Realmente Nao sou Perfeita nem Dona da Verdade
Você gostaria de saber qual forma de governo eu sou simpatizante, para poder me caricaturizar como homem mau e fazer guerra.
“Pois EU SOU uma dança, um amor que balança, uma esperança que se alcança, e por todos os lados há música!..."
Vem, ó amigo dá-me tua mão e leva-me contigo onde fores.
Vem, e faz-me ser melhor do que eu sou.
Canta,dança,pula comigo.
Faz-me compreender o amor de uma forma nova.
Dá que eu me apaixone por cada coisa bonita que o caminho tem.
Levar-me, arrasta-me atrás de ti.
Me pega pela mão e me conduz á tua casa.
Lá me dá de comer de teus manjares.
Sou como o clima de Curitiba. As quatro estações do ano no mesmo dia ou em uma única manha.
A alegria de viver vem como torrente, mas a insegurança e a tristeza vêm logo atrás para compilar o sentimento de liberdade altruísta.
Entre escritores e poetas, sou o de menor importância; minha busca incessante pelo conhecimento, torna-me, sabedor de nada.
Eu já era faixa preta de taekwondô, kung fu, caratê, aiquidô, krav-magá, judô. E agora eu sou faixa verde também de crossfit e já iniciei agora na zumba também.
DEUS É BOM O TEMPO TODO
Nos caminhos de Deus durmo e acordo diariamente...
Nunca estou só!
Sou multidão, que confia ao Pai milhões de dores e evita a virtude do perdão
Em ti, sou o explorador que chega a um novo continente, Onde cada paisagem desconhecida me atrai.
Não sei o nome das tuas montanhas, Nem o segredo dos teus rios.
Mas cada trilha que desvendo, Cada floresta que cruzo em teu ser, Revela uma nova cor, um novo som, E em cada passo, o amor floresce.
Ainda há tanto de ti a descobrir, Tantos mapas a desenhar. Mas não tenho pressa, Pois a beleza está na jornada, E o meu amor, em cada nova camada que encontro.
Eu sou a Força que, após resgatar a fé e a memória em pequenos reencontros, agora se concentra em proteger a única joia que me resta: a minha paz
Navego pelo século 21 com o compasso da Geração Silenciosa: sou o violino que só canta para quem entende de zelo, e o piano que transforma a paciência em paz. Sou o silêncio que escreve poemas enquanto o mundo faz barulho
Sem analogia de almas
Sou puro sentimento, sou mulher,
É na constância sentimental que alimento a minha alma,
Os céticos que a lê, dizem que em mim não existe.
Digo com solidez que a vida não é arbitrária,
Tenho como princípio o antagonismo,
Para alimentar o meu sentimento, ajo com a razão.
Sou uma imperfeição de pessoa
Tenho como causa primária às exceções
Profano as regras capazes de eliminar a minha abstração.
Quem comigo conjumina, leva-me a uma triste impressão,
De tirar-me o privilégio do desvio, do habitual.
Quem clarividência minha alma, elimina a minha consciência sutil.
Não aceito esse dogmatismo que dissimula a minha regalia
Sou uma semideusa, assim, onipotente,
Tenho uma alma conceitual sem similitude.
Nirvana
Sou meio abestada às artes manuais
Engenho melhor as máquinas
Introspectiva fico diante delas, fico imbecil
e o silêncio enche o meu mundo, meio estúpido
Vivo sossegada, descompromissada
Diante de mim, uma parede acinzentada
um varal com peças de roupas penduradas
alguns sons que veem de fora, inidentificáveis
Desenredo o meu silêncio em palavras
turvas, mudas, inexatas
Desprezo os clichês e as suas cópias desordenadas
que quebram o fascínio poético
daqueles que bem escrevem os seus nadas
Assim, passo as minhas horas, encantada
entre turbilhões de ideias
vou afugentando as ditas realidades
dessa sociedade cheia de crendices
Desculpai. Mas não nasci para os afazeres banais
para costurar as roupas rotas
e almoçar ao meio dia e meia
a minha didática de vida é outra
Sei, desiludo, não sou de bom trato
boa companhia
Vou, conforme vai o vento
lamento por causar desapontamento
sou obtusa diante do compreensível.
🎻Tal qual um violino, exijo o zelo da lapidação para que revelem minha essência; sou melodia que só desperta diante da delicadeza e da paciência serena de um piano 🎹
