Refletindo sobre a Vida
CERTEZAS E INCERTEZAS
Na escalada da existência temos apenas duas certezas.
E o que a correnteza do rio da vida nos traz,
Na estranheza de não encontrarmos a paz desejada,
E no passo a passo da longa estrada,
Muitas vezes no caminhar descalço,
Nos tropeços, obstáculos e percalços,
A gente se refaz no desalento,
E no outro dia, mais atento,
À procura do sentido do itinerário da vida,
Seguimos adiante nossa jornada de incertezas,
Pois aquelas duas certezas prementes,
Uma se apresenta com o nascimento;
E no decorrer da vida, ávidos pelo viver,
Ansiosos pelo dia futuro,
A cada dia vivido, mais e mais, nos aproxima
Da outra certeza inevitável.
VALDEMI CAVALCANTE
Assim como uma pequena semente pode se transformar em uma gigantesca árvore com um bom adubo, pequenas crianças podem se tornar grandes adultos com firmes ensinamentos.
Não passamos de meros ambulantes, caminhando em um eterno caminho desconhecido, com a certeza de que sempre há algo a mais para se ir além.
Por que temos que passar a vida nos escondendo atrás daquilo que não somos? Só para agradar aos outros? O que eles representam em sua vida? Quem te ama não te muda!
Cada um tem a sua essência, somos únicos e isso nos faz sermos quem somos! Seres incríveis..
Não aceite menos que isso!
Aceitação!
Sempre faça o melhor para o longo prazo, porque o longo prazo da década passada, do ano passado, do mês passado é hoje!
Tenho me cansado com facilidade. As coisas tornam-se um grande fardo pesado que carrego em silêncio.
Mas tenho sido paciente com a vida, talvez ela seja paciente comigo também.
Não quero ser rejeitada por mais ninguém. Não me importo se não me entenderem. Desde que eu me aceite, posso ter uma vida decente.
Não de ouvidos a pessoas que nunca conseguiram nada na vida, essas pessoas só querem te levar ao fundo do poço.
Não aceite migalhas, o que Deus tem preparado para você é algo sobrenatural.
Aprendam a rir-se dos seus tropeços é simplesmente viva a vida com gratidão, e sem desistir.
Aquele era o meu momento!
Foi o momento de maior encontro comigo mesma
Eu só queria ficar bem quietinha dentro do meu abraço
meu maior aconchego e ouvir meus pensamentos compreendendo
que só eu mesma poderia me entender naquele momento.
Foi tão profundo e único quando EU percebi
que a única pessoa que eu precisava
Era de mim mesma...
"Uma vida é sempre uma vida, individual e de total controle de quem a tem, se isso é burlado ou falsificado, então temos um princípio de anti matéria."
Eu sou um pequeno pedaço
De tudo que está por aí
Mas pouco se torna gigante
Se eu deixar tudo fluir
O conceito de subjetividade, o “eu”, parece-nos certo e, principalmente, prático. O segundo realmente é, entretanto, podemos nos ilusionar ao afirmar que ele é correto. Ao considerar o “eu” como unidade pessoal e constante facilmente podemos notar sua incongruência com a realidade. Visto que a mesma é contante, transitória. Desta forma, em relação ao fluxo do tempo, não existe margem para considerar a existência de algo constante que nos identifique.
Em segunda instância, podemos notar que a percepção do “eu” pelos sentidos: visão, audição, tato, paladar não pode ser considerada. Visto que o conceito de um “eu” é a não transitoriedade, ou seja, ao apoiar a percepção do “eu” nos sentidos — que apenas captam experiencias em constante mudança– é uma contradição. Além disso, a própria percepção é alterada assim como o perceptível.
Portanto, não há sustentação lógica para uma definição pessoal? Não há justificativa para utilização de adjetivos pessoais para designar a pessoalidade? De forma alguma. Isso se justifica pela praticidade. Mas não somente. Podemos tomar uma linha de raciocínio paralela ao pensamento apresentado: tomando como base a transitoriedade, podemos definir o “eu” como o histórico de transições em ralação ao tempo. De maneira a relacionar todo o passado como consequência do presente, criamos uma linha que podemos nomear de “eu”, e a previsão baseada nesta linha de acontecimento passados, nomear-se-a de “vir a ser”.
Criamos assim, uma expectativa para o “eu”; não o “eu” ilusório baseado nos sentidos ou em percepções. Mas um “eu” histórico.
Em síntese, o “eu” é todo o histórico de mudanças e nuanças refletidas no presente, que cria nossas percepções constantes e reais. Não há um “eu” perceptível, pois como dito, nossas percepções não são aptas para tal definição. Portanto, o “eu” concerne à “sensação”, algo intrínseco e infundado pela percepção.
O histórico de inconstâncias: somos uma metamorfose ambulante.
De tanto nos distrairmos pelo caminho, acabamos por nos acostumar a viver como autômatos. Seres que não sentem, só querem...que esqueceram a terra, a água, o vento, o fogo que mantém o espírito. Porém, basta um respirar profundo, um raio de sol da manhã, as estrelas no céu profundo e, se permitirmos, nossa essência primordial aflora, livre e ávida por ser feliz.
A sua menor qualidade, pode ser mais evidente que o seu maior defeito, tudo depende do "grau de visão" do seu espectador.
Boa é a vida que levo;
Sempre indo em frente, nunca me entrego;
Com Deus no coração, minha guitarra na mão;
Alguns amigos eu carrego;
Não muito inteligente, mas um tanto consciente.. e não nego;
Talvez se fosse diferente, mesmo com toda essa gente;
Maior satisfação, não me faria tão contente.
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