Quero Alguém que Me Dê Flores
Uma dica
Quando você for ENSINAR algo a alguém, lembre-se que a outra pessoa não sabe do que se trata, ela ainda está aprendendo. Copiou?
Tem gente que "ensina" como se estivesse falando pra si mesmo.
ENSINAR exige empatia e paciência. Lembre-se disso!!!
"Ah, todo mundo pode ensinar e blá blá blá." NÃO!!!!!! Todos podem fingir que ensinam, mas poucos têm a habilidade para tal.
"Quando alguém confiar uma amizade a você, agarre, pois há poucas pessoas que têm esse privilégio."
07/05/26
O Santuário do Acolhimento
Acolher alguém em seu momento de maior fragilidade é transformar o próprio coração em um santuário de proteção e paz. Esse ato vai muito além de abrir as portas de uma casa; significa abrir os espaços da alma para receber uma vida que, naquele instante, encontra-se sem rumo e despedaçada. Quando decidimos ser o abrigo de alguém, oferecemos o respeito de uma escuta que não julga e a segurança de um teto emocional onde a dor pode finalmente chorar sem medo. Esse acolhimento puro é a expressão máxima da nossa humanidade, pois entende que a maior caridade é estender a mão justamente para quem não tem forças para se leva
Descobri que amar alguém não me faz diferente das outras pessoas. Amor é um sentimento que se sente individualmente. Não espere reciprocidade,Talvez vc não precise disso. Se decidir amar apenas ame. Mais certo q o dia termina e a noite vem, assim todo amor perde o contexto .
Da próxima vez que sua mente começar a contar uma história sobre alguém, pare um instante. Respire. Espere. Antes de tirar uma conclusão, pergunte. Talvez a verdade seja bem diferente daquilo que você imaginou.
Você se acostumou tanto a ser o alvo que, quando alguém te trata com decência, você acha que é armadilha e prefere voltar para o chicote de quem te usa.
"Nunca ou jamais subestime alguém, porque você pode
ser surpreendido, afinal é preciso tomar certos cuidados, antes de perceber grandes equívocos..."
O sorriso que você nega pra alguém,
faz mal pra você também...
um sorriso puro,
faz plástica em seu rosto
e causa saúde no seu corpo!
Você veste as correntes que te prendem a quem te diminui e rejeita a chave da liberdade que alguém tenta te entregar com tanto carinho.
Para mim, o maior tédio do amor é quando você está ao lado de alguém especial e sente uma paz enorme, gigantesca... Aquela paz que vem de Deus, sabe? Você só quer ficar ali o resto do dia, deixando as horas passarem, porque do lado dela o mundo para!
Raphael Denizart
Se eu tivesse que explicar você
Se alguém me perguntasse
o que exatamente aconteceu comigo
depois que conheci você,
eu provavelmente não saberia responder.
Porque não foi uma coisa.
Não foi uma palavra, um gesto,
um momento específico.
Foi um conjunto de detalhes
que, separados, talvez não significassem nada...
mas que, juntos,
fizeram você se tornar você para mim.
E talvez seja isso que torna tudo tão difícil de explicar.
Como explicar que uma pessoa
pode se tornar importante sem pedir para ser?
Como explicar que, em algum momento,
a gente percebe que já não está apenas conhecendo alguém...
está conhecendo um mundo.
Um mundo com histórias que eu ainda não conheço,
com cicatrizes que não vi,
com sonhos que talvez ainda nem tenham nome,
com medos que você talvez esconda,
com desejos que ainda vou descobrir.
E eu não quero conhecer esse mundo de uma vez.
Quero descobrir aos poucos.
Quero conhecer a mulher que você é
quando está feliz,
a que aparece quando está cansada,
a que ri das próprias bobagens,
a que fica teimosa,
a que muda de ideia,
a que se irrita,
a que sonha,
a que às vezes duvida de si mesma...
Quero conhecer até as versões suas
que você talvez ache difíceis de amar.
Porque gostar de alguém
pelas partes bonitas é fácil.
O que me interessa é conhecer o conjunto.
A pessoa inteira. Sem recortes.
Sem precisar transformar você
em uma versão perfeita
para caber no que eu sinto.
E talvez seja essa a minha maior declaração:
eu não quero uma personagem sua. Quero você!
Com suas certezas e contradições.
Com aquilo que mostra
e aquilo que ainda não conseguiu mostrar.
Com os dias em que tudo parece simples
e aqueles em que nem você consegue
entender o que está acontecendo aí dentro.
