Quietude

Cerca de 408 frases e pensamentos: Quietude

A quietude do silêncio , acalma e eleva nossa alma, nos deixa plenos e sem ressalva , e ,a vida fica assim mais calma !
João Batista Barbosa

"A quietude não é sua carapaça, mas sim o vasto oceano onde sua alma ancorada contempla o mundo."

⁠Na quietude da espera e na ousadia de recomeçar, o amor encontra solo fértil.

O silêncio é o lugar onde Deus fala sem palavras. Quem aprende a ouvir a quietude, descobre o som da eternidade. A graça não se impõe, apenas convida a permanecer.

A força não está em gritar, mas na quietude de quem sabe o poder que carrega, o oceano é mais profundo que a onda.

A verdadeira grandeza de uma conquista não reside no estrépito do triunfo, mas na quietude de uma alma que, tendo vencido a si mesma antes do mundo, encontra no silêncio o único templo digno para a sua gratidão.

Senhor, meu Deus, a ti me achego na quietude das madrugadas,
quando os meus olhos repousam sobre a tua Palavra.
Pois só tu refrigeras a alma que em angústia se consome;
só em ti a minha sede encontra fonte.
Por que te perturbas, ó minha alma, e te abates dentro de mim?
Quem dera as dores deste mundo chegassem ao seu fim.
Como hei de andar tão vazio, sabendo que tu és o Senhor,
e que velas, noite e dia, sobre os teus filhos com amor?
Fraco eu sou, e de mim mesmo nada tenho;
busquei nas coisas vãs um descanso que não vinha,
e o que prometia encher-me, vazio me deixou.
Por isso, pelo teu amor, ó Deus, envolve-me em teus braços:
como o sol abraça a terra com o seu calor,
abraça-me com a tua presença, ó meu Senhor.
Enche-me das tuas boas-novas,
pois só tu tens palavras de vida eterna.
Graças te dou, ó Pai, porque comigo estás,
ainda que o corpo desfaleça e a alma chore.
Creio nas tuas obras; creio em teu Filho, Jesus;
creio que o teu Espírito, dia após dia,
sobre mim derramará o seu santo óleo.
A ti, ó Deus, Criador dos céus e da terra,
sobem as minhas súplicas:
recebe-as, Senhor, e traze paz ao meu coração.

O Ponto Fixo do Trânsito


O Agora é a minha única morada, o ponto exato,
a quietude que o caos me permite reivindicar.
Se o defino, ele já é Presente-Passado,
a matéria de memória, a substância de tudo que o riso dos deuses levou.
Não é um vazio findo, mas o volume da minha história,
a textura viva da cicatriz que me torna necessário.
Mas o Agora é também, e sem trégua, Presente-Futuro,
a tensão que me impede o ócio inabitável.
É o vetor da força que move o Ser para o devaneio lúcido—
a criação de um paraíso possível,
mesmo quando a lucidez me diz que ele é breve.
Pois sei que as coisas transitam ao meu redor
e a minha perspectiva é o único centro real.
Se o mundo gira e a folha cai,
minha presença é o ângulo irrepetível
que dá forma e cor à velocidade do trânsito.
Os Deuses, lá no alto, podem rir da minha seriedade,
rindo da minha busca por um sentido,
zombando da pequena chama da minha vontade.
A gargalhada deles é a confirmação:
A vida é regida pela ironia lúdica, não pelo mérito.
Mas a síntese é a minha resposta:
Eu não preciso de um plano perfeito.
Eu sustento a minha existência apesar do riso,
criando o meu próprio éxtase no intervalo.
Eu sou necessário para completar a canção,
e mesmo sabendo que o futuro é incerto,
eu carrego a coragem indiferente de quem sabe:
O ato de estar aqui, no Ponto Exato do Agora,
já é o maior e mais belo de todos os propósitos.


O rio da memória
Deságua...
Não na quietude solene,
Mas no invólucro incalculável
Do meu vocabulário

Na Quietude Brilhante De Uma Estação.
















