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Reflexao Dignidade

Cerca de 6908 frases e pensamentos: Reflexao Dignidade

⁠A distância repara pontos de reflexão que não são visíveis para todos.

Inserida por Raimundo1973

Ah, como pudemos nos esquecer do momento em que vivemos? Quaresma, tempo de silêncio e reflexão, foram quarenta dias no deserto, lá Jesus foi tentado e afrontado, mas resistiu, pois estava em plena oração...

Não podemos considerar esta Quaresma como uma época a mais, citando a cíclica do tempo litúrgico como uma simples repetição.

Este momento é único; é uma ajuda divina que temos que aproveitar, refletir e orar, pois queremos a presença de Jesus nessa hora, o Cristo que espera de nós uma grande mudança, não somente externa, mas que seja de dentro para fora...

Não é um tempo comum, ainda mais diferenciado é o momento "do agora", pois a cada passo dado, reflete o que pensamos, o que sentimos e o que esperamos...

É tempo de oração, tempo de olhar para o alto com os joelhos firmes no chão!

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

⁠Convicção é firmeza com consciência; teimosia é rigidez sem reflexão.

"Reflexões são boas, no que dispõem a fazerem, penso eu! Sem reflexão de uma imagem minha poderia, eu, ser muitos e concomitante ser, apenas, um? As reflexões transformam a mimha imagem em muitas refletidas, é assim que aprendo com o erro não cometido por mim e assim sou aquele que observa podendo no por vir ser o criador de uma criatura que não existe, ainda, concomitante ao criador a criatura que observa suas reflexões torna-se criador e o seu criador mais uma criatura com o poder da reflexão. Sem reflexões poderia ser criador? Uma resposta positiva me mostra algo imenso e uma negativa algo imensurável pelo seu tamanho reduzido, sem respostas torno-me o que de fato sou. Nas minhas reflexões há três respostas para cada imagem. Isso é uma coisa boa..."

Inserida por desfragmentador

Uma reflexão:

Você trabalha arduamente; luta como um guerreiro; briga pelo que acredita e aprendeu dentro da ética; constrói uma família frente a tantos que desistiram, e ergue seus filhos a sua semelhança em sabedoria; cultiva as virtudes de um ser humano saudável, e alimenta sua moral com o exemplo de vida que mostra para sua construída família. Nada disso é verdadeiro! Segundo um crédulo fanático (doente letal na raça humana) tudo isso é "obra de Jesus Cristo", então: Jesus Cristo é o pai e não eu; e Maria é a mãe não minha amada mulher; e o meu filho é um demônio que deve ser purificado, "nas águas santificadas pelo Espírito Santo".
Não importa, na visão do crédulo, o seu árduo esforço para viver! Tudo é Jesus Cristo que faz, então, qual a vontade de seguir construindo família, cultivando virtudes, fortalecer a ética e a moral?
Jesus Cristo é o advogado frente a seu pai, o Deus da Cruz, e somente ele vive e sabe o que é viver! Todos são inúteis pecadores que "não sabem nem construir família".

Moral da reflexão:
- Quando você tenta agradar a Jesus Cristo irá ser marionete dos seus ensinamentos.
- Agradar a todos destrói quem você é, te transforma em um "doente letal na raça humana" e te desvia da vida saudável.
- Aquilo que te ordenam fazer não é mais valioso que aquilo que você aprendeu a fazer.
- A maldade primeiro precisa destruir sua capacidade de amar sua família, construída por você com árduo esforço.

Inserida por desfragmentador

O Homem com a mente sem um exercício diário de reflexão é uma arma de guerra contra si mesmo.

