Raça Humana

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⁠Pandemia

Pior que bala perdida
Acertou a raça humana
Na morte sem despedida
É a saudade quem devora

Explodiu sem fazer som
Devastou os inocentes
A esperança sobrevive
Nesse imenso mar de gente.

Eu aprendi que as crianças são as peças de construção da raça humana. Se elas forem tortas, a próxima geração será torta também.

Hoje o Google, essa fonte inesgotável de saber, cria "gênios" da raça humana em segundos, mesmo assim por "cansaço"de alguns, ainda é pouco conferida.

Impressionante!

⁠Se a raça humana acabasse por causa de um vírus invisível, a prepotência e a arrogância do ser humano cairia de joelhos perante ele.

Minha raça é humana, minha cor é brasileira, o resto é conversa fiada!

"A massagem terapêutica como medicina preventiva vem evoluindo a raça humana desde os primórdios e continuará esta evolução, levando o ser humano a uma nova era de prosperidade e prazer corporal"

Não existe raça negra ou branca, o que existe é raça humana e desumana. De um lado temos os sonhadores, as mães, os médicos, os trabalhadores; e do outro aqueles que semeiam o mal. Em qualquer lado existirá brancos e negros, provando que o que diz de qual lado estamos são as nossas atitudes, jamais a nossa cor.

Quando a raça humana estiver morando em Marte e torna-lo um planeta habitável, vai ficar muito claro, que isso pode ter acontecido aqui na Terra também.

FILHO
A perda uns dos maiores medo da raça humana
Hoje perdi um amigo, que me ensino a crescer com suas alegrias.
Que me ensinou a ser feliz me ensinou em filho.
Não precisa ser humano pra ser amigo, mas sim não ser humano pra ser amigo.
Meu amigo de infância hoje se foi deixando saudades e tristezas
Meu papagaio, meu jandaia, meu filhão.

A dor que sentir ao ver sua morte não tem explicação
Tamanha dimensão
Sim aquela falta que jamais será preenchida, substituída, esquecida.
Va voe meu amigo, bata as asas para o céu, que um dia eu te encontro-te no céu coloco.
Novamente em meus dedos e mato minha saudade

Sinto vergonha de carregar comigo, o fato de pertencer a raça humana!!!

Não acredito que haja gente binária porque a raça humana é feita de possibilidades, e não de exatidão, entre certo ou errado, entre positivo ou negativo, entre falso ou verdadeiro. O computador tem arquivos, não tem consciência. O computador é preparado para dar respostas prontas, não para criticar ou pensar. O computador não é um ser político como o homem, é somente um objeto de poder para o homem.

Um dia irei entender a raça humana, que mata, rouba, destroem, e passam a maior parte do tempo lutando por riquezas materiais,sendo que em menos de aproximadamente 30 mil dias, estarão em uma cova ou sabe la o que, e o que levarão? por ventura levarão as coisas que roubaram, ou os bens materiais, só me pergunto, o que essas pessoas levarão, nossa raça esta esquecendo o maior tesouro, as ideias, o conhecimento, o amor, a paz, a alegria, sera que ouro ou prata, e mais importante do que o amor e a felicidade, sera possível coisas que atraem diversas coisas ruins nos trazer algo bom, com certeza não, quão gratificante e deitar a noite, e ter um sono maravilhoso, sabendo que fez a coisa certa? lamento pelo nosso planeta, que jaz nas trevas e na escuridão, e não quer enxergar a luz.

⁠A convivência social é importante para a raça humana.

⁠A belíssima e irreversível miscigenação do Brasil, renova a fé na raça humana!... Esperança por dias melhores, em torno de um grande e único caldo humano-cultural global quando, finalmente, estaremos em paz.

⁠A miscigenação dos brasileiros, renova a esperança na raça humana!

"A raça humana foi a primeira a automatizar a morte."

⁠A raça humana, ao longo do tempo, tomou a liberdade de suavizar e suavizar o Cristianismo até que, finalmente, conseguimos transformá-lo exatamente no oposto do que está no Novo Testamento.

Reclamam da vida mais ninguém quer morrer. Vai entender a raça humana.

A raça humana é simplesmente uma raça,nada mais.Animais racionais?Somente no nome,por que na prática,em sua grande maioria,infelizmente não passam de seres insignificantes.Seres incontroláveis e incapazes de desfrutar da paz,harmonia,solidariedade,compaixão,respeito e amor ao próximo.Seres abominantes que não conseguem usar o diálogo para resolver pequenos e grandes problemas e que por falta do mesmo acabam gerando muita violência.O diálogo é arma mais forte que existe em todas as guerras,confrontos e desentendimentos.Basta saber usa-lo.Infelizmente,na maioria das vezes é usado como última opção.#REFLETIR

ANGOLA, A MÃE DESALOJADA

Ao longo da história da raça humana, o homem sempre esteve ligado à sua comunidade e procurou viver em paz e segurança dentro da sociedade, pelo fato de encontrar-se e viver em comunhão com o seu semelhante. Esse comportamento fez com que o homem criasse leis, princípios e regras impostas a todos os residentes da comunidade.

O mesmo aconteceu com o surgimento e a divisão de países dentro de um continente, a partir de reinos, tribos e clãs. O homem nunca se sentiu totalmente satisfeito e realizado, pelo fato de suas necessidades serem ilimitadas.

A interligação entre o homem e o seu semelhante fez com que tribos, povos, línguas e nações permutassem e cooperassem em prol de interesses comuns que ambos os lados compartilhavam ao formarem e firmarem suas diplomacias.

