Reflexões
Mesmo que a tormenta te assombre hoje, guarda em ti a esperança, porque dias melhores virão.
@keylak.holanda
"O que eu conheço é o que eu busco,
E eu busco a totalidade.
O que toca fundo, o que tem sentido.
Meio termo, meio passo, meio vivo,
As coisas pela metade me faz mal.
Quem não se conhece aceita qualquer coisa.
Não conheço o caminho mas, vou segui-lo mesmo assim.
Não sei do mundo, mas sei de mim,
Eu me conheço.
O que eu permito é tudo que me eleva,
Se não engrandece, não me acrescenta, então desce!
A luz e a sombra me somam, me mostram, me dizem o que sou.
Sou o doce e o amargo, não há o que escolher...
Verso e inverso, yin-yang, eu me completo.
Tudo que minha alma já viveu me compõe,
E o que me compõe habita em mim.
E o que habita em mim, eu conheço,
E o que eu conheço eu permito.
E o que eu permito, é o que eu sou."
(Miguel Parente Neto)
passado presente futuro, nos já estivemos no passado de nossas historias hoje nos estamos no presente dela amanha será o futuro dela já percebeu o quanto o tempo e estranho o mundo passa diante o nossos olhos sendo nos temos que passa a diante do mundo se a vida e tão curta por que não podemos saber o quanto iremos viver, se a vida e tão curta, por que temos que viver com distrações sendo que não podemos leva-las com nos após a nossa morte, já sei deve ser por que elas ainda estão vivas e querem continuar a historia delas e é isso que faz certas pessoas triste frias sem a nossa distração temos que seguir a historia sozinho mas sim focado a viver e não na distração que estava com ti por isso você precisa tira um pouco o foco da distração e um pouco mais sua historia
Me sinto livre, pois todo o peso que antes eu tive agora se foi, como folhas ao vento devo seguir o momento, de uma árvore um tanto escondida agora renascida para a vida
Nāo tenha vergonha de caminhar olhando para o chão, caso não enxergue o horizonte, afinal, ver aonde você pisa é fundamental para permanecer em pé na caminhada.
Enquanto nos movermos em busca de dias melhores, mesmo envolvidos pelos dilemas da vida, hão de prevalecer nossa esperança, vitalidade e saúde mental.
Eu não quero te deixar. Mas estive esperando uma oportunidade como esta a vida toda. Isto pode mudar minha carreira. Mas, se você me pedir para ficar, eu fico.
Se eu tenho medo de te perder ? Tenho! Mas se eu fugir desse amor, talvez eu nunca me encontre de verdade.
Quando pensar em desistir, lembra que levará contigo a minha felicidade e não poderá partilhar com ninguém, pois ela é minha e sua.
Eu daria agora tudo por um café ao seu lado, olhando nos seus olhos e dizendo: Amo-te mais que esse café!
Ao enxergar o mundo na perspectiva da eternidade da alma sobre a temporariedade da vida humana , eleva-se o teu encontro com teu eu maior, sente-se a fluidez e reduz-se, naturalmente, os sobrepesos e importância excessiva da conflituosidade humana e do não-controle.
À resistência, resiliência.
Ao medo, nossa presença.
Ao aparente insolucionável, o Tempo como grande mestre e maior parentesco de Deus e de nossa alma, a oportunidade do exercício de amar sem apegos
O conceito de subjetividade, o “eu”, parece-nos certo e, principalmente, prático. O segundo realmente é, entretanto, podemos nos ilusionar ao afirmar que ele é correto. Ao considerar o “eu” como unidade pessoal e constante facilmente podemos notar sua incongruência com a realidade. Visto que a mesma é contante, transitória. Desta forma, em relação ao fluxo do tempo, não existe margem para considerar a existência de algo constante que nos identifique.
Em segunda instância, podemos notar que a percepção do “eu” pelos sentidos: visão, audição, tato, paladar não pode ser considerada. Visto que o conceito de um “eu” é a não transitoriedade, ou seja, ao apoiar a percepção do “eu” nos sentidos — que apenas captam experiencias em constante mudança– é uma contradição. Além disso, a própria percepção é alterada assim como o perceptível.
Portanto, não há sustentação lógica para uma definição pessoal? Não há justificativa para utilização de adjetivos pessoais para designar a pessoalidade? De forma alguma. Isso se justifica pela praticidade. Mas não somente. Podemos tomar uma linha de raciocínio paralela ao pensamento apresentado: tomando como base a transitoriedade, podemos definir o “eu” como o histórico de transições em ralação ao tempo. De maneira a relacionar todo o passado como consequência do presente, criamos uma linha que podemos nomear de “eu”, e a previsão baseada nesta linha de acontecimento passados, nomear-se-a de “vir a ser”.
Criamos assim, uma expectativa para o “eu”; não o “eu” ilusório baseado nos sentidos ou em percepções. Mas um “eu” histórico.
Em síntese, o “eu” é todo o histórico de mudanças e nuanças refletidas no presente, que cria nossas percepções constantes e reais. Não há um “eu” perceptível, pois como dito, nossas percepções não são aptas para tal definição. Portanto, o “eu” concerne à “sensação”, algo intrínseco e infundado pela percepção.
O histórico de inconstâncias: somos uma metamorfose ambulante.
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