Realmente Nao sou Perfeita nem Dona da Verdade
A vida é uma grande disputa
onde superar alguém não é necessariamente vencer,
mas se superar é principal vitória
Não acredito que existam
pessoas que mudem alguém
mas sim que em determinados pontos
ou questões o sentimentos
que temos por alguém nos muda.
É assustador como nos tornamos quando deixamos nossas mágoas guardadas saírem, elas não saem com gentilezas e afeto, elas jorram com a força da pressão que as manteve em um descontrole emocional até que se esvazie totalmente. Pessoas magoadas não desabafam, elas explodem.
De alguma forma algo sempre acaba me levanto até você, quando quase acredito que não sinto mais a sua falta, quando estou me convencendo que não tem mais nada nesse presente que nos ligue, algo de inevitável acontece levando meus pensamentos até as lembranças tuas. Toda força que parecia presente então se transforma em uma respiração, uma longa respiração. É apenas uma foto sua, que me apareceu, em meio as fotos de amigos de amigos, e lá você está. Meu sorriso sai, involuntário.
Nesse momento, um momento tão longo que anestesia meu corpo, sua lembrança, o seu sorriso. Uma imagem, tantos pensamentos, tantos sentimentos, ainda, tantos sentimentos. Adormecidos, quase sufocados, indignados por ainda estarem por aqui.
É difícil resistir a tentação de não olhar as outras fotos, mesmo sendo difícil assumir a fraqueza, a vontade é maior. Não vai ser bom, não vai fazer bem, a expectativa em ver mais de ti, de te ver sorrir e feliz, tão longe, tão bem, tão sem mim. São sensações tão inesperadas, tão de surpresa a colocar em dúvida tantas certas, ao mesmo tempo bem como o presente, ao mesmo tempo pensando em como seria agora, você aqui.
Então vem a mente, sabe, aquelas coisas que eu gostaria de dizer, coisas que não mudam nada, coisas que eu simplesmente me imagino te dizer, coisas que você talvez nem imaginem que estão aqui. Coisas que só com o passar do tempo e com a distância consegui perceber, quanta coisa que às vezes tenho aqui, me faz por breves momentos ter uma coragem arrumar alguma desculpa para te procurar, só pra conversa, só pra contar, por contar. Dentre elas algumas desculpas. Passam tantas coisas na cabeça, tantas conversar que poderiam acontecer, são diálogos jogados ao nada. Imprevisível, somos um ao outro um pouco menos que apenas estranhos. Diferentes.
Eu, que relutava em mudar, aprendi da pior maneira que eu mudaria, que não permaneceria sempre igual, aprendi quando a distância chegou e o tempo te levou, e assim aprendi que a vida sem ti faria de mim outra pessoa, aquela pessoa que você conheceu só era o “eu” por ser parte de você.
Se um dia eu tiver a oportunidade, ao te ver, de dizer algo, seria: Sinto saudades de mim, desse eu que encontro em você.
Primeiro estágio de quanto se está apaixonado: Tentar se convencer de que não está. Segundo estágio: Tentar convencer o outro de que não sente nada por ele. Terceiro estágio: Se arrepender dos dois primeiros estágios tarde demais e enlouquecer.
Não desisti não, só não insisto. E se eu não insisto não é porque não veja valor, mas é porque me dou valor.
Eu não preciso de você para viver. Eu preciso de água, porém gosto mais de coca-cola, eu preciso de alimentos saudáveis, porém prefiro uma pizza, preciso fazer exercícios, porém prefiro ficar na frente do computador. Eu não preciso de você para viver, que ao precisar é apenas por não ter escolha, eu não preciso, mas entre todas as pessoas eu te prefiro.
Deve ser o medo. Não entendo. Essa deve ser a beleza que agrada os olhos do instinto em querer sempre uma explicação. Não entendo e há o medo, mas o medo não se explica por si só, não responde nem se há o medo de não entender ou se é de entender. Não entender significaria apenas não chegar a uma resposta satisfatória, deixar vagar os pensamentos, talvez deixar os pensamentos se desviarem das respostas, porque entender também significa o fim dos pensamentos que levam as repostas. Não sei se quero abrir mão desse caminho. Acho que me apeguei a esse caminho, tentador caminho do quase entender, sem querer, por não querer. São tantas possibilidades, é tentador se perder na imaginação das possibilidades de um único caminho final. Acho que é por isso, por isso que não acho o caminho final do entender, talvez entender nem seja o caminho. Pode ser que tentar entender seja a única coisa que me resta, talvez "porques" sejam a minha melhor companhia e o medo do não chegar a lugar nenhum seja meu sentimento mais forte. Como conseguiria abrir mão desse sentimento? Teria outros mais fortes por conseguir minhas respostas? Seriam eles companheiros como o medo tem sido até agora? Seriam eles apenas meus e de mais ninguém? Da certeza do medo, não temo. O medo que tenho é apenas meu. Disso não há do que ter medo, porque esse é um medo, ter que entender um sentimento que não seja apenas meu. Só em pensar sinto mais medo. Porque quando um dos caminhos é cruzar o caminho de alguém que te provoca mais perguntas sem respostas o medo aumenta, o instinto da busca por respostas aumenta muito mais. Não há conhecimento capaz de entender ou chegar as respostas quando nada ser aproxima do que já se conhece, tudo que já se viu ou tocou, de algo que se leu, escutou. Eis o medo em perder o medo e buscar algo, além, quando a decisão da busca, ao limite de perder-se no caminho já acostumado a passar , arriscar, mudar o sentido, e abrir mão do medo e seguir um novo caminho, nos sentimentos de outro alguém se torna uma nova possibilidade, ultrapassando qualquer entendimento, arriscando-se a sentir. Sentir por si só já deveria ser uma resposta, mas não, sentimentos quando respostas só trazem mais perguntas. Só em tentar entender o que aconteceria, me agarro ao meu já conhecido medo. Só, somente eu, apenas eu não conseguiria. É preciso me convidar a entender, sem compromisso de nada entender, correndo o risco do sentir: você vem?