O mesmo aconteceu com Angola e com os angolanos, tanto no período pré-histórico quanto no colonial e pós-colonial. O povo angolano teve a graça de contar com homens e movimentos que sempre pautaram pelos interesses nacionais e patrióticos, em prol do bem-estar comum. O povo participou dessas incursões de forma indireta, pois, naquela época, lutar, protestar, revolucionar e defender a nação era considerado crime contra o regime colonial e as potências opressoras que se encontravam na África.

Por isso, muitos foram acusados, condenados e perseguidos pela PIDE. Fazer revolução, protesto ou incursão em prol de Angola, naquela época, tinha como prêmio a pena capital.

Ao longo dos tempos, muitos homens lúcidos — intelectuais, acadêmicos, autodidatas, revolucionários, nacionalistas e patriotas — já lutavam por uma Angola justa, pacífica e livre, onde todos os angolanos teriam direito à educação, saúde, habitação e, acima de tudo, à dignidade e ao respeito de seus direitos enquanto cidadãos, sem termos que olhar para a cor da pele ou para a cor partidária de um indivíduo.

Sonhavam com uma Angola onde todos nos veríamos como irmãos, filhos da mesma terra. Onde a bandeira do partido não seria mais importante do que ser angolano e filho desta terra. Esses homens — militantes, militares e líderes — não lutavam por interesses pessoais, mas sim pela pátria-mãe chamada Angola.

Durante as lutas e a guerra contra o regime colonial, muitos foram iludidos e cegados pelo orgulho, ódio, ambição e separatismo, agindo de forma parcial e xenófoba contra seus próprios irmãos angolanos.

O sacrifício foi árduo e a luta foi longa. Mas, em vez de paz, ganhamos guerra fria; em vez de união, ganhamos divisão; em vez de reconciliação, ganhamos tribalismo; em vez de imparcialidade, ganhamos parcialidade; em vez de família, ganhamos adversários; em vez de irmãos, ganhamos inimigos. Em vez de amor, promovemos o ódio contra o próximo, apenas por pertencer a um partido ou religião diferente da nossa.

Esses males foram plantados ontem, numa Angola desavinda, onde irmãos matavam-se entre si, guerreando violentamente contra o próximo e o seu semelhante.

Angola foi alvo da orfandade e viuvez causadas pela política ocidental e imperialista. Foi através dessa política que começamos a nos matar, por acreditarmos na hegemonia política e partidária, sem sequer usarmos o senso crítico.

Hoje, Angola encontra-se nômade, desalojada, vagando por terras férteis e aráveis, levando apenas consigo: trouxas, roupas, panos, panelas, chinelas e lenços. Está vestida apenas com roupas das cores das bandeiras partidárias e nacional.

Apesar das riquezas que o nosso solo oferece, ela continua a vagar pelas ruas das cidades, pedindo esmolas, comida, dinheiro e socorro àqueles que passam por ela.

Enquanto Angola passa fome, sede, vergonha e humilhação diante de seus filhos, sobrinhos, netos e bisnetos, o estrangeiro explora, rouba, saqueia e aliena seus filhos, cidadãos e povos — reduzindo-os à condição de mendigos, e transformando-os em fonte de rendimentos e enriquecimento por meio de doutrinação (alienação religiosa), cegueira e reprodução de teorias políticas alheias.

Hoje, em vez de nação, vivemos no exílio; em vez de cidadãos, tornamo-nos refugiados; em vez de patriotas, somos taxados de inimigos públicos; em vez de nacionalistas, somos chamados de terroristas; em vez de filósofos, somos considerados malucos.

É por causa desses e de outros males que transformamos o partido no poder em religião, o presidente em divindade, políticos em salvadores, revolucionários em demônios, críticos em adversários, artistas em papagaios, filósofos em malucos e ativistas em frustrados.

Essa ideologia foi promovida por aqueles que sempre quiseram se perpetuar no poder a todo custo, mesmo que para isso fosse necessário lutar e guerrear contra os ventos do progresso.

Nós, angolanos, tornamo-nos inquilinos dentro da nossa própria terra e pagamos renda a quem não é filho legítimo desta nação chamada Angola.

Nossos direitos foram consagrados na Constituição, mas, infelizmente, a realidade os nega. E o governo nos reprime quando exigimos e clamamos diante dos órgãos competentes e de direitos.

Nossa mãe já não tem voz, nem poder sobre aqueles a quem ela confiou o poder e a administração dos recursos e riquezas do país.

Nós — revolucionários, ativistas, nacionalistas, patriotas e filósofos — tentamos resgatar a dignidade, o respeito, o valor e a consideração que Angola tinha diante de outras nações, mas, até hoje, sem sucesso.

Só nos resta chorar, lamentar e morrer, porque nossas forças se esgotaram, nossas garras e nossa esperança se desfizeram diante dos obstáculos, barreiras e oposições que nossos inimigos e opositores colocaram em nosso caminho...

Foi como se estivéssemos sendo degolados, executados e fuzilados em um campo de batalha.

Cansados, esgotados e partidos, vimos nossa mãe — Angola — deambulando pelas ruas, cidades e estradas, e, acima de tudo, desalojada dentro da sua própria terra.

Foi aí que eu vi, caí em mim e disse comigo mesmo:

"Em vão foi termos lutado por uma Angola livre, pacífica, justa e independente..."




Autor: Jack Indelével Wistaffyna