Questionamento
Acerca da compreensão do Mundo Preternatural
Um possível questionamento de uma criança do Jardim de Infância, à metologia de ensino de um Professor PhD em Física Quântica, por exemplo, pela Harvard, certamente não seria levado a serio por se tratar apenas de um questionamento pueril. Obviamente porque tal Criança, muito prematura, ainda seria incapaz de ter o acervo necessário de informações e compreensão de tal complexa matéria lecionada por aquele Professor. Então seria um questionamento ridículo. Isto é, sem nenhuma credibilidade no âmbito acadêmico!
Imagine então que Deus, seja O Professor do Universo. E a Criança supracitada, a Humanidade. A matéria então, seria a metologia aplicada por Deus e pelo mundo Preternatural ( a Espiritualidade, se se preferir, assim, denominar). Em relação aos acontecimentos misteriosos no Mundo, tudo aquilo que nos é obscuro e causa tamanha dúvida, sem compreensão, qual seria a relevância dos questionamentos da Humanidade que ainda engatinha no berço do Jardim de Infância em comparação ao todo existencial? O que mudaria? É preciso então que se entenda uma coisa: que o fato da Humanidade não entender praticamente nada sobre a metodologia das ações do Mundo Preternatural, neste mundo Natural, não significa que a Humanidade esteja certa em seus questionamentos. Significa apenas que todo e qualquer questionamento contrário que se faça a Ele, é apenas mais um questionamento pueril de alguém que se encontra em nível de Jardim de Infância.
Às 10h04 in 30.04.2024
Na sempre controversa percepção sobre a brevidade
da vida, o mais pertinente questionamento a ser feito
não será: porque partimos...
E sim, para que viemos!
A literatura é, antes de tudo, uma forma de questionamento e de ampliação do olhar sobre o mundo. Não é um campo de batalha entre fé e razão, mas um espaço de reflexão no qual diversas vozes e interpretações podem coexistir.
Aquele Olhar
Inocência, malícia, deboche, desejo, graça ou questionamento... aquele olhar, que não sei descrever.
É tão intenso que, me faz envolver... me faz querer ir atrás e ver o que vai acontecer.
Vou rir, vou chorar, vou gritar ou vou desabafar? O que ele vai dizer?
Coração apertado, coração acelerado... só quero que chegue mais perto, para que eu possa decifrar.
Mas esquenta, a tensão aumenta e só consigo me embolar.
Recuo inseguro, não sei o que expressar.
Seu olhar, tão doce e inocente, acabaria sendo o desejo e vontade? Ou a graça e vaidade?
Tão lindo sorriso... tão bobo sentimento.
Eu fico sem fôlego, sem jeito e sem coragem.
Agora não posso te olhar, por que esse olhar me faz querer voltar.
E se eu te abraçar? Vou infartar. Já não consigo encarar, tá difícil suportar.
Quero te beijar.
Mas será só isso um desejo? Que intenso, não quero me descontrolar.
Quem é você, quando
as portas se fecham e
as luzes se apagam?
Quem é você na sua
presença?
Lobo ou cordeiro
de si mesmo?
Os essencialistas passam o maior tempo possível explorando, escutando, debatendo, questionando e pensando. Mas essa exploração não é um fim em si. Seu propósito é discernir as poucas coisas vitais das muitas triviais.
Não são as respostas que trazem as mudanças para o mundo e sim as perguntas. Os questionamentos e a busca pelos por quês que levam ao crescimento profissional, pessoal, espiritual e social.
Me questiono se vale a pena abrir mão de tudo por você, e mesmo sabendo que não, insisto em tapar os meus ouvidos. O problema é que quando tapo eles, não escuto sua voz, nem muito menos a daquele que sei que me ama...
É que a vida me ensinou a atuar, e agora o que dói é não saber se vivo um personagem, ou, apenas conflitos internos.
"Deus, as minhas ideias e convicções a teu respeito estão corretas?" Uma indagação humilde que poucos têm a coragem de fazer.
Sou muito a favor das pessoas que vêem/ouvem, refletem e questionam, mas sou arbitrariamente contra os que, desse grupo, se acham acima de alguém ou da JUSTIÇA.
Pensamentos chegadiços, questionamentos estranhos e opiniões surpreendentes, são capítulos de um coração eclesiástico.
Basicamente somos movidos por objetivos, e quando os mesmos se tornam inexistentes nossa vida parece incoerente.
Criamos a todo momento expectativas, e elas servem apenas para duas coisas: nos frustrar (caso você falhe) ou nos levar ao tédio (após você alcançar sua meta).De fato o recurso mais eficaz é não mergulhar em um poço de esperanças.
Dentro de todos nós existe uma espécie de motor-imóvel, uma parte que possui todas as verdades, que liga o inconsciente ao lobo central do cérebro.
