a rejeição de Marília belas;
Mulher do meu saudoso maltratado generoso coração;
Repudio de tamanho inexplicável.
Loucura é deixar para depois. É transformar o amor em lazer.
É fazer do amor um passatempo. Um simplório ato de prazer.
Loucura é desconhecer a casa, o corpo e os pontos do outro.
Loucura é viver essa insana normalidade entre quatro paredes.
Loucura é essa extrema lucidez sem fantasias.
Loucura é reprimir desejos e fetiches.
Loucura é acumular tensões e fatigar o amor.
Loucura é perder o toque, o tato, o lúdico da relação.
É só uma menina mulher aprendendo a amar. Descobrindo o amor. Descobrindo que nem tudo são flores. Que amores passam e trespassam.
Era só mais um amor passageiro, desses psicológicos, do imaginário e passou sem causar um arranhãozinho sequer no coração. Simples assim!
A noite anda cheia de amores bem intencionados. E nunca sei se é amor, ou só mais um a passar. Noite de sábado meu bem! Não se perca. Não me perca!
Eu desejo uma coisa e não posso ter , eu quero aquilo mas não posso fazer isso , isso é o amor proibido.
O amor sobrevive do futuro,ele consegue enxergar o q a gente ainda não viu. A pessoa que ama consegue enxergar o que o outro ainda não é Quem ama vê o avesso, vê o contrário da real situação.
Morre lentamente aquele que faz da palavra amor apenas uma dissílaba
Não aprendeu a conjugar o verbo perdoar.
Se apropria dos bons adjetivos, sem os merecer.
Não sabe o significado de liderança, faz uso do autoritarismo.
Humilha os necessitados, recusando-se a partilhar o pão.
Morre lentamente aqueles que passam pela vida sem cultivar flores, pois são apenas ervas daninhas.....
Passou tão rápido que não deu tempo deixar alguma dor ou resquício de amor, apenas uma lembrança de um momento bom, no tom, em meio a tantos outros. Pra quê marcas profundas se basta sentir que o tempo transcorre macio enquanto o toque dos seus lábios ressurge em pensamentos arteiros?
"Não sei se é fome ou tristeza
Se é dor de estômago ou dor de amor
Vivo então na incerteza
Dessa sim tenho certeza
Não pergunte, por favor
Nem tente entender
Só me sirva mais um café
Que seja bem forte e bem doce
Daqueles como se fosse
Fruta tirada do pé (...)"
O amor não é um bicho de sete cabeças. Basta você domar um a um seus monstros interiores e terá o mais lindo dos animais de estimação ao seu dispor.
E Sabiam-se olhar. Sabiam-se amar sem verbalizar o amor. Eram feitos assim, de silêncios intermináveis entre almas que se entreolhavam sem malícias, mas com um gingado de matar quaisquer dúvidas sobre o amor ainda desconhecido entre ambos.
Um amor não se mede pelo tempo que durou, mas sim, pela intensidade da entrega e pela saudade que deixou.
O que tira o prazer do amor, não são os afastamentos, mas a rotina, o arroz com feijão de sempre.
A falta de fantasias, brincadeiras, piqueniques, a inocência, aquele como se fosse a primeira vez entre principiantes.
O amor se torna grande, gigante não pelo tamanho, mas pela intensidade e maestria com que se vive a sua nudez.
A felicidade é o prêmio para aqueles que ousam viver suas tristezas. E o amor, o bônus, a cereja do bolo, para aqueles que aprenderam a renunciar as suas dores.
O amor não necessita de permissão para acontecer. Acontece e pronto. É o olhar que bate ao meio-dia.
São corpos que se cruzam no metrô. É a brincadeira entre amigos, que se transforma em paixão.
É o toque entre almas num pequeno esbarrão. Pronto, nasce o que chamamos de “pele”. Despertou arrepios, borbolêtas no estômago,
Disparou o coração, pronto. É amor. E vem mil e uma desculpas na cabeça, entre negações e recusas.
Tenta virar a cabeça, desviar o pensamento e quanto vê bateu de novo. É coincidência, reincidente, Multa na certa. Uma dose extra de amor.
Não adianta o desejo já nasceu, bateu a vontade e vem aquela louca ansiedade. Não sai do pensamento. Ela passa a freqüentar suas noites, sonhos,
Saídas e silêncios. Aliás, é um silêncio que fala e, ao mesmo tempo em que desperta, acalma, anestesia, seda o corpo, a mente, a alma e o coração.
Vem àquela tresloucada vontade de perder a razão e declarar-se, razões não faltam, sobram, mas é preciso um sinal claro. Avance! Siga em frente.
E vive-se essa eterna espera pela oportunidade que nunca chega. Talvez tenha passado, ou quem sabe essa seja a hora.
Vai lá e diz para ele: Toma! Meu coração é teu!
Faça o que bem quiser ou simplesmente me ame. Apenas ame, sem porquês e nem deixas fatais.
Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
Romanos 8:35.
Os justos clamam, e o SENHOR os ouve, e os livra de todas as suas angústias. Salmo 34:17
