Pensamentos Mais Recentes
Sinta a Minha Voz
Quando o silêncio do mundo
encosta no meu peito,
é tua lembrança que acende
a luz mais calma.
Te encontro nas pausas
entre um suspiro e outro,
como se o destino falasse
baixo dentro da alma.
Teu nome não precisa ser
dito em voz alta,
ele mora nas entrelinhas
do que eu sinto.
É como chuva leve batendo
na janela da memória,
lavando o tempo e tudo
o que eu não minto.
Se me perco,
é porque me encontro em você,
num lugar onde o agora esquece de passar.
E cada segundo que não
te tenho por perto,
vira poesia tentando
aprender a te chamar.
Então escuta…
não com os ouvidos,
mas com o sentir:
há uma voz que não nasce da garganta, e sim do coração.
Ela te procura mesmo quando eu finjo seguir em frente…
porque amar você é minha única direção.
Andar de montanha russa é bom.
Ativa os nervos, agita o coração, da o frio na barriga e muita emoção.
Mas, as vezes o que precisamos é do pé no chão.
A calmaria de sofá e apenas uma televisão.
E aqui não estamos falando apenas de emoção!
Eu poderia te amar por mil anos.
E certamente o amaria.
Certamente o esperaria.
Certamente o respeitaria.
Mas, entre amores e seguranças?
Prefiro o lugar seguro onde posso descansar!
Amar também é deixar ir.
E o que se faz com as emoções?
O que se faz com as memórias?
O que se faz com o amor e a saudade?
O que o consciente compreendi, reformula e se refaz.
Os sentimentos gritam, transbordam e adoecem.
Não há luta maior que entre a razão e a emoção.
Porque onde um se explica o outro apenas comunica.
Engraçado como nosso maior medo se realiza.
Mesmo estando consciente de que esse seria o fim.
Sabendo que era o melhor.
Como a razão diferente da emoção.
Porque, tudo que eu sinto é saudades de ti.
Vivo, mas não mais por inteiro.
Sinto, mas não mais com compreensão.
Vejo, mas não mais com a razão.
Sem exato discernimento, sigo com o turbilhão de emoção.
O Refúgio da Ludicidade
Embora o adulto não deva ser infantil — plenamente imaturo — precisa guardar consigo a ludicidade do seu tempo de criança: uma forma de deixar a vida mais leve, de alegrar o próprio mundo mesmo quando algo ou alguém lhe aborrece, encontrando na simplicidade, o seu refúgio e o seu fortalecimento. Pois Graças a Deus, nem tudo se trata de seriedade; também faz parte o divertimento.
O amor é belo, eles disseram!
Até que a beleza acaba,
Até que a consciência acaba,
Até que a clareza acaba,
Até que a riqueza acaba,
Até que a paciência acaba,
Até que tudo acaba!
Aí o amor deixa de belo, e tudo o que eles não disseram se torna sagas.
As diversas condições divergentes do neurodesenvolvimento padrão, infantil e adulto, tais como o TOD, Transtorno Opositivo Desafiador. O TEA, Transtorno do Espectro Autista e o TDAH, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, não são mais vistos como doenças e sim como maneiras diferentes comportamentais de verem e se comunicarem com o mundo, fora da caixa. Alguns autores chegam a falarem, em comportamentos com diferentes freqüências fora do comum. Outros autores mais espiritualizados, os colocam como indivíduos estrelares pertencentes a um novo DNA dentro do processo evolutivo biológico vindouro, da pós sociedade que ocorrerá, nos próximos anos, uma humanidade mais branda, espiritual, sensível e emocional perante a vida.
Já fui de me iludir,
De continuar a seguir,
De sempre sorrir,
E nunca de competir,
Ou ainda de desistir.
Engraçado como me ensinas, mesmo depois de partir.
Logo eu que desde menina aprendi a não demonstrar o sentir.
Mais, hoje tudo o que não consigo é esconder o sentir.
Vivo entre ruínas e reconstruções.
Sou a mistura de emoções!
Do ponto mais alto ao mais baixo,
sou como o rio que segue o curso.
A paz que venero não tem custo,
minh'alma de flor te tem como tudo.
Teus lábios de romãs são o meu mundo,
em ti não há outro lugar mais seguro.
Da essência e da minha carne feminina,
dela tenho o maior e sublime orgulho.
Não quero que fuja de ti, nem eu fugirei,
a tua masculinidade foi Deus quem deu,
do jeito que és --- nasceste para ser meu.
Do zênite ao nadir, do Ocidente ao Oriente,
serás todo meu irremediavelmente...
O amor bateu na porta, e na aorta também bateu.
Na sua partida, um pouco de mim também se foi.
As lembranças boas também viram dor.
O mundo se tornou negro, porque você também era minha luz.
Mais, aos poucos até você me conduz.
Com o tempo os dias se tornam claros.
A vida se torna mais bonita.
A saudade mesmo apertada, não se intensifica.
Estou reaprendendo a viver, mesmo com a saudade de você!
Ainda que os céus e a terra se abalem e mesmo que eu esteja nas profundezas do mar, só queria encontrar um amor.
O Autismo ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) é sempre visto como uma condição do neurodesenvolvimento que afetam e se manifestam pela dificuldade na comunicação, interação social, comportamentos e interesses. No entanto, não concordo muito com a dificuldade na interação social, por que na fase infantil, o portador do TEA, até tenta, a aproximação com outras crianças de comportamentos padrão, quase que camuflando seu jeito personalíssimo de ser mas ao primeiro sinal de interesse sobre temas e questões fora da caixa, o grupo dos novos amiguinhos se afastam. A partir desta experiência o autista começa a desenvolver uma camuflagem, que o acompanhará até a vida adulta.
*Dor de amor passa!*
Porque coração é músculo.
Machuca, cicatriza e fica mais forte.
Colo de mãe cura porque tem diploma que
nenhuma faculdade dá.
É curso intensivo de colo terapia.
É especialização em abraço que conserta.
Doutorado em eu estou aqui!
_Van Escher_
Poesia intimista
É para quem sabe ler nas entrelinhas
Para quem furiosamente
Busca por sinais não convencionais.
"Se a mente é uma viajante sem rumo em terras alheias, quem realmente vive quando o corpo desperta?"