O que eu sinto, o que eu quero, o que eu faço, e o que eu acho, são coisas não necessariamente iguais, às vezes deixo uma das alternativa transparecer, mas nunca todas de uma só vez...
A gente finge no começo, mas finge pela emoção, porque no fundo a gente já sabe. Eu finjo que não estou me apaixonado enquanto você finge não perceber. Eu finjo que não vejo, você finge que não sente. A gente faz de conta, se baseando em sentimentos reais.
Não é irônico? Você sabe exatamente o que faz uma pessoa ser encantadora, o jeito como ela te cuida, a maneira como ela trata bem os outros, a maneira como ela consegue demonstrar que você é especial... Não é a beleza, as roupas de marca, os eletrônicos caros ou o nome da família que importa, é a maneira como ela sorri, te abraça, te proteja, te beija e cria em ti a sensação que nenhum outro consegue. É todo jeito, a voz, o toque, o cheiro, o todo. Sabe a parte do irônico? Essas pessoas que queremos são raras, porque na maioria da vezes queremos pra gente alguém assim, mas não nos importamos em ser alguém assim. Com nosso egoísmo de cada dia, mais preocupados em receber do que se doar.
Todo barulho não passa de silêncio,
a sonoridade causada
pela ausência de argumentos
a raiva que é gritada para fora
dá espaço a amargura.
Um espetáculo à parte,
o palco está montando
onde quem aplaude
é o palhaço.
Não basta apenas a teoria e os inúmeros exemplos
que deveriam nos certificar do que faz mal,
não basta presenciar tentativas frustradas e
ter conhecimento da palavra "arrependimento".
Quando se trata de amor, se você não alcançar seu máximo,
não fizer o possível até sentir a insuportável dor,
o coração se despedaçar, a alma sangrar,
nunca vai se convencer que desistir não é questão de covardia,
mas sim, de amor próprio.
Temos o amor mas não sabemos amar,
sabemos amar mas tememos o amor.
Procuramos o caminho da felicidade
seguindo a mediocridade.
Quando eu saio por ai, sem rumo sem destino, não sei o que procuro e coleciono tudo em que eu me encontre. Eu quero um tempo longe do mundo e mais perto de mim, eu quero estar longe de escutar os pensamentos que não me pertencem e dar ouvido aos pensamentos se calaram aqui dentro.
Eu saio por ai só para me encontrar em mim, em coisas que eu nunca presto atenção em detalhes importantes que por tempo se tornaram invisíveis.
Havia tanta coisa a frente de meus olhos que eu apenas via e não mais enxergava, há tanta coisa que agora eu decido se quero enxergar, há de um pouco do que eu procuro e do que perco, das coisas que apenas vejo.
Eu estou caminhando na direção que nem sei se certa é, um caminho que não quero olhar apenas para frente, vejo tudo que acontece a minha volta, não sei se o mundo gira em torno de mim ou se eu o faço girar.
Quando eu achava que olhar para frente era a melhor maneira de se seguir um caminho aprendi a olhar ao meu redor, para cima e para baixo, mas sei que meu caminho está apenas aqui dentro, quando muda minha respiração encontro vento que me guia e assim vou...
Sei que ainda há um longo caminho até me encontrar em mim.
Sexta-feira chegou heim, você não vê a hora de acabar tudo hoje, escola, serviço, não aguenta mais ver a cara desse mesmo povo desde segunda, ter terminado suas tarefas e melhor ainda, conseguiu enrolar o povo até segunda para entregar outras coisas pendentes, ou pagar algumas dívidas!
Já programando uma possível saída com os amigos no sábado, um churrasquinho no domingo, quem sabe, passear no shopping, fazer compras, comer sem pressa de ir ao trabalho ou sem precisar ter livros em cima da comida... alguns ansiosos para assistir aos jogos de futebol!
Mas hoje é sexta-feira, ainda cansado da semana toda, ainda planejando seu final de semana, vai que "pinta alguma coisa" algum convite inesperado, alguma surpresa, coisas ainda podem acontecer na sexta, então sua pressa de chegar em casa é...
Acessar a Internet, ler seus e-mails, ver se tem scraps novos, se tem depoimentos, se foi respondido ou se aquele depoimento que você mandou já foi apagado, vai fuçar o orkut de toooodo mundo pra ver onde fulano vai, ou o que ciclano planejou com outro o beltrano, quem vai fazer o que e com quem durante todo final de semana, se você vai aparecer por "acaso" na mesma balada de tal pessoa, ou se vai combinar "por acaso" de sair com alguma outra pessoa que vai encontrar outra pessoa para ficar por dentro de coisas que só ela pode te informar!
Então você já desmarca alguns encontros por ver que fulano vai estar com fulana lá, ou já perde todo seu final de semana chorando porque fulano enviou um depoimento lindo para tal pessoa, ou então você toma coragem para sair, já que viu a nova atualização "solteiro" no orkut dele, além do que ele deixou um recado todo animado para aquele amigão dele dizendo que "hoje vamos acabar com tudo véi, quero curtir pracaráleo".
Então você entra com a senha de amigos, já que alguns casos você não pode ter acesso a tais visualizações, ou seja, também dá para pedir, "como quem não quer nada", para seu amigo dar uma checadinha em tal perfil, até mesmo porque você não quer que o seu nome apareça nos visitantes...
Ou seja, sexta-feira a noite é um momento para definir o destinos dos orkuteiros!
Pode confessar, você já fez ou faz isso...
