Realmente Nao sou Perfeita nem Dona da Verdade
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.
Nota: Trecho adaptado do livro "Quando me amei de verdade", de Kim e Alison McMillen. Link
A verdade é filha do tempo e não da autoridade, mas a dúvida é o começo da sabedoria.
Não é preciso mostrar beleza aos cegos, nem dizer verdade aos surdos, basta não mentir para quem te escuta, nem decepcionar os olhos de quem te vê ..as palavras nos conquistam temporariamente, as atitutes nos ganham ou perdem para SEMPRE!
"Não sou gay, não fui abusado na infância, nem tenho problemas hormonais. Eu simplesmente não gosto de relações sexuais"
O grande professor indiano Nisargadatta Maharaj disse uma vez: “A sabedoria me diz que não sou nada. O amor me diz que sou tudo. Entre os dois, minha vida flui”. “Não sou nada” não significa que há uma árida terra de ninguém interior. Mas sim que, com estado desperto, estamos abertos para um espaço limpo, desimpedido, sem centro ou periferia — em nada separado.
Se somos nada, não há realmente nada para servir como barreira para nossa ilimitada expressão do amor. Sendo nada, assim, também somos, inevitavelmente, tudo. “Tudo” não significa auto-engrandecimento, mas um reconhecimento decisivo de interconexão; não somos separados.
Tanto o espaço limpo e aberto do “nada” quando a interdependência de “tudo” nos desperta para nossa verdadeira natureza. Essa é a verdade que tocamos quando meditamos, um sentido de unidade além do sofrimento. Está sempre presente; precisamos, meramente, ser capazes de acessá-lo.
Eu, de verdade, sou muito forte. Não só fisicamente, mas de cabeça. Há muita pressão por ser quem eu sou, por jogar onde jogo, por ser brasileiro.
Sou dona da minha própria história. Sou dona dos meus fracassos. Não estou interessada em ser perfeita.
É mais atraente a ideia de estar apaixonado do que, quem sabe, realmente estar. É mais agradável a ideia, a imaginação que é livre, diante da realidade presa ao que apenas é, fruto do passado, imutável, incerto como o futuro. O sentimento se entende com a ideia, que nem sempre é o desejo, mas que é livre pra ser como bem entender, sem ao menos ser compreendido, livre por já ter existido sem ao menos ter sido, livre para morrer, sem ao menos ter existido. E assim somos livres, para nos apaixonar quantas vezes quisermos sem nos prendermos a paixão, é o simples a amor que nunca morre, o amor em estar apaixonado.
Você me esqueceu? Toda vez que lembro, é o que penso, você realmente me esqueceu?
Calei minhas palavras, me privei de me dizer tantas vezes o que me fazias sentir, me silenciei na expectaviva que meu silêncio troxesse o esquecimento, e adormecesse para enquanto fosse necessário o sussuro de um amor perdido entre os dedos da imaturidade. Silêncio não foi mais que uma ilusão, uma anestesia na intensidade de uma mentira, você sempre esteve aqui.
Cada lágrima que fiz secar, sem deixar cair, a cada passo para não despencar, a cada respiração profunda para não me cansar de sentir o sangue, o pulsar, em cada instante nesse silêncio, você estava em mim.
Desperto as minhas palavras, desperto o sabor do doce amargo, desperto do que me mantém vivo, intorpecido. Você não me esqueceu, você me condenou a ser o amor proibido, ao prazer de me prender aos sentimentos teu.
O amor que nunca tive, será eternamente meu.
Eis a verdade.
A verdade é só esta.
Você faz parte de mim.
Outro amor não me interessa.
Desejo-te até o fim.
Você enfim, me completa.
E nada sem ti me resta.
Por isso digo a você.
Insisto em te dizer.
Esta é minha verdade.
Você é minha metade.
Sou metade de você.
A verdade de um passado: quando "feliz dançando com o cotidiano que balança mais não cai, quando só ou rodeado, não importando quem vem ou vai se ficava só"!
"Sob a luz que tolhe a noite com o objetivo de me mostrar, me queimei nos epílogos por me revelar, e herdei uma horda de pandemônios de arrepender, com suspiros gritantes de dentro para fora do vazio em mim"!
"Veio a saudade trazendo uma cesta cheia de expectativas, desleais, com às recordações numa falsa claridade se mostrando em conforto, traduzindo no desconforto sem poder toca-la"!
"Nos dias depois do fim e nas noites sem fins do fim, com a mente diante de uma alcateia faminta das fraquezas do coração, a vida vivia cortando o ar dos pulmões inúteis da atmosfera daqueles erros"... enfim e sem meu fim aprendi com eles!
Eu não tenho uma estória, tenho uma verdade: "existem olhares que prometem algo em silêncio, mas depois se fecham"!
Rejeição dói, amor não dói; eu não consigo viver com talvez, se é como um pouso não programado!
Existe um velho ditado, um pouco sinistro até: "é melhor usar uma camisa usada, do que usar uma nova sem botões"!
Vou fazer um pedido, de coração para outro coração: algumas vezes e muitas até, aprendi a comemorar um final com um começo, mas às vezes o melhor começo pode não ser o primeiro começo!
