Querer bem e uma Prece que se Reza por Alguem

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Virtude amorosa é saber o ponto fraco do outro e jamais usá-lo em uma discussão para obter vantagem.

A liberdade, que supõe ter tempo para viver, (…) é uma civilização contra o tempo livre, que não se paga, que não se compra e que é o que nos permite viver as relações humanas”, porque “só o amor, a amizade, a solidariedade, e a família transcendem”. “Arrasamos as selvas e implantamos selvas de cimento. Enfrentamos o sedentarismo com esteiras, a insônia com remédios. E pensamos que somos felizes ao deixar o humano”.

O dom dos bruxos, dos artistas… O dom dos padeiros… Deve ser uma dádiva dada pelos deuses, não?

Então Jesus contou aos seus discípulos uma parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar.
Ele disse: "Em certa cidade havia um juiz que não temia a Deus nem se importava com os homens.
E havia naquela cidade uma viúva que se dirigia continuamente a ele, suplicando-lhe: 'Faze-me justiça contra o meu adversário'.
"Por algum tempo ele se recusou. Mas finalmente disse a si mesmo: 'Embora eu não tema a Deus e nem me importe com os homens,
esta viúva está me aborrecendo; vou fazer-lhe justiça para que ela não venha mais me importunar' ".
E o Senhor continuou: "Ouçam o que diz o juiz injusto.
Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite? Continuará fazendo-os esperar?
Eu digo a vocês: Ele lhes fará justiça e depressa. Contudo, quando o Filho do homem vier, encontrará fé na terra?"

Bíblia Sagrada
Lucas 18:1-8.

E hoje ele resolveu desenhar suas pegadas na areia. Como quem traça uma história não um caminho. Banhou-se do sol, e mergulhou na pluralidade do mar.

Volte para sua família e diga a eles que Wade mandou um oi. E me prometa uma coisa: que você vai começar a julgar as pessoas não pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. (Wade Wilson)

Quando você não tem ninguém para quem fazer uma xícara de chá, quando ninguém precisa de você, é quando eu acho que a vida acabou.

Eu sabia que terminaríamos, eu sabia que era uma viagem sem destino, sabia desde o início e não sabia, não sabia que doeria tanto, que era tanto, que era muito mais do que se pode saber, ninguém pode saber um amor, entender um amor, tanto que terminou sem muito discurso, foi uma noite em que você quase pediu, me deixe. Ora, pra que me enganar: você realmente pediu, sem pronunciar palavra, você vinha pedindo, me deixe, olhe o jeito que te trato, repare em como não te quero mais, me deixe, e eu, de repente, naquela noite que poderia ter sido amena, me vi desistindo de um jantar e de nós dois em menos de dez minutos, a decisão mais rápida da minha vida, e a mais longa, começou a ser amadurecida desde o dia em que falei com você pela primeira vez, desde uma tarde em que ainda nem tínhamos iniciado nada e eu já amadurecia o fim, e assim foi durante os dois anos em que estivemos tão juntos e tão separados, eu em constante estado de paixão e luto, me preparando para o amor e a dor ao mesmo tempo, achando que isso era maturidade. Que idiota eu sou, o que é que amadureci?
Nada, nem a mim mesma, jamais deixei de ter 10 anos, nem quando tive 30, nem quando fiz 40. Nunca tive idade, ela de nada me serviu, ser lúcida sempre foi apenas uma maneira de parecer elegante, uma estratégia para a convivência. Você lembra como eu chorei aquela noite, lembra do fim, você não pode ter esquecido aquela cena, entramos em casa sem acender as luzes, você olhando para fora da janela enquanto eu derramava toda a minha frustração e meu desespero, como se a culpa fosse minha e não sua, ou fosse sua e não minha, como se existisse culpa para o término de um relacionamento que simplesmente não tinha mais combustível, nem mais estrada. Faz quanto tempo desde aquela cena? Eu consigo enxergá-la por vários ângulos, vejo você de costas pra mim, parecia um soldado, tão ereto, em vigília de si mesmo, querendo saltar do terceiro andar, sair sem precisar passar pela porta, sem passar pelo adeus, e eu, curvada, amparada em algum móvel, demolida, e então, na cena seguinte, nós de frente um para o outro, mas com as cabeças abaixadas, você não queria ver meu rosto, e eu estava espantada com o seu, tão sereno, aliviado, quanto tempo faz, 15 minutos, vinte minutos desde que você saiu aqui de casa? Eu ainda estava quieta agora há pouco, eu ainda estava sem pensar e sem sentir, de repente me deu uma calma, nenhuma desgraça aconteceu, você desceu pelas escadas, eu fechei a porta do apartamento e não chorei mais, eu vi pela janela o seu carro saindo da garagem e não chorei, eu fui para o banheiro escovar os dentes, acho que escovei os dentes, não lembro, e botei uma camisola e fui pra cama e não chorei, não pensei, não senti, não chorei, entendi, não entendi, não pensei, não sei, acho que dormi.

