Radical

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O Binário Feminismo
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O feminismo radical é, a exemplo de qualquer radicalismo, a expressão binária de uma forma de pensar. A linguagem binária serve para computadores, mas não creio que sirva para Seres Humanos, porque entre o 0 (zero) e o 1 (um) cabe o infinito.

⁠A tradicional lucidez dos depressivos, quase sempre descrita como um desinteresse radical pelas preocupações humanas, revela-se, em primeiríssimo lugar, como falta de interesse pelas questões de fato pouco interessantes.

“Quem precisa de mim?” é uma questão de caráter que sofre um desafio radical no capitalismo moderno. O sistema irradia indiferença.

Richard Sennett
A corrosão do caráter. Rio de Janeiro: Record, 2015.

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Mudar é possível, e necessário


Embora comprovado que uma mudança radical na vida de Alguém, só seja possível através de um forte impacto emocional, podemos sim, alterar nosso modo de pensar, mesmo que com muito esforço.

É importante lembrar que diferente dos animais que são programados para serem o que são, o homem se não for ensinado a andar, não anda, se não for ensinado a falar não fala, se não for ensinado a ler, não ler.

Em resumo, o que hoje sabemos ou fazemos, é porque fomos ensinados em algum momento da vida.

Nesta afirmação está a boa notícia, se aprendemos agir errado, podemos aprender o certo.

O primeiríssimo passo é reconhecer, e o segundo tão importante quanto, é querer.

Uma expressão que foi muito usada em um passado recentemente era : Ter a mente aberta, remete a estar aberto ao novo, mesmo que o novo seja uma resignificação do antigo aprendido.

Ter a mente aberta, é olhar para as mesmas convicções de uma outra perspectiva, é admitir que existe outro modo de enxergar o mundo, é ser liberto dos paradigmas.

Posso ser normal aos meus olhos e estranho a todos.

Denominamos de comum, tudo aquilo que vemos com frequência, é algo culturalmente normal, Por isso aquilo que pode ser comum na Coreia, normal, no Brasil pode ser exótico.

Nunca se trata das atitudes praticadas, ou a aparência em si, pois a visão que temos do externo é um aspecto nosso.

Por isso é tão importante a palavra respeito, que etimologicamente significa: olhar outra vez; olhar para trás, reconsiderar. Vale dizer que aceitar é diferente de concordar,

Para mudar, é necessário saber que no mundo não há verdade absoluta, ela pode ser verdade apartir determinada perspectiva, cientes disse, vamos aos exercícios.

O conhecimento liberta, a leitura nos faz crescer, literalmente, ativa a neuroplasticidade do cérebro, ou seja ele se expande.

Mais importante que ler, é saber o que ler, leia de tudo que tiver interesse, mas não seja superficial, mergulhe em autores que pensem diferentes, pois isso ajuda nosso senso crítico, é libertador.

A maneira mais fácil de aprisionar uma pessoa, é recomendar que leia apenas autores de determinado viés de pensamento, isso faz parte daquilo que chamamos de doutrinação.

No dicionário da língua portuguesa, ensinar significa transmitir experiências, repassar ensinamentos, instruir alguém. Enquanto doutrinar expressa-se como quer dizer transmitir à a um indivíduo alguma crença ou atitude particular, com o objetivo de que não aceite uma opinião diferente.

Com doutrinados não há diálogo, pois não aceitam a possibilidade de estarem equivocados, a supremacia os impede de ouvir os diferentes.

Pergunte-se, tenho aspecto de doutrinação em alguma aérea da minha vida? e seja honesto.

Ouvir quem pensa diferente é um ato libertador e transformador.

Mudar exige autoconhecimento, entender porque agimos de tal maneira em determinadas situações, abre uma imensa porta para mudanças.

Sou convicto que posso mudar minhas convicções a qualquer tempo.
As "certezas" podem causar mais males que as dúvidas.

Enquanto duvido, sigo aprendendo

Esteja aberto a mudanças, e seja protagonista nessa história.

o radicalismo religioso e tao atroz quanto o extremismo politico

⁠O revolucionário mais radical se torna um conservador no dia seguinte à revolução.

Hannah Arendt
New Yorker, 12 set. 1970.

A solidão não é ausência de companhia, mas a presença radical de si mesmo — e poucos suportam tal intimidade sem máscaras.

A experiência subjetiva é, por estrutura, intransferível. Nasce-se em radicalidade de solidão — a percepção própria, o sonho interno, o modo singular de sentir o abandono ou o prazer — e nenhum vínculo elimina essa impermeabilidade. O que chamamos de intimidade é a tentativa, sempre parcial, de criar pontes entre dois mundos fechados. As relações não são fusão — são aproximações de solitários que buscam no outro o que falta e oferecem o que transborda. Não há encontro absoluto: há aproximações imperfeitas que, ainda assim, constituem a única forma de travessia que o humano conseguiu inventar para suportar a própria condição.

Responsabilidade Radical


Enquanto você culpa, você não muda.
Culpar o passado, as pessoas, as circunstâncias podem até fazer sentido — mas não resolve.


Porque tudo o que está fora de você foge do seu controle.


Responsabilidade radical não é assumir culpa por tudo. É assumir poder sobre o que você pode
fazer a partir de agora.


E isso muda completamente o jogo.