Quero continuar descobrindo.
Porque quanto mais eu conheço você,
menos vontade tenho de encontrar uma definição.
E talvez eu finalmente tenha entendido:
algumas pessoas não foram feitas
para serem explicadas.
Foram feitas para serem conhecidas.
E você...
eu quero passar muito tempo,
mais 1000 anos fazendo exatamente isso.
“A pior derrota do Direito não é perder uma causa, mas ensinar alguém a não esperar mais pela justiça.”
Independentemente de alguém querer ou não demonstrar que precisa de amor, ainda vale a pena espalhar carinho. O amor não pertence apenas aos relacionamentos entre casais; ele também vive na amizade, no respeito e nos pequenos gestos do dia a dia.
Viemos ao mundo para amar o nosso próximo e lembrar que todos merecem afeto. Mesmo em meio a tanta maldade, que a nossa gentileza seja a prova de que o amor ainda encontra espaço para florescer.
O conservadorismo não transforma ninguém em uma pessoa melhor, tampouco impede alguém de ser desprezível. É apenas uma conduta, um conjunto de valores e princípios adotados diante da vida. O caráter, porém, revela-se nas atitudes — e não no rótulo ideológico que alguém escolhe carregar.
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O Homem que Sobrou de Todos os Homens
Antes de mim
já havia o silêncio.
Depois,
alguém acendeu uma luz
e chamou aquilo de nascimento.
Não me perguntaram
se eu queria estar aqui.
Deram-me um corpo,
um nome,
um punhado de ossos
e uma consciência inquieta
demais para caber dentro deles.
Passei a infância
aprendendo o tamanho das coisas.
O quintal parecia infinito.
O céu não terminava.
O tempo não tinha pressa.
Eu ainda não sabia
que um dia os relógios
começariam a devorar pessoas.
Nem que homens adultos
acordariam cedo
para vender seus dias
em troca de dinheiro
com o qual comprariam
mais alguns dias.
Eu ainda não sabia
que crescer seria
descobrir lentamente
que quase tudo aquilo
que chamávamos de escolha
já vinha com preço.
Então cresci.
E o corpo cresceu comigo.
Mas dentro dele
continuava aquele menino
batendo nas paredes
de uma casa que não sabia
ser sua.
Foi quando comecei
a desmontar o universo.
Procurei Deus
atrás das estrelas.
Depois procurei estrelas
dentro dos átomos.
Procurei respostas
na matéria,
e encontrei vazio.
Procurei vazio,
e encontrei movimento.
Procurei movimento,
e encontrei caos.
Procurei o caos,
e encontrei a mim.
Talvez tenha sido aí
que tudo começou a dar errado.
Porque descobrir a própria consciência
é uma forma sofisticada
de perder a inocência.
Depois que percebemos
que estamos vivos,
não conseguimos mais
fingir que não estamos.
E eu pensei demais.
Pensei até o pensamento
ficar pesado.
Pensei até transformar
a própria cabeça
em um quarto sem janela.
Houve noites
em que o silêncio
tinha mais presença
que qualquer pessoa.
O mundo dormia.
Eu não.
Eu contava as rachaduras
do teto
como quem procura
uma saída no mapa de uma prisão.
Às vezes queria desaparecer.
Não como quem deseja um fim,
mas como quem deseja
que alguém apague
uma palavra escrita errada
antes que a página inteira
seja condenada por ela.
Queria ser menos eu.
Depois descobri
que era impossível.
Então tentei ser outra coisa.
Fui raiva.
Fui veneno.
Fui punho.
Fui grito.
Fui a palavra que ninguém queria ouvir
na mesa onde todos fingiam
que estava tudo bem.
Olhei para o mundo
e achei que ele merecia
ser destruído.
Depois olhei melhor
e percebi:
eu também fazia parte dele.
Essa foi uma descoberta pior.
Porque é fácil odiar monstros
quando acreditamos não possuir dentes.
Mais difícil é perceber
que às vezes o monstro
mora no espelho
e paga suas próprias contas.
Ainda assim, lutei.
Contra homens.
Contra ideias.
Contra sistemas.
Contra deuses.
Contra o destino.
Contra mim.
E por algum tempo
confundi liberdade
com não pertencer a nada.
Que erro.
A liberdade não é ausência de correntes.
É saber quais delas
você aceita carregar.
Então veio o amor.
E eu, que desconfiava
de quase tudo,
acreditei.
