Reflexão de Passado
Solidões cativas é um desejo isolado,
um sabor de amargura de um momento passado.
No meu ponto de vista, sou um grande fracasso,
carregando o peso desse cansaço.
Preso nas horas desse eterno tormento,
onde o tempo se arrasta e me quebra por dentro.
Colecionando as sombras de uma falsa ilusão, sou o
eco que ecoa na minha própria solidão.
Perdi o norte e a direção para caminhar, restou
apenas o vazio para me observar.
E no silêncio que parece não ter fim, sou apenas
a sombra do que restou de mim.
Seu passado foi uma lição, não faça do seu futuro uma sentença,o que importa é quem você é hoje!
Servo do Deus vivo
Se ficares preso ao passado vais paralisar e terás dificuldade para se conectar à novas emoções. Se viver demais no futuro vais perder a beleza da vista, com certeza, e terás ansiedade. A única cura é viver no momento presente.
Comportamentos do passado precisam ser deixados para trás. As pessoas não são obrigadas a servir a fantasias dos outros. O líder e gestor devem conduzir a experiência e formação do cidadão, não explorar ele e o descartar, isso tem efeito colateral na sociedade, e absurdos como estes são de conhecimento da massa cada vez mais cedo, e o que antes era aceitável passa a ser compreendido como negligência, incompetência, covardia,.. tudo contrario ao LIMPE. O homem que não respeita a lei do homem não é confiável, pois vai abusar de você pra se beneficiar.
“Se não conseguires perdoar-te pelos erros do passado, jamais conseguirás construir um futuro.” Daniel Perato Furucuto
A depressão vive no passado e a ansiedade mora no futuro. A cura é estar totalmente no agora — porque só no presente é possível fazer o que precisa ser feito.
Fui visitar o passado apenas por curiosidade e voltei com o coração cheio de gratidão. Quantas vezes Deus me livrou sem que eu sequer percebesse?
🌅 O Passado é Só uma Referência
O passado é apenas uma referência, nunca um destino.
Olhe para fora por um instante, como eu faço quando a cabeça pesa muito. Não para fugir de si, mas para lembrar que a vida continua existindo mesmo quando tudo dentro de você parece paralisado.
O vento não pergunta quem sofreu mais.
O amanhecer não escolhe sobre qual janela nascer.
A chuva não faz distinção entre quem venceu e quem perdeu.
O mundo segue.
Sempre seguiu.
E continuará seguindo.
À primeira vista, isso pode parecer cruel. Confesso que já achei isso muito frio, mas depois de algum tempo, você percebe que é justamente essa indiferença que torna a liberdade possível.
A vida não exige que você permaneça onde caiu.
Também não promete levantá-lo.
Ela apenas continua, oferecendo, a cada manhã, a mesma pergunta silenciosa: e agora?
Você pode passar anos respondendo com desculpas.
Ou pode começar a responder com passos.
Há dores que ninguém escolhe. Há perdas que deixam marcas tão profundas que jamais desaparecem completamente — eu sei bem como é isso. Negar isso seria desrespeitar a própria condição humana.
Mas existe um momento em que a dor deixa de ser uma ferida e passa a ser um endereço, quando paramos de carregar o sofrimento e começamos a morar dentro dele.
O sofrimento tem valor.
Mais do que imaginamos.
Ele quebra ilusões, desfaz arrogâncias, ensina limites e, muitas vezes, revela forças que jamais descobriríamos vivendo apenas dias tranquilos.
O sofrimento pode ser um mestre extraordinário, mas é um péssimo lugar para construir uma casa.
Porque todo mestre veio para ser superado.
Nunca idolatrado.
Há um perigo silencioso que quase ninguém percebe: depois de muito tempo sofrendo, a dor começa a oferecer pequenas recompensas.
Ela atrai compaixão.
Justifica adiamentos.
Explica fracassos.
Diminui expectativas.
E, pouco a pouco, sem perceber, deixamos de buscar liberdade e passamos a aceitar a esmola da autopiedade.
