Reflexão de Falsidade

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⁠É uma questão de reciprocidade: priorizar quem te prioriza.

⁠Escolha pessoas que te indicariam para quem pedisse uma boa referência.

⁠Independentemente da classe social, a lei do retorno não falha para ninguém.

⁠O olhar do invejoso seca até plantas.

⁠Ande com quem defende o seu nome quando você não se faz presente.

⁠Fulano diz que você é ruim,
já cicrano diz que você é excelente.

Ou seja, cada um tem a
visão e a versão que merece de você.

⁠Quando alguém te desrespeitar achando que tem intimidade com você, corte o mal pela raiz.

⁠Não se venda, apenas venda!

⁠O muro de Berlim, um dia se rompeu, porque nem tudo se resolve com um muro e quem escolhe ficar encima dele, assume o risco de cair para um dos lados, inclusive para aquele que não gostaria.

⁠No fundo sabe que não passa de uma grande mentira. Vive enganando a si mesma, dizendo aquilo que seus ouvidos querem ouvir para se sentir melhor.
Tenta desesperadamente abafar o grito do seu coração, enquanto ele se contorce por dentro. Canta belas mentiras pra disfarçar a agonia causadas por suas próprias decisões.
Se vê jogando fora aquilo que mais quer, por puro capricho, enquanto se distrai com aquilo que no fundo sabe que não será para sempre.

⁠Nem todos aqueles que te abraçam e sorriem para você, são seus amigos.

Muitos estão ao seu lado, por causa do que você tem a oferecer.

Quando essa oferta acaba, eles se afastam e até te condenam.

Sempre serei verdadeiro!
Mesmo que com isso eu tenha poucos amigos.

Não meço, não digo meias-verdades, digo verdades inteiras, doa ou não,pois se doer, é porquê deverias ouvir.

Muitas vezes é preciso fingir que não estou enxergando, pra não ter que me esbarrar com a
falsidade.

"Cuidado com aquelas pessoas, que elogiam-te demasiadamente. Pois muitas vezes, certos elogios estão consequentemente ou inconsequentemente cheios de inveja e ressentimento."

---Olívia Profeta---

"Aja como um gato...aprenda a não confiam em alguns humanos. Pois nem sempre, eles aparentam ser o que realmente são."

---Olívia Profeta---

Perante seus interesses, o dissimulado mascara seu verdadeiro eu com uma fingida bondade e carinho que no momento propício somem para a maldade e frieza se revelarem às costas de quem - na vitória de seu plano - ele conseguiu seduzir, e que, por sua vez, ficará inconformado e estarrecido, se perguntando como pôde deixar-se enganar pelas aparências...

"Não sou dona da verdade mas sou filha dEle. Desculpe levar minha sinceridade ao pé da letra em..(O que digo,vivo dela e convivo). É que não sei conviver com sandice de palavras vazias que só se utilizam de cobaía pra outros. Prefiro ser taxada de um pouco impetuosa, que cúmplice acumulada da covardia de muita falsidade que a vergonha esconde."

—By Coelhinha

Entenda, por ter um coração bom, muitos irão se aproximar de você, e muitos irão te usar.

⁠Vicent…

Em um vilarejo distante, vivia um homem chamado Vicent, cuja presença era notada por todos ao seu redor. Vicent, dotado de uma aura magnética, era frequentemente admirado por sua beleza e eloquência. No entanto, por trás de seu sorriso encantador, residia uma inquietação profunda e persistente. Desde jovem, Vicent fora moldado por circunstâncias que o levaram a construir uma muralha invisível entre ele e os outros, uma fortaleza que o protegia de um mundo que ele percebia como hostil.

Vicent carregava consigo o peso de uma infância marcada por expectativas desmedidas. Seus pais, sempre em busca de perfeição, jamais reconheciam suas conquistas. Assim, ele cresceu acreditando que o amor era um prêmio a ser conquistado, nunca uma dádiva a ser recebida. Com o tempo, essa crença se transformou em uma necessidade insaciável de validação externa, levando-o a buscar incessantemente o olhar admirado dos outros.

Em sua jornada, Vicent desenvolveu o hábito de adornar a realidade com mentiras sutis, moldando a verdade para se ajustar ao que ele desejava que os outros vissem. Essa distorção era, para ele, uma forma de sobrevivência, uma maneira de construir uma imagem que o protegesse da vergonha que sentia ao encarar suas próprias falhas. Quando confrontado, reagia com uma defesa feroz, erguendo barreiras de agressividade para afastar qualquer ameaça à sua frágil autoestima.

Nos relacionamentos, Vicent se via preso em um ciclo de encontros superficiais, onde o toque físico substituía a conexão emocional. Estranhos se tornavam espelhos para refletir sua grandeza imaginada, mas, no silêncio que seguia tais encontros, ele se sentia mais vazio do que nunca. A admiração dos outros era um bálsamo temporário, logo substituído por uma sensação esmagadora de solidão.

Vicent raramente percebia o impacto de suas ações nos outros. Sua necessidade de ser o centro das atenções o tornava insensível ao sofrimento alheio, e a empatia era um conceito distante. Ele se envolvia em demonstrações de falsa modéstia, proclamando humildade enquanto secretamente ansiava por aplausos. Para aqueles ao seu redor, a convivência com Vicent era um desafio constante, uma batalha para preservar suas próprias identidades diante de sua presença avassaladora.

Aqueles que tentavam se aproximar de Vicent frequentemente se viam esgotados, suas mentes ofuscadas pela manipulação sutil e pelo constante jogo de poder. O risco de se perder nesse turbilhão emocional era real, e muitos precisavam de apoio para recuperar suas forças e reconquistar seu espaço. Para escapar dessa teia, era necessário reconhecer os próprios limites e buscar ajuda, encontrando segurança em mãos amigas e guiando-se por conselhos sábios.

Vicent, em sua solidão autoimposta, também ansiava por mudança, ainda que não o percebesse plenamente. Seu caminho era tortuoso, mas não sem esperança. A jornada para a consciência e transformação era longa e árdua, exigindo coragem para olhar além do espelho e enfrentar a verdade de quem realmente era. No fundo, Vicent desejava romper as correntes que ele mesmo construíra, buscando, talvez ainda sem saber, o alívio de um abraço genuíno e sincero.