Reflexão sobre a Vida e o Amor
Viver, sentir...
Em qual etapa da vida, em qual fase, em qual percurso escolhido, substituímos a empatia pela aparência, os sentimentos pelo vazio, o tato pela ausência? Substituímos os valores, nos sabotamos, tornando-nos o inverso do que deveríamos ser, viver, sentir, fazer.
Em qual etapa decidimos percorrer solos áridos, secos, sem brilho, sem cor? Em qual etapa as migalhas já nos são o bastante? Outrora servidos por banquetes fartos, hodiernamente um farelo de pão aqui, um grão de arroz ali já nos basta. A constância se transforma em inércia. O brilho, a cor, o sabor – já não nos interessam.
Em qual etapa esquecemos nossa real essência? Apagam-se as luzes, máquinas do tempo, máquinas sem tempo. Somos regidos pela inércia, pelo jogo do interesse, pela individualidade egóica.
Em muitos casos, o desamor, a falta de diálogo, o tapear dos sentimentos, as cascas adoecidas, a raiz contaminada. Frutos de aparência externa deslumbrante, águas em conta-gotas nos enchem os olhos em um primeiro momento, mas não saciam mais. Acabam por drenar frutos vívidos. A insanidade que está se tornando a vida nos confronta diretamente com as adversidades, nos transforma. Esse caminho não é uma escolha, é uma razão, uma consequência.
Eu escrevo textos enrolados
Dou voltas e mais voltas, igual meu sentimento, que foi, está sendo, mas não sei como será.
Escrevo textos enrolados, e com finais confusos, na real nem eu sei o final, esse é o grande motivo de nunca ser um texto claro.
Eu escrevo pensamentos, descrevo sentimentos, o que sinto de você, talvez esse seja o motivo de você nunca gostar e não entender, eu também não entendo, e como todo texto esse não vai ter fim, só algo que vou enrolar e dar voltas, igual a tudo isso que nós vivemos.
Coleciono sonhos, amores, cicatrizes.
Toda e qualquer variação do que fui ainda reside em mim.
As decepções e dores passadas, não foram compensadas pelas alegrias de agora. Talvez, nunca serão.
Entretanto, sinto que as primeiras vão perdendo sua força, pouco a pouco, e já não incomodam tanto.
Já as alegrias, essas parecem iluminar mais forte a minha alma, como se eu pudesse percebê-las com novos sentidos.
Descubro em cada caminho novidades e destinos. Existem coleções inéditas a serem formadas.
Eu achava que podia tudo, até que me encontrei com um leão, eu ainda tentei argumentar, mas o medo me fez desistir, não sei quem me salvou, se foi o medo do leão ou o amor pela minha vida. Talvez os dois!
O presente da paz
O ano se despede. Entre luzes, promessas e champanhe, as pessoas pedem prosperidade, amor, saúde. Mas há algo ainda mais precioso que muitos esquecem de buscar: a paz. Aquela que não mora em lugares tranquilos ou em silêncios forçados, mas que nasce dentro de nós, quando escolhemos nos perdoar.
No réveillon, fazemos listas intermináveis de metas. “Vou emagrecer, mudar de emprego, viajar mais.” Tudo válido. Mas e se, dessa vez, a meta fosse menos sobre fazer e mais sobre ser? Ser alguém em paz com a própria história.
Porque, sejamos honestos, ninguém atravessa o ano sem carregar algumas culpas. Aquele dia em que você disse algo que não deveria. Aquela escolha que não deu certo. Aquela versão de si mesmo que você tenta esconder. Mas o que adianta carregar pesos do passado para o futuro? O tempo já passou, e você não é mais aquela pessoa.
Perdoe suas versões antigas. Elas fizeram o que podiam com o que sabiam. Erraram, tropeçaram, mas também abriram caminhos. Sem elas, você não estaria aqui, de pé, mais sábio e mais forte.
Agradeça quem você se tornou. Não porque você é perfeito, mas porque está em constante evolução. Celebrar a si mesmo é um ato revolucionário. Reconhecer as cicatrizes não como falhas, mas como marcas de sobrevivência, é a chave para abrir as portas da paz interior.
Então, neste réveillon, enquanto os fogos estouram no céu e os segundos correm para o novo ano, faça um brinde diferente. Não apenas ao que virá, mas ao que ficou para trás e, principalmente, ao que você é agora.
Que você dê a si mesmo o presente da leveza. Que a paz seja sua maior conquista. E que o próximo ano não seja sobre começar do zero, mas sobre continuar sendo você, de forma mais gentil, mais verdadeira e, acima de tudo, mais em paz.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Procuramos por algo que não vemos: seu nome é "semente".
Procuramos por algo que não ouvimos: seu nome é "sutil".