Você não ligaria no dia seguinte, era domingo, fui até a cozinha lavar a louça, mas não havia louça para lavar, o combinado era jantarmos fora na noite anterior, não jantamos, ninguém se alimentou, quanto tempo faz desde aquela noite, parece um século, foi ontem. Decidi seguir a rotina: o que eu fazia aos domingos de manhã? Eu caminhava, eu ia ao parque, então caminharei, mas falta você, coloquei o tênis, saí a pé de casa, falta você e não falta, o estrondo está diminuindo, o barulho cessou, será que eu já percebo o acidente? Dou uma volta no parque, duas voltas, três voltas, você não virá aqui me ver? Volto. Telefono pra minha mãe, não telefono pra você, conto pra ela que acabamos, meu relato é muito coerente, ela lamenta mais ou menos, já ouviu eu contar essa história antes, somos reincidentes em finais, mas agora é pra valer, quem me acredita? Eu não me acredito, mas agora não te quero mesmo, e eu já ouvi isso antes, de você, de mim, agora não tem mais volta – dei tantas voltas no parque, é tão ridículo caminhar pra lugar nenhum, para quem vou ficar magra e saudável? E voltei a dizer: não, mãe, acabou de verdade, e pela primeira vez reparei em minha voz tremida, pela primeira vez naquele domingo eu fraquejei, as palavras saíram entrecortadas, eu catava as sílabas que me fugiam, e ela do outro lado da linha fingia que não doía nela também.
Liguei o computador, escrevi, que é como organizo meu pensamento, escrevi e parecia que eu estava ditando a mim mesma um texto requentado, agora acabou, agora é comigo, sei que vou conseguir, tenho meus motivos, e me dei várias explicações, tentei me convencer, eu estava tão racional, tão genial, eu quase consegui, e não almocei, zanzei pela casa, tomei um banho, troquei de roupa, tirei suas fotos dos porta-retratos e desabei pela segunda vez, a primeira sem que você testemunhasse.
Guardei na gaveta aquela fotografia em que você estava de boné, parecia um garoto, me agarrando pela cintura. Guardei todas. Aquela outra, nós dois, eu de novo enlaçada por você. E uma de você sozinho, um flagrante, você não percebeu, bati a foto enquanto você lia o jornal, tão lindo, você era tão lindo, você ainda é o mesmo homem depois de ontem, o mesmo homem sem mim? Eu me olho no espelho e não me enxergo, não sou mais a mesma, perdi a identidade. Tirar suas fotos de vista me pareceu uma providência curativa, agora você não o verá mais, querida, vai esquecê-lo mais rápido, como somos inocentes. E eu lá quero esquecê-lo? Sua presença ainda está tão quente dentro desse apartamento, o colchão ainda está meio afundado do lado em que você dormia.

