Queria Ensinar as Pessoas a Amar
Deus deu-me o deserto para ensinar o valor da sombra, é ali que a alma aprende a esperar e a poupar forças.
Às vezes, Deus silencia não para nos abandonar, mas para nos ensinar a escutar aquilo que o barulho do mundo nos impedia de perceber.
A dor não me visitou para me quebrar, veio para me ensinar a reconhecer, no que sangra, a única verdade que não sabe mentir.
A vida tenta a todo tempo nos ensinar a diferença entre a riqueza e o dinheiro. Ainda que a sociedade consumista insista na superficialidade do dinheiro. A família, o relacionamento com Deus e a paz são exemplos de riquezas, todos eles estão ligados a alma. O dinheiro só poderá ser útil quando não somos escravos dele, porque a riqueza não tem preço, o amor não se compra e não se estima em preço. Nesta sociedade citada aonde tudo é tratado como objeto, inclusive as relações humanas, tudo tem preço e validade; mas na sociedade projetada por Deus o que vale é a profundidade do amor, do perdão e do propósito!
*Pais do Século XXI: Estamos Educando ou Terceirizando?*
A gente delegou a escola pra ensinar conteúdo, a internet pra ensinar sobre a vida, e o algoritmo pra dizer o que é certo.
Só que caráter não baixa em PDF. E respeito não vem com tutorial.
Educar hoje é nadar contra a corrente da pressa. É dizer "não" quando o mundo inteiro diz "compra pra compensar a ausência".
É ensinar que frustração não é bug do sistema. É parte do jogo.
Filho do século XXI tem acesso a tudo, menos ao tédio. E é no tédio que nasce a criatividade.
Talvez nossa maior lição seja desligar. Pra poder conectar de verdade.
_Van Escher
*Raiz de 1979*
Se não ensinar em casa, alguém ensina.
No meu tempo, bastava uma olhada.
A gente já entendia o recado inteiro.
_Van Escher
Filho não nasce sabendo limite. Aprende.
E quem tem que ensinar é pai e mãe, não a escola, não a internet, não a polícia.
Se for esperar o mundo ensinar, vai doer.
_Van Escher_
Você pode ensinar tudo a alguém, exceto a compreender a sua dor. Essa aula, só o sofrimento é capaz de ensinar.
"Pena que nem todos os pais saibam que a principal função de um educador é ensinar a criança a pensar, preparando-a para enfrentar a realidade do mundo, para que ela seja capaz de exercer sua cidadania onde quer que esteja ou que viva."
"O papel do professor é ensinar a criança a pensar; a deseducação dela é reflexo do ambiente familiar."
Através da literatura, nós podemos ensinar absolutamente tudo!
No meu último texto, falei sobre a força do brincar na Educação Infantil. E quando unimos o brincar ao universo dos livros, a mágica ganha asas. A literatura infantil não serve apenas para silenciar a sala; ela serve para dar voz à infância.
Na prática, como transformamos histórias em aprendizado real? Deixando que a criança saia do papel de espectadora e assuma o controle da própria jornada.
Aqui estão três ferramentas que defendo e aplico no meu dia a dia pedagógico:
• O Autor Mirim (Eles sendo o próprio personagem): Quando contamos uma história e permitimos que a criança se enxergue no personagem — ou até crie o seu próprio rumo —, despertamos o protagonismo. No meu conto "Leo e a Ferrovia dos Sonhos", por exemplo, a criança compreende suas próprias características de forma lúdica. Ela se torna autora de suas superações.
• O Cesto da Imaginação
A literatura precisa ser sensorial. Um cesto no centro da roda, repleto de adereços simples, lenços e objetos, convida os pequenos a materializarem o que ouvem. Conforme a história avança, eles buscam no cesto o acessório que encaixa na cena e dão vida ao teatro. A palavra vira ação, e a ação vira memória.
Maquetes sobre Folclore e Natureza:
A imaginação também ganha forma nas mãos. Criar maquetes para ilustrar nossas lendas brasileiras e o cuidado com o meio ambiente transforma conceitos abstratos em texturas, cores e formas. Trabalhar a natureza e a nossa cultura com elementos reais (folhas, gravetos, argila) conecta a criança com a terra e com as nossas raízes.
A literatura na infância é o solo onde plantamos a empatia, o respeito e a criatividade. É no toque, no faz de conta e no envolvimento de corpo e alma que o conhecimento se consolida verdadeiramente.
E você, qual história marcou a sua infância? 💭
Com carinho,
Rosana Figueira | Educadora & Escritora
Nem todo amor foi feito para durar uma vida inteira; alguns vieram apenas para nos ensinar que a gente sobrevive ao fim.
Dizem que sou jovem e que o mundo ainda vai me ensinar muito, mas a verdade é que eu já aprendi o suficiente com a gente. Aprendi que o amor não é esse conto de fadas que os tolos insistem em celebrar. Para mim, ele se revelou como uma nuvem carregada: pesada, escura e cheia de uma chuva que não limpa, só inunda.
O amor fere. E o meu coração, por mais que eu quisesse que fosse feito de aço, não foi forte o suficiente para aguentar tanta dor. Você foi a chama que ardeu bonito no começo, mas que acabou me queimando quando o fogo ficou alto demais para eu controlar.
Olho ao redor e vejo pessoas buscando essa tal "felicidade e união", e confesso que sinto uma mistura de pena e cansaço. Elas estão se enganando. Eu sei a verdade agora, e ela é amarga: o amor parece uma mentira bem contada, desenhada apenas para nos deixar tristes no final.
Não estou dizendo isso com raiva, mas com a clareza de quem finalmente parou de tentar se enganar. Minhas cicatrizes são a prova de que eu estive lá, de que eu tentei, mas que saí ferido.
Talvez um dia eu mude de ideia, mas hoje, tudo o que sei é que dói. E eu preciso de silêncio para ver se essas marcas param de sangrar.
