Redenção
O favor imerecido é d’Ele pra você. Nada do que você fizer será maior ou menor do que Jesus ter trocado de lugar com você!
Não se arrependa, mas se for para se arrepender, se arrependa apenas daquilo que você fez, pois aquilo que você não fez, não tem redenção.
" Diante das pedras"
(Inspirado em João 8:1–11)
Ela caiu.
Não diante de um erro, mas diante de todos.
Exposta. Suja de medo, olhos no chão.
Era só uma mulher...
Mas agora era um escândalo em carne viva.
E as pedras nas mãos tremiam de justiça.
Os homens gritavam, citavam a Lei,
mas não sabiam o nome dela.
Só sabiam a falha.
Apontavam com dedos que nunca haviam sido limpos.
Então Ele se curva.
O Deus que sabe o pó de onde viemos,
escreve no pó mais uma vez.
Como quem diz:
"Antes de julgar a queda de alguém,
lembre-se do chão que você pisa."
O silêncio pesa mais do que os gritos.
E Ele ergue a voz:
“Quem nunca errou... atire.”
Mas ninguém atira.
As pedras caem. Uma por uma.
Primeiro os mais velhos. Depois os mais certos.
Só ela e Ele agora.
Ele a olha.
Não com condenação.
Mas com verdade que liberta.
“Ninguém te condenou?”
“Não, Senhor.”
“Nem Eu. Vá. Mas não volte às correntes que te trouxeram aqui.”
E ela vai.
Sem feridas de pedra.
Mas marcada por misericórdia.
“Você não pode simplesmente largar a espada... É necessário mais do que isso. Você não pode simplesmente jurar não matar mais. Um homem deve semear mais trigo do que pisoteou em sua vida. Suas mãos devem construir mais casas do que queimou.”
A vida nos ensina majestosamente como reinar sobre ela. Na dor, se aprender o prazer de triunfar. A arma? Você escolhe qual usar, mas cuidado você pode se machucar.
Um crente sábio não vive em função da guerra, mas tem revelação que é vencedor por meio da obra redentiva do calvário, e desfruta dos despojos ofertados por ela.
Nenhuma pedagogia realmente libertadora pode ficar distante dos oprimidos, quer dizer, pode fazer deles seres desditados, objetos de um “tratamento” humanitarista, para tentar, através de exemplos retirados de entre os opressores, modelos para a sua “promoção”. Os oprimidos hão de ser o exemplo para si mesmos, na luta por sua redenção.
Alma
O que seria de mim
Sem alma?
Se é duvida que cresce dentro de ti
Sobre seu valor
Saiba que nenhum ser está realmente fora dos olhos
Vivendo em terra ou mar
Dos Olhos Dele
Jeová
O Único
Seja em pecado
Seja em fartura
Ninguém escaparas
Dos teus flagelos
A moça cercada estava
Onde seus olhos alcançavam
Ela se via
Em imensos planos de vidro
Descontente
Contente
Séria
Perversa
Inocente
Inúmeras expressões faziam ali parte
E tudo era parte dela
Compunha toda sua frágil
Pequena vida túrbida
Porém ela nada sentia
Não sentia medo
Nem mesmo a menor confusão
E foi ao aconchegar-se próximo a um dos espelhos
Que começou a visualizar
Sua imagem da jubilosa infância
Aquecida sob os braços do pai que a erguia
Rumo ao céu
Rumo ao seu Lugar Prometido
Em toda sua pura inocência
Ela se via
“Em qual momento eu me perdi?”
Lagrimas repentinas surgiram
Não suficiente para faze-la cair aos prantos
Ela segue em busca da resposta
A resposta da sua saída do plano astral
No próximo espelho ela chega
E logo se assombra
Sua expressão dessa vez era triste
Aterradora
Perdida
Odiosa
Desesperada por solução
Uma solução imediata por toda sua infelicidade
Seu único filho
Agora a jazer num amontoado de corpos congelantes
Terrível aura saia
Descontrolado ódio controlava
Amaldiçoando aos filhos dos filhos
Amaldiçoando a si mesma
Cavando a própria cova
No Inferno
Quem amaldiçoa é amaldiçoado
Ela sabia
Sempre soube
Ainda em assombro
Ela decide continuar
Para enfim se deparar com o que ela sentiu
Pela primeira vez
Um teor de resposta
Estrondava a cada silaba
Mas nada compreendia do que era dito
Então por fim escolhe aproximar-se do enorme portão
Com intuito de entender
“Não há espaço aos desertores de Deus”
Somente ao ouvir tais palavras
Finalmente cede
Aos prantos
Sabendo que seu filho salvo estará
Em eterna benção
Enquanto ela também sabia
Do preço do ódio
Da raiva
Da irá
De joelhos ela permanece até a presença
Do Juízo Final.
Vermelho
Ruge a voz dos bons conselhos
Caro horror que fere e fura
No sangrar dos teus joelhos
Redentora dor que cura
Os teus olhos, como espelhos
Refletindo seus vermelhos
Cor que sangra vida pura
Regularmente mergulho na contemplação das glórias celestiais; meu coração anseia ardorosamente por dedicar extensas horas à tua presença em oração. No entanto, minha carne persistentemente atesta minha inconstância e aprofundamento na servidão ao pecado, revelando a batalha contínua entre o anseio espiritual e a natureza corrompida.
Nossa vinda a este mundo foi cercada de tensão, sangue e dor. Fomos arrancados de lugar, que se supõe acolhedor, para pesadamente cumprirmos nossa rotina mediocre de convencões vulgares, com relações íntimas envoltas em látex e falsos sorrisos. Abreviemos tamanha agonia e sigamos ao cadafalso
Deixar-se cair é a salvação, como Lúcifer caindo dos céus; ele e seus irmãos antes da incompreensível criação.
Pobre Adão, tolo e inocente, caindo na perdição quando, pela solidão, caiu em tentação; ó, Eva, por que derribaste tu de tal alto santuário? Acaso cair era sua única predileção?
Serpente que rasteja por todo o chão, cair ainda mais fundo é sua maior ambição? Teus irmãos choram em arrependimento; pedem asas para voar, e não mais desejam ao inferno retornar.
Gritam os tolos “Caiam!”, derrubando os que do alto estão; pobres almas tolas que, como Eva, sucumbem a tentação.
Avisam os sábios “Subirei contigo! Não ficarás!”, e teus pés flutuam do solo, ao santuário outrora proibido, pois em ti não se encontra antigo castigo.
Agora, no silêncio das sombras, ele encontrou a paz que sempre buscou, longe do fardo de ser o vilão de sua própria história.
Deus, para nos redimir na porção mais profunda de nossa natureza - o desejo de amar e ser amado - deve revelar Sua natureza de uma forma incrível e impossível. Ele deve revelá-la em uma cruz.
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