Não sei se as pessoas choram de forma diferente umas das outras, eu choro contraída, como se alguém estivesse perfurando minha alma com uma lâmina enferrujada, choro como quem implora, pare, não posso mais suportar, mas o insuportável é uma medida que nunca tem limite, eu chorei no domingo, na segunda, na terça, em várias partes do dia e da noite, um choro de quem pede clemência, de quem está sendo confrontado com a morte, eu estava abandonando uma vida que não teria mais, eu sofria minha própria despedida, morte e parto, eu tinha que renascer e não queria, não quero, sinto que caí num vácuo, perdi a parte boa da minha história, e não quero outra, enquanto choro penso que se alguém me visse chorar dessa maneira me salvaria, prestaria socorro, chamaria uma ambulância, eu nunca vi você chorar, você alguma vez chorou por mim, você sofre a minha ausência, sente minha falta? Estar sozinha nessa aflição me condói de mim mesma, é o labirinto do inferno, não há saída, não há saída, você não está me esperando lá fora, nem hoje, nem amanhã, você não vai fazer nenhum gesto para me resgatar, e se fizesse, eu não estenderia minha mão, e é isso que me faz descrer de tudo, eu sei que acabou, eu estava infeliz ao seu lado, eu estou infeliz sem você, mentira, eu era feliz ao seu lado, e nem sei se a palavra é essa, feliz. Felicidade é um resumo fácil, uma preguiça de investigar o muito mais que nos ergue diariamente, na época era o que me bastava, eu sabia onde estava e com quem, eu não estou infeliz, eu só estou perdida e não consigo mandar nenhum S.O.S., ninguém sabe onde estou, largaram meu corpo em cima dessa cama e ninguém me procura.
Choro, choro muito, choro agora feito uma guitarra dedilhada por um bêbado, sinto uma piedade inconsolável de mim, de tanto que recordo o quanto te quis e o quanto te admirei por amares a mim, era paixão inveterada, paixão de doer, paixão de não dar certo mesmo, paixão de perder o tino, e perdi por completo, hoje tento compreender duas ou três frases e nem isso me cabe, ficou tudo sem lógica, eu que prezo tanto a lógica, não entendo mais nada, mergulhei no escuro da minha perplexidade, você era meu até bem pouco tempo, mas vou sair dessa, veja, já estou enxugando as lágrimas, procurando meu celular para fazer uma ligação qualquer, esses compromissos que a gente inventa para fingir que a vida continua. Marquei hora no cabeleireiro sem ter motivo algum pra ficar bonita.

Não consigo mais ser uma pessoa comum, dessas que conseguem ver uma novela sem se afligir e que dirigem prestando atenção apenas nos sinais de trânsito, agora eu só assisto à tevê com o controle remoto na mão para que eu possa trocar de canal a qualquer indício de que virá cena de beijo, não consigo ver um homem e uma mulher se amando, é como se fosse uma agressão pessoal, vamos massacrar essa coitada, vamos fazê-la lembrar, mas não, eu não fico lembrando de nós dois, é muito mais torturante que isso, eu fico imaginando você com outra mulher, você beijando outra mulher, e isso me dá uma náusea que quase me faz desmaiar, fico em posição fetal, eu penso que vou ficar louca, como se já não estivesse, eu não posso ver uma foto de mulher bonita que já imagino o quanto você vai se interessar por ela, e vai desejá-la, eu passei a ter ódio de todas as mulheres que cruzam seu caminho, meu caminho. E no trânsito, eu só tenho olhos para as placas dos carros que são da mesma cor e marca que o seu, e quando um se aproxima eu rogo a Deus para que não seja você, e ao mesmo tempo quero que seja, e às vezes consigo não olhar, me sinto tão valente, consigo por minutos olhar só em frente, não reparo em nenhum veículo a minha volta, é como se estivesse sozinha na avenida, e é nessas horas que corro o risco de bater, eu acelero sem perceber e depois freio muito em cima dos outros carros, eu saio da minha pista sem sinalizar, eu esqueço pra onde estou indo, eu vejo você caminhando pelas calçadas e não é você, de repente todos os homens do mundo ficaram idênticos a você, e eu ainda não me envolvi num acidente por um triz, ou talvez já esteja mais do que acidentada para ainda ter que enfrentar essa dor na carne, de verdade, sem ser apenas uma metáfora. Evito olhar os casais de namorados nas paradas de ônibus, e tem um painel publicitário em que um homem olha para uma loira com um desejo tão escancarado que me retorço e choro só de imaginar você olhando assim para outra mulher, e eu sei que você está, ninguém precisa me contar, eu sei como é que você se cura, se trata, você não chora nem lamenta, você volta pra rua, você vai atrás de todas as mulheres nuas feito um vira-lata, você está olhando nesse instante para outra mulher, está entrando nela, dizendo a ela como ela é gostosa, você está me matando dentro de você, e eu morro a quilômetros de distância, a sós comigo mesma, você transa com outra e me mata, você goza e me mata mais um pouco, você dorme e me deixa insone pra sempre, eu sei que não vai ser pra sempre, mas eu não enxergo o dia de amanhã, hoje eu só estou acordada pro eterno desse pesadelo, você era meu, droga, exclusivamente meu até dias atrás, meu como esse sofrimento.

Martha Medeiros
MEDEIROS, M. Fora de Mim. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2010.

Não existe nada mais prático do que uma boa teoria.

Tenha sempre em mente o enorme carinho que tenho por você e que tens uma garota que está te querendo a todo momento.

É obrigação de todos edificar os demais com uma vida boa, santa e honesta.