Mais uma vez em uma manhã.
Um novo começo.
De ternura do céu azul e a sua profunda beleza.
Do céu um outro dia.
Em mais uma manhã de Sol.
E de uma nova estação.
Que tem certas cores de uma outra estação no seu começo em uma manhã de junho.
De uma metade que une o Planeta Terra.
Uma estação começa no céu.
Do azul celeste com uma cor branca e macia.
Com ventos frios e muitas vezes velozes.
Vindos do céu nesse começo de estação.
Que tem o Sol na sua cor branca e fria.
Em uma manhã do mês de junho com os seus ventos frios até uma outra no mês de setembro.
Em uma metade do Planeta Terra uma estação começa no céu.
Com o Sol acima desse azul seguindo o frio dessa estação.
Em lugares em que esta estação recomeça a cor branca cobre com a sua quietude.
Caindo do céu azul com ventos frios tendo o Sol e outras estrelas.
Até as noites sentem a sua quietude macia e gentil.
Que começa em uma manhã do mês de junho e até uma outra do mês de setembro é assim.
Dessa metade do Planeta Terra alguns lugares veem e sentem esse frio de formas diferentes.
De uma natureza acima florestas,montes,rios são tocados pelas gotas das chuvas.
Chuvas que caem do céu sobre esses lugares.
Mesmo sem a neve um frio característico é sentido com as chuvas que caem do céu e que estão nos ventos.
Em distâncias que separam esses lugares a sensação dessa estação é de um outro jeito.
Mais abaixo árvores,flores,plantas percebem a cor branca sobre as suas vidas.
Do céu azul com maciez e com os seus ventos frios flocos brancos caem.
Sobre paisagens com uma cor branca e fria.
Entre esses ventos frios do céu a luz do Sol está.
Iluminando a quietude dessa estação fria e gentil.
Que começa em uma manhã de junho e até uma outra manhã do mês de setembro de um céu azul.
Em alguns lugares será com gotas de chuvas e ventos frios.
Em outros será predominante na cor branca.
Começando no céu.
Sendo iluminada pelo Sol desde a manhã em que recomeçou.
Como uma estação fria e branca.
Com os seus muitos ventos vindos do céu.
Para uma metade do Planeta Terra.
A sua quietude cai do céu cobrindo a natureza de certos lugares.
Para outras vidas as chuvas trazem gotas frias.
Em um começo de uma manhã do mês de junho e até uma manhã do mês de setembro.
Com os seus dois jeitos sobre alguns lugares.
O céu azul e o Sol sobre as suas belezas.
Nas noites de estrelas pode ser que sejam as chuvas a se manifestarem.
Ou o cair da neve de uma forma demorada ou não.
De uma estação fria e ainda de Sol de uma manhã do mês de junho.
E até uma manhã de setembro em uma metade do Planeta Terra ainda estará brilhante e macia.
Assim como o Sol.
Ou lindamente de chuvas e ventos frios.
O seu outro recomeço será em quietude e brilho em alguma nova manhã do céu.

Talvez eu prefira mesmo o silêncio, a quietude.

Milagres não acontecem no barulho da ansiedade, mas na quietude da fé.
miriamleal