Procuramos por algo que não sentimos: seu nome é "pequeno". Essas três coisas são inseparáveis. Por isso, entrelaçadas, formam o Um.
Seu aspecto superior não é luminoso; seu aspecto inferior não é escuro.
Uma meditação profunda me fez hoje entender que:
"Não é no aperto financeiro que você vê quem é quem, é na sua enfermidade" Nos faz refletir sobre a verdadeira natureza das relações e da lealdade. Enquanto o dinheiro pode ser um fator importante em nossas vidas, é na hora da doença e da vulnerabilidade que podemos ver quem realmente se importa conosco.
É nesse momento que as pessoas ao nosso redor mostram sua verdadeira face, revelando quem está disposto a nos apoiar e cuidar de nós quando mais precisamos. A doença pode ser um teste para as relações, e é aí que podemos ver quem é fiel e quem é passageiro.
Essa reflexão nos faz pensar sobre o que realmente importa na vida e como devemos valorizar as relações que nos sustentam nos momentos difíceis.
"Por mais independente que você seja, nunca conseguirá evoluir completamente sozinho, sempre faltará algo. A vida não tem sentido se você não compartilha-la com alguém em algum momento."
LIBERDADE
Quero liberdade
Para ser quem eu sou
Na ânsia
Na fama
Na cama
Quero que meu ser
Transborde
Quero que você
Me borre
E se eu desejar,
Um porre
Quero a minha risada exagerada
Quero a espontaneidade
Desajeitada
Quero ser essa forma
Longe de paradigmas
Mas por mim , amada
Quero o direito de ir e vir
Sem repulsa
E que toda repressão
Seja expulsa
Afinal
Aqui um coração pulsa
Não quero a perfeição
Aceito meus borrões
Padrão é ser quem se é
Moda é vestir-se
De si mesmo
E de você
Apenas quero respeito
- Dor, traição, desespero, ser apontada com um dedo, mendigar e solidão.Um sentimento parecido a uma doença, que te faz lutar contra a dor até finalmente morrer... Assim é o Amor.
Não deixe suas emoções se embrulharem, respeite-se, permita-se e se compreenda.
Compreenda seus sentimentos e foque em entender aquilo que te fortalece e aquilo que te prejudica.
Aconchegue-se nos pensamentos bons, afaste-se dos ruins...
Saiba até onde poderás ir e não se aproximes dos confins...
Não ultrapasse, demais, seus limites e os de outrem,
que tudo tenderá a ficar bem.
Temos que ser loucos para compreender e sentir a verdadeira felicidade que nos dá vida e que nos mostra o quanto é insensatamente certa a nossa loucura e o quanto é verdadeira a insanidade do amor.
🍃💦💚 Diante das sombras das dificuldades da sua vida não se lance ao desespero, pois é das nuvens mais escuras que cai águas límpidas e fertiliza as flores; o segredo de você poder andar sobre as águas é saber onde estão as pedras... 🍃💦💚
“Somos maduros cuando elegimos vivir una vida a solo para no herimos a nadie. Somos maduros cuando asumimos que debemos vivir una vida a solos porque seriamos capaces de hacer a alguien feliz. Porque en esta vida sólo a amo aquel que nunca conoció el amor. Amar? solo amó aquel nunca tuvo la intención de lastimar a nadie, porque un día más tarde descubrimos que el amor verdadero es aquel que sentimos por nosotros mismos.
Warrington, 20.08.2012
“Hoje é 2 de novembro e resolveram que seria o 'dia dos mortos'. Eu fico imaginando a angústia e tristeza de muitas pessoas visitando túmulos, deixando flores e despejando lágrimas (e frases em pensamento) àqueles que morreram e levaram uma parte de nós junto. Esse nível de saudade é um massacre, pelamor...
Mas se há algo para refletir em 'Finados' eu acho que é isso: não esqueça que existem mais de 360 dias pra você abraçar, beijar, amar, perdoar, curtir, ajudar, dar atenção, levar flores, falar, ouvir e chorar com quem ainda respira.
Não espere um túmulo pra cair na real.”
Mesmo que destruam nossas rosas, não conseguirão destruir o Jardineiro, que é nosso coração, que as plantará novamente.
O Caminho
Uma pessoa que ama viajar e conhecer o mundo.
Em uma das minhas viagens, encontrei um sábio homem.
Ele olhou bem dentro dos meus olhos, sorriu e me disse:
"O importante não é para onde você vai, mas sim quem estará com você e percorrerá o caminho ao seu lado."
Na época, eu não entendi muito bem o que o sábio queria me dizer.
Depois de vários anos, finalmente compreendi suas palavras.
Afinal, o caminho se faz com o coração. De que adianta encontrar o caminho sozinho?
O verdadeiro valor está em apreciar a jornada ao lado de quem realmente gosta de você e encontrar a pessoa certa para caminhar junto.