Quando o ego assume controle sobre nós, inevitavelmente acontece uma coisa. O nosso coração começa a controlar a nossa cabeça.

Chega o momento da sua vida em que você é uma simples carta do baralho e é colocado na mesa para ser escolhido. Depois... o mundo vira do avesso, completamente do avesso. Muda tudo. Aí você passa a ter o domínio do baralho e começa a descartar cartas da sua vida.

Eu na 3ª pessoa.
Ele uma vez jurou que a amaria a vida toda, disse que seria pra sempre dela.
Ele sorria com cada brincadeira que ela fazia, a observava como se ela fosse a coisa mais bela e preciosa do mundo.
Ele acreditou que seria para sempre e a amou mais que a si mesmo e se manteve fiel até o ultimo instante.
Mas por capricho ele a deixou. O amor que ela sentia por ele era obsessivo que o sufocou, o prendeu.
E ele se libertou, só queria que ela entendesse que a amava e que em uma prisão tudo morreria...

Mas ela não entendeu e em troca da liberdade que ele a deu, ela o condenou a solidão.
Ela duvidou dele, ela o odiou, o magoou quando ao lado dele sentia vergonha de sua presença.
Ela o confundiu dizendo que ainda o amava. E disse que só queria mais tempo...

E enquanto o tempo passava ela o esquecia e ele a esperava;
Ela se divertia. Ele chorava;
Ela ria do sofrimento dele. E ele por não agüentar, de dor sangrava.
Ela o rejeitou varias e varias vezes. Ele sempre voltava.
Ela conheceu varias pessoas encontrou novos amores.
E ele ao descobrir isso perdeu as esperanças, não sabia o que fazer, pois não precisava mais esperar...

Ela era tudo que ele tinha e agora ele não tinha mais nada.
Ele chorou como criança;
Se desesperou;
Enlouqueceu...
A cada lembrança seu coração se partia, em cada canto da casa ela a via;
E a cada minuto sem ela ele não existia.

Ele sentia vontade de gritar, mas o grito não passava da garganta;
Queria correr, mas não tinha direção para seguir;
E a dor de dormir com ela nos pensamentos e acordar sem tê-la ao seu lado foi insuportável;
E tinha medo do que ele podia fazer com ele mesmo. E descobriu que o amor não é tão belo assim, que amar sozinho é conhecer o inferno de perto. É desejar morrer e não conseguir, é querer esquecer sem saber como, é desejar que o hoje passe depressa e que o amanhã venha sem ela.

Ele sofreu!
Destruiu cada sonho que tinha;
Ele a apagou de suas lembranças;
A retirou de sua vida;
Ele matou o amor que sentia e juntou cada fragmento de sua alma e cada pedaço do seu coração e os moldaram novamente.

E hoje ele tem um coração fechado que se esconde por trás de sua alma que ninguém se interessa em ver.
Ele olha seu coração as milhares de cicatrizes e não sente mais nada.
Hoje ele sabe que pode viver sem ela. Sabe que ele a amou muito, mas que esse amor que ele sentiu não foi suficiente para que hoje ao menos possa sentir saudades dela...


08/07/2009 (Raphael Santos Araujo)

Dean: Nós somos o exemplo de uma família equilibrada perto deles.

Quer menos decepção? Menos coração partido? Quer menos dor? Uma vodka então, por favor.

Boa noite! Que você tenha uma ótima noite e descanse por inteira, que seu anjo da guarda te proteja sempre e guie sempre Jesus até seu coração.

Uma falta de ar. Olhos marejados. Um coração batendo apertado comprimido contra o abraço mais forte que eu poderia dar. Queria sincronizá-lo com seu, guardar cada detalhe seu em mim. Peguei tudo que pude enquanto nosso abraço parava o tempo. Tentei fechar os olhos e notar cada pedaço seu encostado em mim. Sua bochecha colada na minha, seus braços me segurando forte. Me dói te ver partir. Me dói mais ainda os dias sem ti. Me dói acordar sabendo que falta tanto para te ver. Compensa saber da nossa eternidade, certeza. Porque eu não viveria sem você. É fato. Agora que achei meu inteiro, não conseguiria ser metade de novo. Todo o meu ser está em você. O sorriso que risca minha face é teu.

Cada dia que passa é uma folha que se vira no livro da vida

[Moderna] “é a pessoa que faz de sua vida uma verdadeira obra de arte. Aquela que inventa a si mesma, que faz de sua vida algo singular”.