Ação do dia:


Hoje, diante de um problema, pergunte: “O que está sob meu controle aqui?”

O Beijo:
O encontro de dois lábios sedentos querendo praticar um esporte radical que traz adrenalina e aventura, dentro de uma enorme sensação de prazer!!!

Fanatismo e extremismo são a essência do radicalismo! Acreditar é realizar! Sou um ser consciente, não inconsequente!

A minha vida mudou radicalmente quando você partiu para sempre! É devastador não te ter mais aqui!

"Inovação radical: onde a tecnologia transforma usuários em sócios da própria prosperidade."

Tem dias em que eu paro e penso que amar é quase um esporte radical, daqueles que a gente entra achando que é caminhada leve e, de repente, já está pendurada num penhasco emocional, sem equipamento, só com fé e um pouco de teimosia. E eu amei… amei de um jeito que não cabe em explicação bonita, dessas que ficam bem em legenda de foto. Foi um amor que existiu, que teve voz, que teve troca, que teve vida em algum canto do mundo. Não foi invenção da minha cabeça, não. Foi real. E talvez justamente por isso tenha doído tanto.


E aí vem a vida, com aquela elegância duvidosa dela, e me coloca dentro de outro amor. Um amor que não nasceu perfeito, que não veio embalado em promessas cinematográficas, mas que foi sendo construído no meio dos cacos. Porque é isso que ninguém conta, a gente não constrói amor só com flores, a gente constrói com restos também. Com pedaços que sobraram de histórias antigas, com silêncios desconfortáveis, com verdades que poderiam muito bem ter sido escondidas, mas não foram.


Eu poderia ter guardado esse amor antigo como um segredo bonito, desses que a gente esconde numa gaveta interna e visita de vez em quando, em silêncio. Mas não. Eu escolhi abrir. Escolhi colocar na mesa, olhar de frente, dividir. E isso… isso não é simples. Não é leve. Não é coisa de gente fraca. É coisa de quem decidiu não viver pela metade.


E ele ficou. Olhou para tudo isso e não saiu correndo. Pelo contrário, teve a coragem de me perguntar por que eu não escrevo sobre isso. Como se, no meio de toda essa bagunça emocional, ele ainda enxergasse arte. Como se ele dissesse, sem dizer exatamente: transforma essa confusão em algo bonito.


E eu fico pensando… que tipo de amor é esse que não exige perfeição, mas presença? Que não pede um passado limpo, mas um presente honesto? Porque, vamos combinar, talvez muita gente não suportasse. Talvez muita gente preferisse a versão editada da história, aquela sem capítulos difíceis, sem sentimentos atravessados. Mas a gente… a gente escolheu ficar.


E não foi porque era fácil. Foi porque, de algum jeito meio torto e muito humano, ainda existia vontade. Vontade de tentar, de reconstruir, de olhar para os degraus quebrados e, ao invés de desistir da escada, começar a consertar um por um.


Eu não sei se isso é o tipo de amor que vira conto de fadas. Provavelmente não. Mas talvez seja o tipo que vira verdade. E no fim das contas, verdade sustenta muito mais do que qualquer ilusão bem contada.


Então eu escrevo. Escrevo porque viver isso tudo e ficar em silêncio seria quase um desperdício emocional. Escrevo porque, no meio de tanta coisa que poderia ter nos separado, a gente decidiu, de forma quase teimosa, continuar.


E se isso não é uma forma bonita de amor… eu sinceramente não sei o que é.

Radicalismo é sinônimo de ignorância! Fanatismo é sinal de dependência! Extremismo é manifestação de fraqueza!

⁠O Evangelho genuíno é uma agência de transformação radical, onde não há transformação constante, onde não há poder da ressurreição, onde não há o Espírito de Cristo, resta apenas uma religião formalista e morta.

O calvário não nos convida a uma reforma religiosa, mas a uma morte radical para os prazeres deste século, exigindo que cada gota de nossa existência seja consumida na busca exclusiva pela glória de Deus.

É hora da subjetividade radical.

"A verdadeira prosperidade é ver sua vida mudar tão radicalmente que a sua antiga versão parecerá apenas uma história distante."

Eu tenho uma espécie de simbiose
com a profundidade.
E tenho um certo quê de radical
e de extremos.


Almejo elevar-me e amo as alturas,
seja em pensamentos, sentimentos ou atitudes.


Mas nem por isso
deixo de amar e respeitar
as minhas quedas e os meus abissais,
pois, afinal, eles foram e são
parte da estrutura
na construção de quem sou.


A minha escritura,
ora intensa e visceral,
ora mais leve e racional,
convive em si
com o meu paraíso
e o meu inferno.


Meu lirismo poético
me fornece um olfato capaz
de inalar essências
que muitas vezes
passam despercebidas.


Assim como, em outras vezes,
vai desfolhando o meu âmago
até a fratura exposta do meu ser.


Não sei viver sem escrever,
assim como
não sobreviveria sem poesia.


A escritura me salva
e a poesia me descreve
nos meandros extremos do meu ser.


Dito isso,
assumo o compromisso
de respeito e lealdade
com as palavras.


Palavras são seres sagrados
no altar do meu viver.


Então não venham me dizer
o que posso ou devo escrever.


Apreciar ou não
é algo subjetivo.


Concordar ou não
é indicativo.


Respeitar
é imperativo.
✍©️@MiriamDaCosta