Reflexão sobre Liderança
Amor próprio não tem nada a ver com vaidade.
Por vaidade, gastamos a vida prestando atenção em quem nos rejeita.
Já o amor próprio nos aproxima de quem nos ajuda a ser mais nós mesmos.
Assumir a nossa verdade menos bonita é o primeiro passo para o desenvolver um senso de valor pessoal.
Só podemos curar aquilo que tem nome.
Por mais competentes e dedicadas que sejamos, só podemos fazer a nossa parte bem feita. A parte do outro é sempre do outro.
Se é preciso uma tragédia para darmos valor às pessoas mais próximas, há algo de errado com nossas escolhas e com a capacidade de bancá-las.
O futuro do trabalho é mudar a vida das pessoas exercendo nossa paixão junto aos que amamos. Só assim vamos deixar de nos rachar entre profissional e pessoal.
Assim como o cérebro direciona as metas a serem alcançadas pelas pernas perfeitas, e não caminha por elas diretamente, assim é a postura de um líder diante dos seus liderados. Mas tolo é um líder que manda andar uma perna que não tem mais capacidade de movimentar-se ou coloca como meta uma caminhada necessariamente rápida para pernas que não se locomovem com tal agilidade. É preciso discernimento na tomada de metas e sabedoria sobre quem pode sustentá-las a contento.
Quando nossas ações influenciam outras pessoas, não estamos apenas gerando um comportamento, de fato, estamos exercendo liderança sobre elas
