Questão
Uma questão shakespeareana de ser ou não ser: ser bobo feliz ou esperto infeliz? Se Einstein fosse responder, ele ponderaria que depende do tempo em que se é feliz sendo bobo e infeliz sendo esperto. Entretanto, para Carlos Drummond de Andrade, a resposta seria objetiva: 'Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.'"
Existir não é uma questão física, mas atemporal. Ser lembrado com respeito, amor e carinho nunca deixará de existir.
Para todos falta algo, não somos completos em tudo. A questão é com o que estamos preenchendo nossos vazios...
Às vezes, grandes livramento vêm e não é questão de nível espiritual, mas de dar ouvidos ao que o Senhor fala mesmo usando uma jumenta.
Acho engraçado isso, e tem servo que se gloria , é um rebelde a ponto de ter que ouvir conselhos de jumenta, pois os princípios bíblicos não são suficientes.
Quando se está seguro demais, deve-se clamar por um pouco de medo. Tudo muda em questão de segundos.
Unir as nossas forças é uma questão de sobrevivência para o Brasil sair do buraco e consequentemente todos nós, vamos unir votos vencidos e vencedores, com menos viés ideológicos e muito mais patriotismo. .
A grande questão da maldade não é somente fazer da atrocidade um grande espetáculo, o problema é que o público sempre lota o teatro
Nunca foi uma questão de ser de esquerda, direita ou centro; nunca foi uma orientação de rota, mas sim em procurar ser reto
A grande questão da vida não é a quantidade de inimigos que se conseguiu suportar, mas a grande carga de amor que não se pôde oferecer
A questão é que depois de tanta evolução continuamos macacos extremamente vaidosos, e apesar de muitas vezes estarmos com a macaca, nos comportamos como um monte de bananas
A grande questão da humanidade não está em aceitar ou não aceitar, mas em compreender ou não compreender
O belo sempre foi mais do que estética, sempre fez parte da ética que a sociedade faz questão de celebrar
Mundo , como você percebe o mundo ?
Já se perguntou que por que o MEDO e uma questão de percepção !
SEU OBSERVADOR não é REAL ! é o SEU MUNDO , a SUA OBSERVAÇÃO...
Mundo, como você percebe o mundo?
Já se perguntou por que o medo é uma questão de percepção? O mundo que enxergamos não é uma verdade absoluta, mas uma construção interna, moldada pela nossa mente, nossas experiências e nossos filtros. O medo nasce não de uma realidade concreta, mas de como interpretamos essa realidade, de como olhamos para ela através das lentes do nosso observador interior.
O que poucos se dão conta é que esse observador, que tantas vezes nos limita, que nos paralisa diante do desconhecido, não é real. Ele não existe como uma entidade objetiva, mas sim como uma projeção da nossa mente. O medo, então, não está fora de nós; ele habita em nossas percepções, nas histórias que contamos a nós mesmos sobre o que o mundo pode nos causar.
Cada um de nós carrega um "mundo próprio", uma interpretação única de tudo que está ao redor. Essa observação é inevitavelmente subjetiva, cheia de nuances e filtros emocionais. O que é assustador para um, pode ser uma oportunidade para outro; o que para uns é caos, para outros é apenas o início de uma nova ordem.
Quando reconhecemos que esse observador não é uma verdade imutável, mas uma criação nossa, começamos a entender que podemos moldá-lo. Podemos mudar a forma como percebemos o mundo. O medo, então, deixa de ser uma prisão e se transforma em um portal — um convite para olharmos além, para criarmos uma nova narrativa, uma nova realidade.
Assim, o mundo não é o que ele parece ser; é o que escolhemos ver.
Enquanto não há mudança, continuamos como prisioneiros na caverna, fazendo questão de ignorar a irrealidade da nossa própria realidade.