Que ironia.
Passei anos procurando
uma prova de que a vida tinha sentido
e bastou alguém
olhar para mim
como se eu tivesse.
O amor não me salvou.
Nenhum amor salva.
Ele apenas mostrou
que havia coisas
pelas quais valia a pena
continuar lutando.
E isso foi suficiente.
Depois vieram as perdas.
Porque toda coisa que amamos
carrega consigo
a possibilidade de nos ferir.
Aprendi tarde
que algumas pessoas
não ficam.
Algumas são passagem.
Algumas são cicatriz.
Algumas são casa
e algumas são incêndio.
E algumas conseguem ser
as duas coisas.
Continuei andando.
Não por coragem.
Por insistência.
Há uma diferença.
Coragem olha para o abismo
e decide saltar ou não.
Insistência simplesmente
acorda no dia seguinte.
Eu acordei muitas vezes.
Algumas sem vontade.
Algumas sem esperança.
Algumas sem saber
o que fazer comigo.
Mas acordei.
E um dia percebi
que havia outras pessoas
acordando por minha causa.
Foi então que o homem
que queria desaparecer
começou a compreender
o peso de permanecer.
Já não era apenas meu corpo.
Já não era apenas minha vida.
Havia mãos pequenas
que ainda não entendiam
a palavra futuro,
mas já eram capazes
de mudar o meu.
Foi nesse instante
que o tempo deixou de ser inimigo.
Ele passou a ser herança.
E compreendi algo
que nenhuma equação
havia conseguido me ensinar:
nós não somos apenas
aquilo que lembramos.
Somos também
aquilo que ensinamos
sem perceber.
Somos a frase que alguém repete
anos depois.
O gesto que alguém reproduz.
A coragem que alguém encontra
porque um dia viu a nossa.
Somos aquilo que permanece
quando o nome já não está
na boca de ninguém.
Talvez seja essa
a única forma humana
de eternidade.
Não durar.
Continuar.
Hoje ainda tenho perguntas.
Muitas.
Algumas envelheceram comigo.
Outras nasceram ontem.
Ainda desconfio de Deus.
Ainda desconfio dos homens.
Ainda desconfio de mim.
A diferença é que já não preciso
resolver todos os mistérios
para apreciar o fato
de estar dentro deles.
Já não preciso compreender
o universo inteiro
para amar alguém
nesta pequena parte dele.
Já não preciso vencer
todas as batalhas
para reconhecer
que sobrevivi a algumas.
E já não quero apagar
nenhuma versão de mim.
O menino.
O revoltado.
O apaixonado.
O bêbado de pensamentos.
O homem perdido.
O homem arrogante.
O homem quebrado.
O homem que achou
que não haveria amanhã.
Todos eles continuam aqui.
Não como fantasmas.
Como fundação.
Eu sou o erro
que aprendeu com o erro.
A ferida
que aprendeu a fechar
sem esquecer onde doeu.
A pergunta
que desistiu de exigir resposta.
O caos
que encontrou uma maneira
de não destruir tudo.
A matéria
que, por algum acidente absurdo,
aprendeu a amar.
E talvez seja isso
que mais me assuste:
depois de passar tanto tempo
querendo descobrir
o que existe depois da vida,
eu finalmente comecei
a prestar atenção
no que existe dentro dela.
Um café quente.
Uma madrugada.
Uma discussão.
Um abraço.
Uma criança dormindo.
Uma fotografia antiga.
Um erro que ainda dói.
Uma gargalhada inesperada.
Uma pessoa dizendo
“fica”.
O sol entrando pela janela
sem pedir licença.
A vida.
Essa coisa estranha
que nunca explicou
por que me escolheu.
E que, ainda assim,
eu escolhi de volta.
Quando meu corpo finalmente cansar,
quando a matéria
voltar a ser matéria,
quando meu nome for apenas
uma palavra antiga
em alguma boca distante,
não quero que digam
que fui um homem sem respostas.
Eu fui pior.
Fui um homem cheio delas.
Tive respostas demais
para perguntas erradas.
Passei metade da vida
tentando descobrir
como escapar do labirinto.
A outra metade
aprendendo a construir
janelas dentro dele.
E se algum dia
alguém encontrar minhas palavras,
não procure nelas
um homem pronto.
Não existe.
Procure um homem
tentando.
Porque foi isso
que eu fiz.
Tentei.
Tentei entender.
Tentei amar.
Tentei odiar.
Tentei fugir.
Tentei ficar.
