Real
“Muitas pessoas vivem da realidade que criam nas redes sociais, onde nada é real é tudo é maquiado e editado para parecer um sonho.”
Aceitar é difícil, incomodo, desconfortável, mas é real!
Negar é fácil, cômodo, confortável, mas é ilusão!
Você tinha razão. O real é melhor. A verdade é melhor. Faz você se sentir meio idiota, mas é melhor.
se você ama uma pessoa, então você sente amor e ele é real, não deixe de acreditar no amor só porque não recebe ele de volta.
Não é difícil se desconectar dos filhos. Na real, é bem fácil. A vida atropela, as demandas gritam, o dia parece não ter fim. A gente sente o cansaço do excesso de responsabilidade bater e, de repente, os filhos parecem mais uma obrigação, um item na infinita lista de coisas que temos que dar conta.
Não há estrada real para a ciência e só têm possibilidade de chegar aos seus cumes luminosos aqueles que não temem fatigar-se a escalar as suas veredas escarpadas.
Você sempre viveu uma vida de fingimento, não uma vida real - uma existência simulada, não uma existência genuína. Tudo sobre você, tudo que você é, sempre foi fingido, nunca genuíno, nunca real.
O real nos parece um fluxo e no fluxo não há modelos. Daí, a eterna controvérsia dos que admitem, como Heráclito, que o fluxo ou devir é a realidade e dos que entendem, como Parmênides, que o real é imutável e o devir é aparência. Os modelos, portanto, são nossas formas perceptuais e transitórias de apreender, a cada momento, o fluxo. Assim, cada forma perceptual do fluxo só é real em relação ao percebedor no momento da percepção e só se torna aparência ou Maya se prossegue além da percepção.
O real é o agora. O agora é sempre inédito. Quem vê, não precisa de palavras, pois só se fala para aqueles que não viram. E o que se diz, já não é: o presente é mais rápido que o laço da palavra. Por isso, quem fala, não vê, porque, se fala, fala do que já não vê. O eu não existe no presente: surge, quando a experiência já terminou. O eu é o passado.
Cada percepção do real é única e irrepetível. Jamais saberemos o que perdemos, ja-
mais repetiremos o que experimentamos. A riqueza do viver não consiste na acumulação do vivido, mas na capacidade de viver plenamente o momento que passa. Nenhuma experiência deve deixar restos ou saldos, pois eles deformam as novas percepções da realidade.
Haja o que Houver
A minha vida é real
Pois com você tudo é legal
É tão estranho e tão gostoso
A gente rir a toa
Você mudou o que era então
Deixou feliz meu coração
É tão gostoso ter você comigo, pra valer
Haja o que houver
Eu sei que sempre te acompanharei
Eu sempre estarei contigo ao teu lado
Haja o que houver eu sei que sempre
Lembrarás de mim
E cantarei canções pra ti
Para te dizer que te adoro
Para dizer a todo mundo...
Que eu te amo...
O Amor é um sentimento que julgamos conhecer, mas que na verdade ninguém nunca saberá seu real sentido, profundidade e valor, apenas imaginamos com nossa pequena mente oque seria esse sentimento tão grande.
Quando não temos algo, desejamos aquilo com tanta força, pensamos como seria se tivessemos, oque fariamos se tivessemos, seja algo material ou aquela pessoa que você tanto ama. Mas na maioria das vezes, quando conseguimos "aquilo" que tanto queriamos simplismente não damos o merecido valor, afinal já conseguimos, está ali e é nosso. Mas a dor do perder é profunda e não paramos para pensar nenhum segundo oque podemos fazer para evitá-la, mas quando ela vem, buscamos de qualquer jeito uma forma de aliviá-la.
Algumas pessoas depois de tanto chorar e sofrer, de buscar e conquistar, sentem a sensação que finalmente tudo se acertou, que finalmente tudo ficará bem, afinal agora tudo está aparentemente bem. Por alguns dias até somos felizes, fazemos coisas que nos fazem sentir bem, mas quando menos esperamos lá estamos nós caindo novamente naquele buraco que foi cavado em nossa volta sem que pudessemos perceber...
A distância e o tempo geram a saudade, mas é a prova real de que realmente um faz falta ao outro por ambos se completarem quando estão juntos.