Inserida por PoetaFernandoMatos

PONTUAÇÃO
Ponto de Partida
Exclamação à vida
Dúvida interrogação
Reflexão no ponto e vírgula
Reminiscências reticências
Dois pontos atenção
Parênteses esclarece
Colchetes elastece
Apóstrofo suprime
Travessão personagem
Vírgula paragem
Aspas enobrece
Ponto final e prece.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠“RE”VOLUÇÃO
Vivemos tempos de muita reflexão. Onde culpar um inimigo, aliás, tese que não é novidade na história, é um dos fatores para tentativa de uma pseudo-união, que se forma em torno de combatê-lo. Antes que alguém me acuse do que quer que seja, pasme-se, por ambas as forças que cada vez mais se polarizam em nosso Brasil, convém que se façam alguns registros.
Essa caça às bruxas não nasceu de hoje, a história mundial já registrou vários desses episódios onde esse antagonismo implacável acabou por emplacar guerras, mortes, violência. Todos deram a vida por suas causas. E o que a humanidade tem evoluído com isso? Geralmente é e nome da liberdade que muitos perderam a vida.
Mais especificamente em nível de Brasil, nasci num regime de exceção e hoje o creio assim, haja vista que, embora não tivesse tido uma infância abastada, havia alguma ordem na sociedade e não vou reportar aqui ser era por força ou por educação. Em tal época, pelo que lembro, era preciso estudar para as provas, as lições eram “tomadas”, o trabalho doméstico era uma obrigação de todos, inclusive crianças, dentre tantos outros “disparates”. Inexistia qualquer criminalização para isso!
Em seguimento, vivi a abertura democrática, lembro que em tal época havia pressões sindicais entrelaçadas com outros interesses políticos, cuja bandeira comum era acabar com a ditadura.
Pois bem, a “dita cuja” faleceu, negociadamente, houve campanha para eleições diretas, com o povo nas ruas.
O país, entretanto, passou, a meu ver, a viver um período de abertura, mas, na imensa maioria dos governos, tanto os ditos de direita quanto os ditos de esquerda, houve a gestação, cada vez mais pujante, da grande mácula desse País Gigante batizada de corrupção – e com um excelente “pré-natal”.
Passamos por presidentes: com “problemas de saúde” (falo físicas), quase super-heróis (na luta contra os já velhos fantasmas), intelectuais (na época era apoiado pela direita mas hoje tem a pecha de esquerda), governos mais populares (à base de romanée conti) e, agora, um governo, eleito pelo povo como todos os outros, que também tem como bandeira central o combate à corrupção (comum na campanha de todos os outros).
Não é preciso repisar a história do que aconteceu e do que vem acontecendo.
As “desinformações” existem de toda a “desordem” (redundância proposital), desde a imprensa massiva até os meios mais populares de comunicação.
Há fomento de novos “valores”, como se toda a sociedade fosse obrigada a colocá-los acima de todos os outros que também sustentam as famílias. E mais, são situações que estão muito mais como bandeiras remotas em relação às verdadeiras atitudes. São muitas bandeiras levantadas em nome disso ou daquilo, mas a efetivação do amor ao próximo pouco se vê na prática, ali, do outro lado da rua.
Posso referir que já vi fervorosos defensores, das mais variadas bandeiras da modernidade, tratar com desdém e desrespeito um trabalhador de um restaurante. O que realmente vale? Bandeira ou atitude?
O sistema de um País democrático é sustentado em dois grandes pilares: respeito aos direitos e garantias individuais; e também na autonomia e independência entre os poderes.
Como será que estão nossos pilares?
A resposta, independendo de sua ideologia, a menos que se possa rubricar fortemente a hipocrisia, é que ambos estão fragilizados. E muito!
Ocorre que, ao ver do escritor destas palavras, os poderes não são autônomos e independentes há muito tempo.
Da mesma forma, o respeito aos direitos e garantias individuais, nessa disputa pelo poder, está cada vez mais fragilizada.
E o Outorgante Maior está cada vez mais desprestigiado!
Aquele que não reza na cartilha do congresso (nem vou dizer qual) não governa. Da mesma forma, estamos vendo um judiciário que a tudo pode (manda investigar, prender e ainda julga). Bem verdade que não sou favorável a outorga de uma carta em branco a quem quer que seja no executivo.
Mas as reflexões que entendo pertinentes são:
- Será que vivemos num Estado de Direito? Na forma e na realidade?
- Será que já não vivemos uma ditadura (mas travestida)?
- E o povo, nesse cenário, está, verdadeiramente, com seus direitos resguardados?
- Que Ordem desejamos?
Tudo ainda é uma incógnita, mas essa instabilidade não tem um nome ideológico, vem sendo fomentada há anos e financiada pela malfadada corrupção que assolou, assola e não se sabe, por quanto tempo, ainda assolará esse amado País.
Estejamos sempre altivos e intransigentes com os nossos valores, não os fragilizando em nome de quem quer que seja.
A respeito da grande reforma, pego carona no legado deixado por Immanuel Kant: “Toda reforma interior e toda mudança para melhor dependem exclusivamente da aplicação do nosso próprio esforço”.
Tenhamos fé que, de alguma forma, a Ordem se estabeleça, a Paz possa reinar soberana e o respeito a todos que pensem de forma diversa seja respeitado.
Encerro nas palavras de Voltaire:
“Posso não concordar com nenhuma das palavras do que você disser, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las”.
(Alfredo Bochi Brum)

Inserida por alfredo_bochi_brum

O senso de justiça é divinamente intuitivo e, por isso, sempre digno da reflexão.

