Recados de Amor
LIÇÕES DE AMOR
A vida me ensinou que em matéria de amar,
se deve sorrir quando se deveria chorar;
E chorar quando deveria sorrir;
Pois, o caminho para amar
é como andar na contra mão.
É o amor uma arte de guerra:
Surpreender é necessário...
Confundir para ser diferente...
E se deve impactar para conquistar.
A vida me ensinou que em matéria de amar
Deve-se contradizer o tempo:
Que se deve ir devagar, se exigir pressa...
E correr quando se pedir para caminhar;
Afinal, o tempo dirá que: o que tiver de ser será.
No modo de pensar: as coisas passam e repassam;
Só no incidente e acidente a vontade ultrapassa;
E no amor o que tem que ser, só o tempo dirá.
Alguma mudança se pode fazer,
Outras nada podem dizer;
A maioria fica ao deus-dará...
Deixa- se para o tempo mudar;
É a esperança que resta,
é o que diz a experiência:
Tudo se repete, tudo se reitera.
Que adianta a agonia de querem impor o amor?
Deve-se respeitar as escolhas...
Considerar-se os descabidos palpites.
Às favas, já que eu mesmo os permito,
Que estes dardos, muitas vezes venham ricochetear.
Sou eu quem sofre as mágoas.
Afinal, sou eu quem enxuga as minhas lágrimas;
As pessoas sofrem
Elas sofrem por amor
Sofrem por simplesmente amar
Sofrem por não ser amadas
Elas sofrem por estarem apaixonadas
Elas sofrem pela falta de reciprocidade
As pessoas sofrem
E se dispõe a chorar
Eu sofri, e sei um pouco
... de como é amar
Acontece
Acontece de alguém te machucar
De te iludir com falso amor
Mas não deixe de amar
A vida é momentânea
Então não se culpe por ser amor
As pessoas hoje em dia
Estão anestesiadas, de tanta monotonia
Elas não se permitem ser amadas
E nem a amar alguém
Pois, existe tanta gente ferida
Que não ama, se abstém
Mas ousa, não se culpe por amar
Você merece todo amor do mundo
Que alguém um dia vai lhe dar
A vida é curta pra ser menos
Então, seja sempre mais
O amor é uma dádiva
Que deve ser plantada em cada peito
E regada constantemente com gestos, atitudes e carinho
Acredito nessa nossa geração
Que é tida como problemática e mimizenta
Mas não isso
A gente só não aguenta
Ter que ser refém de uma sociedade doentia e covarde
Onde não podemos ser nós mesmo e nem dizer o que sentimos
Que somos tidos como dramáticos,
Em falar-te de amor, empatia e felicidade
Mas kakakaka isso sempre existiu
É que nossa geração tá cansada
De ver tanta gente com dor acumulada
Morrendo engasgada
Por ter medo de ser julgada
Por você, sociedade
Então, pare
Seja você, a vida é um sopro pra vc ficar se escondendo por medo do que vão pensar
Seja amor
Seja livre
Vai voar
Não fique preso ao passado
Seu amor futuro não tem culpa do que de foi
Não deixe seu amor abstrato
Coloque a dor de lado
E faça do amor seu principal prato
Vivendo uma vida super saudável
Onde vc se ama, se respeita
Onde vc se quer bem
Onde vc se rega feito uma flor
E novamente, ousa
Não se culpe por ser amor.
Eu sei menina, sei bem como é amar alguém que faz pouco do amor da gente. É a maior barra você martelar, martelar e a pessoa nem te olhar e isso machuca e dói muito. Mas tem uma coisinha que cura a gente rapidinho, sabe o que é? O Quê? Amor próprio. Te desejo uma dose de amor próprio bem doce para passar os dias. Passe bem.
Procura-se Janaína!
Jeito peculiar, tipo de quem quer amor, de quem quer amar;
Janaína, a muitos vai representar;
Janaína, pequena, aprendiz, mas que seu comportamento muito diz;
Seu olhar não diz nada, apenas absorve;
Não sabe, talvez nunca soube, mas tem muito pra dar
Está aqui pra aprender ou ensinar? Janaína é peculiar.
Com certeza, os mestres, os professores disso vão discordar.
Essa moça tem um déficit, esquizofrenia, sofrimento mental;
Demência, depressão, precisa ser tratada, precisa de hospitalização;
Mas seu jeito é de quem quer amor, atenção, sentir-se entre os seus;
Ricos ou plebeus, pra ela não tem veredito, interessa só a ádito.
O sensível, o que realmente a toca, pode está lá fora, dentro ou atrás da porta;
Pode está em você, mestre, doutor ou simples cuidador,
que com sua arrogância, com seu olhar perdido nas literaturas,
dizendo viver olhando para as “Janas”, como uma criatura,
Mas sem realmente as ver, com suas ideologias e medicamentos aumentam o seu sofrer.