Tentei ser pai.
Tentei ser filho.
Tentei ser homem
antes mesmo de descobrir
o que isso significava.
Tentei transformar dor
em alguma coisa que não fosse desperdício.
Às vezes consegui.
Às vezes não.
Mas escrevi.
E talvez escrever tenha sido
a maneira mais honesta
que encontrei
de deixar sangue no papel
sem precisar morrer por ele.
Agora olho para trás.
Há muitos homens
espalhados pela estrada.
Todos têm meu rosto.
Nenhum é exatamente eu.
Eu sou o intervalo
entre eles.
O espaço invisível
onde um termina
e outro começa.
Sou o menino
que ainda olha para o céu.
O homem
que ainda pergunta.
O pai
que já sabe que amanhã chegará.
E o velho
que ainda não conheço.
Talvez um dia
eu finalmente compreenda
por que nasci.
Talvez não.
Mas já não tenho tanta pressa.
Tenho coisas para fazer.
Tenho pessoas para amar.
Tenho erros para corrigir.
Tenho histórias para contar.
Tenho amanhã.
E, pela primeira vez,
isso não parece pouco.
Parece infinito.
Porque agora eu sei:
não é preciso vencer a morte.
Basta não deixar
que ela seja a última coisa
a dizer quem fomos.
Então, quando chegar minha vez,
que o universo faça comigo
o que sempre fez com tudo:
me desmonte.
Quebre meus átomos.
Espalhe minha matéria.
Devolva meu corpo
ao chão.
Não me importo.
Porque antes disso
eu terei sido muitas coisas.
E algumas delas
terão ficado.
Num filho.
Num abraço.
Numa lembrança.
Numa cicatriz.
Num riso.
Numa página.
E talvez,
em algum lugar,
um homem que nunca conhecerei
leia estas palavras
e perceba que não está sozinho.
Então tudo terá valido a pena.
Não porque eu descobri
o sentido da vida.
Mas porque, no fim,
eu finalmente descobri
que o sentido não estava esperando
por mim em lugar algum.
Eu estava construindo.
Enquanto caía.
Enquanto amava.
Enquanto errava.
Enquanto envelhecia.
Enquanto escrevia.
E entre todos os homens
que eu fui,
entre todos os homens
que ainda posso ser,
há somente um
que permanece.
Não o primeiro.
Não o último.
Mas aquele que escolheu
continuar.
Eu.
Cada alma tem seu próprio projeto de vida.
Por isso, não se apresse
quando alguém parecer estar à sua frente.
O ego compara,
mede, disputa e pergunta:
“Por que ainda não cheguei lá?”
A essência não pergunta isso.
Ela apenas vive.
Experimenta.
Aprende.
Muda de direção quando precisa.
Talvez você não esteja atrasada.
Talvez apenas esteja vivendo
uma história que não foi escrita para ser igual à de ninguém.
Há caminhos que não precisam ser comparados.
Precisam apenas ser vividos.
Atenção! Muitas vezes quando falamos mal de alguém, é a consciência preterida falando de nós ao subconsciente ativo, tentando nos despertar.
Alguém Especial
Hoje acordei e antes de me levantar,
Senti uma sensação diferente,
Percebi algo a me incomodar,
Vindo do meu subconsciente.
Um rosto refletia em minha mente,
Com tanta beleza que inspira e seduz,
Lindo de olhos negros e bem reluzente
Senti-me diante de um anjo de luz.
Seus cabelos com reflexo cintilante,
Combinando com toda anatomia,
De pele clara e um sorriso radiante,
Demonstrando a perfeita harmonia.
De um corpo perfeito e escultural,
Com retas e curvas bem delineadas,
Uma estatura totalmente angelical,
Com cintura e pernas bem torneadas.
Mesmo me sentindo um tanto extasiado,
Por deparar-me com algo tão diferente,
Senti-me naquele momento privilegiado,
Diante de uma visão tão surpreendente.
Tive a felicidade de observar em uma foto,
Onde contemplei a mais linda imagem,
Trajando vestido preto e sobre uma moto,
Parecendo um lindo cartão de mensagem.
Diante da magnífica beleza facial,
Com dificuldades consegui entender,
Confesso não ter visto algo igual,
Mas consegui em versos descrever.
Pois tu vieste a inspirar minha mente,
Como as águas fluem num manancial,
Trazendo-me a alegria permanente,
Por ter conhecido alguém tão especial.
Du’Art 05/ 09 /2014
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