Inserida por Edgar1009

É importante que dediquemos um momento á reflexão dos fatos sem nenhuma roupagem.

Inserida por AdmilsonNascSantana

A auto reflexão permite um mergulho profundo em direção ao verdadeiro Eu, que encontra-se ainda intacto, esperando que acordemos do sono profundo para vivemos em uma realidade real e plena.

Inserida por AdmilsonNascSantana



A paciência é um daqueles instrumentos que leva o Espírito humano à reflexão e também a silenciar nas horas de afiliações, levando-o a auto reflexão para a construção de novas rotas de sobrevivência para a Vida.

Inserida por AdmilsonNascSantana

⁠Momentos de inspiração e reflexão

Tudo tem o porquê, nada acontece aleatoriamente. Desde o desabrochar de uma linda flor até as mais duras catástrofes.
Tudo responde a um estímulo, a uma vontade, a uma ação. E quando essa é equivocada, o universo, mais cedo ou mais tarde atrairá o infrator à reparação. Consciente do propósito e por mais que doa, tudo tem o objetivo reconduzi-lo novamente em direção a uma rota segura e redentora.

Inserida por AdmilsonNascSantana

⁠" O mundo anda perdido...é muita gente achando que tem razão, sem reflexão...sem conhecimento...sem argumento...idiotizar é o lema das redes de conexão...ou seria desconexão...sem a mínima instrução...mais um idiota pra coptar...pobre mundo...desconectado da realidade...analfadigital...emburrecido por convicções sem sustentação...sua razão...sua emoção...destruição...aniquilação....perturbação....extinção...repensar e recomeçar um novo caminho...tudo está perdido...sem sentido...sem imaginação...humanidade combalida...falida...falecida."💫

Inserida por KadudaFreitas

⁠" Por entre o despertar da manhã...a vibração da tarde...a reflexão da noite...existe um caminho...destino...escolhas...aflições...desilusão...confusão...acertos...erros...arrependimento...confissões...por entre todo enfrentamento um desafio...viver...viver...viver."🌜🌟🌛

Inserida por KadudaFreitas

Escutar os sons de uma cachoeira pela manhã aumentará o meu poder de reflexão e será bem mais agradável para refletir.

Inserida por rochanaves

⁠Dizem que "Ninguém é de ferro",
mas vos trago uma reflexão,
o ferro não pode ser destruído,
provoca sua própria destruição
com a sua ferrugem,
assim somos nós
com as nossas insensatas atitudes.

Inserida por jefferson_freitas_1

Chega o fim do ano e com ele a reflexão inevitável que toma conta da mente sobre tudo que foi vivenciado e o que futuro reserva, os momentos difíceis e os alegres, ocasiões repletas de felicidades, outras de tristezas, mudanças frequentes de ânimos, de comportamentos, medos superados, vitórias surpreendentes, resiliências descobertas, gosto amargo de aflições, choro e suor derramados, muitas e diversas emoções, corações confortados, partidos, restaurados, cada fato foi imprescindível, nada em vão, portanto, claramente, não é fácil chegar até o fim de mais um ano, entretanto, graças a Deus, é possível, razão suficiente para ser alguém grato e disposto para o novo ano que está vindo.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Reflexão sobre crescimento e fé…
Com o fluir do tempo, compreendemos que cada vivência, seja um desafio, uma incerteza ou um triunfo, integrou-se ao nosso desenvolvimento pessoal.
A Divindade não nos impõe fardos insuportáveis; antes, com a maturidade, discernimos que cada acontecimento possui uma finalidade e uma razão subjacente.
Todas as intervenções divinas visam harmonizar e instruir, e quanto mais árduas se apresentam as circunstâncias, mais próximos nos encontramos das nossas maiores graças.