E toda esmola cobra um preço.
Ela alimenta por alguns instantes, mas enfraquece quem vive dela.
A autopiedade faz exatamente isso, oferece conforto imediato, enquanto rouba, lentamente, a coragem de transformar a própria história.
É um alimento que nunca fortalece; apenas prolonga a fome.
Olhe novamente para dentro de si.
Quantas vezes você voltou ao passado procurando respostas que ele já não podia oferecer?
Quantas noites conversou com fantasmas esperando ouvir deles alguma palavra diferente?
Memórias podem ensinar, mas nunca poderão viver por você.
O ontem não possui braços para construir o amanhã.
O passado é um arquivo, não uma residência.
É uma biblioteca onde se consulta a experiência, não um quarto onde se passa o resto da vida.
Talvez você tenha sido ferido por pessoas que nunca pediram perdão.
Talvez tenha perdido oportunidades que jamais voltarão.
Talvez carregue cicatrizes que ninguém consegue enxergar.
Tudo isso pode ser verdadeiro.
Mas há uma pergunta que continua esperando resposta:
o que você fará com tudo isso?
Essa é a única pergunta que realmente importa.
Não porque apague o que aconteceu, mas porque devolve a você aquilo que nenhuma tragédia consegue tirar definitivamente: a capacidade de escolher o próximo passo.
Há uma diferença imensa entre honrar uma cicatriz e viver ajoelhado diante dela.
A cicatriz é memória da cura.
A ferida aberta é apenas um pedido para que algo ainda seja cuidado.
Confundir uma com a outra é transformar a própria história em prisão.
Por isso, silencie o fantasma que insiste em dizer que nada mudará.
Ele conhece apenas o que já aconteceu.
Não sabe quem você ainda pode se tornar.
Memórias não fazem profecias, apenas repetem lembranças.
Respire fundo, como se estivesse soltando um ar que segurava há muito tempo.
Demore um pouco nesse silêncio.
Perceba que, apesar de tudo, seu coração continua batendo.
Existe vida onde você imaginava haver apenas ruínas.
Existe futuro escondido exatamente atrás da porta que o medo insiste em manter fechada.
Levantar-se não significa esquecer.
Significa seguir.
Perdoar não significa aprovar.
Significa parar de carregar um peso que já não muda o passado.
Recomeçar não significa negar a dor.
Significa reconhecer que ela cumpriu o que tinha para ensinar.
Quando a poeira finalmente baixa, você descobre algo curioso: o vazio que tanto temia nunca foi ausência, era espaço.
Espaço para reconstruir valores, relações, sonhos e a própria identidade sem as correntes do ontem.
A vida não lhe deve respostas.
Também não lhe deve compensações.
Mas continua oferecendo, todos os dias, uma possibilidade que vale mais do que qualquer explicação: um novo começo.
A história ainda não terminou.
O passado escreveu capítulos importantes, alguns belos, outros dolorosos.
Mas ele nunca recebeu o direito de escrever o final.
Esse privilégio permanece, desde o primeiro dia, nas suas mãos.
Às vezes, colocamos o passado dentro do presente e enxergamos antigas dores em pessoas que nunca nos fizeram aquilo. Não é justo com quem chegou depois, nem conosco, que continuamos vivendo feridas que já deveriam ter ficado para trás.
Não podemos mudar
o que passou,
mas podemos ressignificar
o lugar que o passado ocupa
em nossa vida.
Negar o passado para viver o pretexto de fazer melhor hoje, é insanidade e fuga da própria história enquanto construção humana... É contradizer-se, pois quem não se conhece não constrói melhor o seu próximo Eu.
Cada coisa do passado, é um tijolo na construção do ser. Tentar se livrar dele é uma insanidade, por ser o mesmo que livrar de si.
Há UMA coisa que aprisiona a mente do homem ao passado;
e há DUAS que o transformam em um 'alcoólico social'
A MÚSICA popular brasileira O SAMBA e o PANCADÃO.