Na quietude de uma noite sem fim, onde as estrelas eram os únicos vigias e o céu parecia guardar os segredos de impérios antigos, eu a vi. Não como alguém comum atravessando a fumaça dourada da cidade, mas como uma visão arrancada das páginas esquecidas da história. Ela surgia diante de mim como Cleópatra renascida, não a rainha contada pelos homens, mas a mulher que existia entre o mito e o caos, grande demais para caber nas mãos erradas.
E eu, como Júlio César diante do inevitável, senti o mundo mudar no exato instante em que nossos olhos se encontraram.
Havia algo nela que fazia o tempo se curvar. Como se Roma ainda queimasse em algum lugar distante, enquanto neon e concreto refletiam em sua pele como ouro derramado. Ela caminhava entre as sombras daquele futuro desconhecido carregando o peso de quem sempre foi intensa demais para amores rasos. Grande como sempre foi, mas nunca amada da forma certa. Nunca compreendida por inteiro. Nunca tocada como um império merece ser conquistado.
Mas eu a via.
Via a fome escondida entre os exageros, a tempestade disfarçada nos sorrisos, o desejo absurdo de se entregar sem limites, mesmo fingindo que não precisava de ninguém. E talvez tenha sido exatamente ali que tudo começou. No instante em que minha licença poética decidiu transformá-la na rainha que o mundo sempre teve medo de amar.
Juntos, éramos mais do que duas pessoas atravessando madrugadas vazias. Éramos César e Cleópatra reinventados num século que já não acreditava em eternidade. O passado e o presente se misturavam numa dança silenciosa enquanto caminhávamos pelas ruas iluminadas, como se cada esquina escondesse um pedaço do nosso destino.
Na canção que ecoava baixa entre nós, éramos eu e você contra o mundo.
E o mundo odiava isso.
Havia olhos por toda parte. Olhares carregados de inveja, admiração e medo. Sussurros atravessando corredores, bocas dizendo que nosso amor era impossível, intenso demais, destrutivo demais. Diziam que pessoas como nós nunca terminavam inteiras. Que amores assim sempre acabam em ruínas.
Mas eles não entendiam.
Não entendiam que toda vez que tentavam nos separar, nós brilhávamos ainda mais. Como duas constelações condenadas a colidir. Como dois impérios destinados à guerra, mas que escolheram o amor antes da destruição.
Criamos nosso próprio refúgio entre noites longas, confidências e excessos. Entre doses de tequila e o álcool com que lavávamos a alma, nós nos despíamos das versões cansadas que o mundo exigia. E ali, longe das expectativas alheias, você finalmente podia se esbaldar dos exageros que sempre quis viver. Sem culpa. Sem limites. Sem precisar diminuir sua intensidade para caber no peito de alguém.
Porque eu nunca quis que você fosse menos.
Eu queria tudo.
Queria teu caos, tua fúria, teus exageros, tua maneira quase trágica de amar. Queria teus silêncios pesados, teus medos escondidos, tua vontade absurda de sentir o mundo inteiro de uma vez só. E enquanto você me olhava como se tentasse entender por que eu permanecia, eu só conseguia pensar que nenhum homem antes de mim soube amar uma rainha sem tentar prendê-la.
Seu antigo exército caiu justamente por isso. Pareciam gigantes vistos de longe, mas de perto eram apenas um mar raso tentando conter um oceano.
Você nasceu para profundidades que assustam.
E eu também.
Talvez por isso nossos nomes tenham se reconhecido antes mesmo de nossos corpos se tocarem. Como se em alguma outra vida César já tivesse encontrado Cleópatra sob outro céu, em outro império, prometendo outra vez que o mundo jamais seria suficiente para separá-los.
Nos momentos de silêncio, quando a madrugada cansava de existir e o universo parecia respirar devagar ao nosso redor, olhávamos para o futuro como quem encara algo inevitável. Sabíamos que éramos mais do que dois nomes passageiros tentando sobreviver ao tempo.
Nós éramos um pacto.
Uma promessa silenciosa feita entre ruínas e estrelas.
Talvez César não queira mais atravessar o mundo para conquistar outros impérios, porque ele enxergou em Cleópatra a sua castra.
E mesmo que o mundo inteiro desabasse ao nosso redor, ainda haveria nós dois, lado a lado, reinventando o amor como quem desafia a própria história.
Porque algumas pessoas nascem para viver romances simples.
Mas nós?
Nós nascemos para virar lenda.

(...)Um coração que vive na quietude do amanhecer, esta vivendo em tempo de plantio. E é preciso silencio, calor e luz para que a imensidão de todo e qualquer bonito sentimento floresça.

QUE O VENTO LEVE, QUE A CHUVA LAVE, QUE A ALMA SEJA SEMPRE LIVRE.

Inserida por LiVereza

O mundo fica melhor quando ele possui; calma, fleuma, placidez, quietação, quietude, serenidade, sossego, tranquilidade, paz.

Inserida por GilNunes

A vizinha

Na minha quietude me perco no andar de cima
Na portaria passa todo dia a bela
De cabelos pretos subiu muitas vezes
Em cima de mim vive a bela.

A noite desce alegre, perfumada,
Passa sorrindo, como é linda!
A vizinha do andar de cima é proibida
Se está acompanhada o olhar é disfarçado.

Eu queria topá-la em noite escura no corredor
Para protegê-la na noite do medo
Envolvida nos meus desejos, que prazer!

Vi ela com ele, quem nunca imaginei existir
O sangue fervente salta das veias, meu Deus!
Estive com ela! Que sonho bom!
(Nelson Locatelli, escritor)

Inserida por NelsonLocatelli

A quietude é inimiga do talento, na mesma proporção em que a loucura flerta com a arte!

Inserida por pastoreinaldoribeiro

Almas silenciosas

Na minha quietude, observo o teu silêncio e é tudo plenitude entre nós dois.E se há dor...É tudo quieto, pois, maior é o amor, grandioso afeto!...E não são necessárias as palavras, os olhares já dizem tudo;Como num bater de asas, para percorrer o mundo.E se nossas almas silencia é porque são sabias, acolhem o amor e se esvaziam das possíveis magoas.Porque sabem que um dia irão cantar sentimentos nesses ou até mesmo em outros tempos e embebidas de alegrias pelo esperado momento, saberão que lamentos são apenas lamentos que são levados pelos ventos em qualquer ocasião.

Inserida por ValquiriaCordeiro

No ápice da minha quietude constatei que, na verdade, as pessoas mais espertas são aquelas que mantém a boca aberta.

Inserida por kaburi

Na quietude da madrugada, de repente ouço você na minha mente;entre sussurros e gemidos em meu ouvido, esvairindo-me de prazer excitando-me com palavras.

Inserida por HLops