Pra descobrir àquela, o destino se mobilizou,
pessoas com olhar diferente, a ela apresentou.
Se dependesse do sistema, ela iria pra o manicômio, lá pro hospital, não passaria de um monômio, e logo bateriam o martelo, que loucura é seu mau.
Aquela criatura é como você e eu,
talvez ela não lembre de tudo que aconteceu,
Mas certamente foi o excesso, ou a falta, que debilitou sua mente,
mas esta é uma agrura que acomete a muita gente.
O problema não está na pessoa dita “doente” , mas naquele que com ela vai lidar,
No que acredita, como formou-se seu olhar,
se vai ver uma pessoa precisando de ajuda, ou um doente para curar.
Assim, o eu dela podemos renovar, ou definitivamente sua morte em vida decretar.
CUIDADO! SOMOS TODOS SINGULARES, SENSÍVEIS, DEPENDENTES DA GENÉTICA OU DA POLIFONIA QUE NOS FORMA! SOMOS GENTE!
Jailton Silva
NAS ENTRELINHAS DO SONETO
No sentimento, do amar, seja meu amor
Basta estar ao meu lado, o querer haver
Ao olhar-me, ouça o coração, por ti bater
Adentre, rogo-te, quero ser o teu amador
Nas mãos, tenho flores, pra lhe escrever
Tocando nos versos tais qual um beija flor
Palavras entoadas de afago a lhe compor
E paixão, pois você é vida no meu viver!
Entre sussurros e suspiros és puro ardor
Em primaveras no meu peito a florescer
Desenhando sensações ao meu redor
Em ti esqueço que existe qualquer ser
Tudo é livre, tu fazes do versar um relator
Nas entrelinhas do soneto, o amor ter!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2017, abril. 05'40"
Cerrado goiano
Quero amar loucamente
Mas não aceito amores quaisquer
Nem um simples amor sequer
O amor tem que ser surpreendente
Desses que me faz sorrir contente
Quero uma louca paixão
Mais louca que a própria razão
Mais paixão que a própria loucura
Na medida de quem a procura
Um amor desigual e irreal
Viver é ser livre do cotidiano e amar sem limites e mergulhar no infinito chamado amor e saber que tudo na vida tem essência do criador afinal estamos só de passageiros pois um dia chegaremos ao ponto final por isso não perca tempo pois num supro viemos e nele também poderemos ir embora dê valor a cada milésimos de segundos para quem vc ama pois um dia vai querer tempo e já não vai mais existir que Deus abençoe vc é toda sua família fiquem com Deus
me diga se me amas?
me ensina a amar?
me diga o que amor?
diante os atos da vida
tantos contrastes,
te amar é uma sina...
viver para te amar,
sob ar das estrelas...
mais que o amor
muito mais que a vida...
para sempre vou te amar...
seja morte o esquecimento,
o amor és dia e noite.
no suspiro de uma ilusão
a dor do coração...
limita se na calma se o amor...
bem visto pela madrugada
belo sonho, me acorde por favor...
quero morrer amando.
Um verdadeiro amor na vida
É se aceitar e se amar da forma que és
E quem gostar de você exatamente assim
É alguém que deve manter próximo de ti
Não preciso que acredites no meu amor,
me basta te amar fielmente do meu jeito,
desconsidere o que foi dito,
reconsidere apenas o que pode ler em meus olhos.
todo o resto, são coisas insignificantes.
Assim fica tudo certo entre a gente.
Por te amar não desistiria desse amor, insistiria... Pois sei que valeria a pena. Mas por me amar mais que amar você desistiria... Pelo simples fato de não querer sofrer. Entretanto do amor nunca desisto, sempre insisto, pois ele é força motora da vida. Contudo, por este mesmo amor, desisto enquanto ele me causa dor e não alegria.
amar sob tantas questões de amor,
presumo que há vida lhe da amor,
se sorrir terá um sorriso,
tudo que plantar vai colher,
diante a paixão se da a perdição...
a vida ensina que o amor é amar,
transcendendo todas barreiras
vivendo momento a momentos,
no desejo translucido,
vulgar o tal desejo obsessivo,
nas magoas no profundo do coração,
mesmo num instante da vertente
a luz que imana da sua essência,
acada sentença se tem a fascinação,
o deslumbre que cobre cada sentido na escuridão,
respiro o ser mais profundo...
na exatidão do glamour de seus lábios,
se da conexão de outras vidas,
para sempre se ama inovando,
no deslumbre do achar a paixão
derradeira sombra que alimenta a vaidade,
se dando o mel de suas entranhas
sendo prazer tão único para sempre.
desvendando cada aparição...
no lamento que questiona o folgaz do desejo.
ama se por tantos dias compadecendo da dor que ama.