Deus levantou um Noé no passado e o mundo não ouviu. Hoje, por misericórdia, Ele levantou uma multidão de Noés, mas o mundo continua surdo ao alerta.*
Saudades,
Baú do Passado
que possui duas Chaves
Uma é a da Tristeza
para as perdas não superadas
A outra é a da Gratidão
Para cada ocasião desfrutada
também guardada no coração,
Ele é sempre carregado,
mas deve ser sabiamente aberto,
o presente não deve ser atrapalhado,
é preciso seguir em frente.
🕑Os ponteiros do relógio seguem em frente,
No presente, marcam as horas
Não vivem no passado, dão atenção para o agora,
Num seguir persistente, cada vez num minuto diferente daquele de outrora.
Não perdem tempo em o outro sabotar, estando no mesmo rumo, preferem se ajudar
E, finalmente, chegamos a conclusão de que com o passar do tempo aprendemos a lição.⏳
O Passado que não me pertenceu, mas que às vezes tenho a oportunidade de visitar
Muitas músicas antigas e outras mídias de outrora; comportamentos e vestes de antes do meu nascimento ou de quando já eu era nascido, mas sem o mínimo de senso do que estava acontecendo, mexem muito com parte do meu íntimo.
Tanto que vem em certas ocasiões, aquela sensação específica de ser de outra época, de ter vivido em um passado diferente daquele que vivi, seja perto ou bem afastado, sempre muito realista, que até parecem terem sido fatos.
Nos meus sonhos e nos meus pensamentos imersivos, fiz e faço inúmeras viagens no tempo e ainda sou bastante nostálgico; tenho um imaginário ativo e um observar poético; assim, às vezes, deixo o meu presente mais aprazível, sadiamente inquieto.
A Resiliência do Tempo, Quando O Passado Ecoa no Presente
Eco de um passado distante, mas que ainda se faz presente como uma grande porta que fica aberta permanentemente, ecoando o fato de autora, talvez, uma prova de que o tempo também é resiliente.
Ecoa materializado em alguma construção antiga, nas suas paredes, utensílios, artes e cenários ou guardado em uma memória viva — na mente daqueles que vivenciaram ou dos que ouviram e leram atentamente.
Ecoado por estar descrito nas páginas de algum livro de história entre a escrita, a fala e a leitura; nas suas marcas deixadas pela natureza, ecoando de várias formas e até espalhadas pela selva de pedras.
Certa vez em um momento marcante, abençoado, dentro de um passado recente, valoroso, uma amizade muito imponente, um tesouro de Deus na terra, do tipo que não se encontra com facilidade entre um guerreiro persistente e uma jovem bela e talentosa, que compartilhavam da mesma fé e do apreço sincero pela música.
Eles não se viam com tanta frequência, até tiveram seus caminhos afastados, entretanto, um continuou sendo uma grande bênção na vida do outro, boas conversas, sábios conselhos, várias risadas, gratos e inesquecíveis momentos, talvez também, algumas lágrimas de sofrimentos e de felicidades, um vívido entrosamento.
Num dia imprevisível, aquele guerreiro depois de lutar bravamente e de uma maneira sábia, em certo ponto, uma luta silenciosa, por não querer preocupar aqueles que amava, inclusive, a sua amiga talentosa, encerrou seu bom combate, pois aprouve a Deus tê-lo por perto, lá no céu, prova da sua grandiosa Bondade.
Muito provavelmente, um choro triste inevitável começou a chover dos olhos dela, entretanto, eu creio que o conforto do Senhor foi a seu encontro de imediato, considerando, que não desconfia do seu imenso Amor, nem do seu distinto discernimento, além do fato do seu precioso amigo ter sido forte e corajoso até o seu último momento.
Parte dele continuará com ela, presente no seu coração e nos seus pensamentos, gosto de imaginar que em certas ocasiões, tocada pela saudade, estará louvando, expressando o dom da sua musicalidade através de algumas teclas ou do seu lindo canto, então, sentirá que ele está próximo como se tivesse descido dos céus para vê-la se apresentando.