Inserida por mauriciojr

⁠O Fardo do Sucesso: Uma Reflexão Urgente Sobre o Brasil Atual…

No panorama incerto do Brasil, a prosperidade individual, em vez de ser celebrada como motor de avanço, parece converter-se em um fardo cada vez mais pesado. A cada novo amanhecer, a nação se vê enredada em uma teia de tributos crescentes, que se estende insidiosamente sobre aqueles que ousam buscar e alcançar o êxito. É como se, em terras tupiniquins, a contramão se tornasse a via principal, onde o esforço e a iniciativa são recompensados não com incentivos, mas com o peso sufocante de uma carga fiscal exorbitante.

Nesse cenário paradoxal, o espírito de iniciativa e a criação de valor, em vez de florescerem livremente, enfrentam uma miríade de obstáculos que parecem erguidos para tolher o ímpeto criativo. Cada passo em direção à inovação e à construção de novos negócios é recebido com a burocracia labiríntica e a onerosidade de um sistema que parece punir o dinamismo. E, no entanto, é justamente nesse ambiente adverso que a capacidade de gerar progresso se destaca como uma força vital, indispensável para o avanço do país.

A capacidade de inovar e criar é, de fato, a espinha dorsal da economia brasileira, um vetor incansável de progresso. Sua relevância transcende o mero ato de fazer negócios; ela se materializa na criação de empregos, que oferece dignidade e sustento a inúmeras famílias, contribuindo significativamente para a redução do desemprego. É através da iniciativa de mercado que novos produtos e serviços surgem, impulsionando a inovação e promovendo o desenvolvimento de soluções eficazes para os desafios prementes da sociedade. Essa força não apenas injeta dinamismo no mercado, mas também se revela fundamental na geração de riqueza, elevando o Produto Interno Bruto (PIB) e fortalecendo as bases econômicas da nação. Sua capacidade de descentralização é um diferencial notável, promovendo o crescimento em regiões menos desenvolvidas e equilibrando as disparidades que frequentemente caracterizam o território nacional. Adicionalmente, essa força de mercado atua como uma poderosa ferramenta de inclusão social, capaz de empoderar grupos historicamente marginalizados, proporcionando-lhes acesso a oportunidades de trabalho e a serviços essenciais. Ela é um agente propulsor da competitividade, introduzindo novas tecnologias e estimulando um ciclo permanente de modernização do tecido empresarial, e seu impacto se estende ao campo social e ambiental, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e sustentável, ao abordar problemas e buscar soluções inovadoras.

É imperativo, então, que se erga um brado por uma transformação substancial. A premente necessidade de reduzir os gastos públicos não é apenas uma questão de eficiência administrativa, mas um clamor por justiça e por um futuro mais equânime. Diminuir a dívida pública não é somente um imperativo econômico, mas um alívio para as gerações presentes e futuras, que hoje carregam o ônus de desmandos passados. E, acima de tudo, aliviar a carga tributária não é um privilégio a ser concedido, mas uma condição fundamental para que o talento e a capacidade produtiva da nação floresçam sem amarras.

A política atual, com sua predileção por extrair cada vez mais daqueles que produzem, assemelha-se a um navio que, em vez de velejar com o vento a favor, tenta avançar contra uma tempestade crescente. É uma visão que asfixia a inovação, desestimula o investimento e, em última instância, mina a própria base do progresso. Essa pressão fiscal não atinge somente o setor produtivo; ela recai diretamente sobre o cidadão comum, erodindo seu poder de compra à medida que o custo de produtos e serviços básicos se eleva. Todos os contribuintes, sem exceção, arcam com o peso dessa conta.

O mais alarmante é que toda essa arrecadação crescente e a escalada de impostos não se revertem em serviços essenciais e de qualidade para a sociedade, que tem direito a eles. Pelo contrário, observamos uma deterioração contínua de todos os serviços públicos. O que realmente se vê é um aumento desproporcional nos gastos estatais, muitos dos quais, chocantemente, foram protegidos por um sigilo de cem anos, uma medida amplamente criticada no passado recente. Que país é esse, que exige tanto de seus cidadãos e oferece tão pouco em retorno, enquanto suas próprias contas são envoltas em tamanha opacidade? A nação merece e exige uma virada de rumo, uma política econômica que celebre o esforço, que estimule a criação de riqueza e que reconheça no ímpeto produtivo não um alvo a ser taxado, mas o motor vital para um futuro próspero e justo para todos os brasileiros. É tempo de reflexão, mas, sobretudo, é tempo de ação para que o Brasil não continue a punir o sucesso, mas sim a cultivá-lo como o mais precioso de seus bens.

Inserida por mauriciojr