Querer bem e uma Prece que se Reza por Alguem
Em uma carreira profissional ou na vida, eu não tenho a mesma opinião daqueles que dizem que devemos pensar fora da caixa. Entendo que é preciso ao longo do tempo construir muitas caixas diferentes e expandi-las, assim posso utilizar a melhor caixa para cada circunstância.
O conhecimento sem compartilhamento é como uma máquina de escrever em uma grande sala de estar, é simplesmente um artigo de colecionador que não impacta a vida das pessoas.
Um acidente de trabalho é como uma árvore, não é alimentado e sustentado por uma única causa. Identificar e tratar somente uma causa não impedirá que o evento se repita em algum momento.
Em uma investigação de acidentes do trabalho precisamos pensar os fatores humanos como os fatores que induzem o ser humano ao erro durante sua interação com máquinas e processos.
Em um mundo repleto de mudanças, precisamos ter uma mentalidade de crescimento, não há mais espaço para uma mentalidade fixa.
O risco ocupacional é somente uma carta no baralho do Gerenciamento de Riscos e entender seus impactos combinados é um fator essencial na gestão estratégica de uma organização.
O risco ocupacional é somente uma carta no baralho do Gerenciamento de Riscos e entender os impactos da combinação entre eles é algo essencial para o sucesso de qualquer empreendimento.
Uma organização é um organismo vivo, composto por pessoas com interações para atingir um objetivo. Sua estrutura de gestão deve ser dinâmica para absorver e responder as mudanças ao longo do tempo e os riscos existentes em suas operações.
Cada novo amanhecer vivo (ou viva) representa uma nova oportunidade para fazermos tudo melhor que antes, rumo à realização de nossos objetivos ... ou dos outros. Pense nisso. Então, seja grato por isso!
Risco é a possibilidade de um evento acontecer, seja ele uma ameaça, quando negativo, ou oportunidade, quando positivo. O RISCO NEGATIVO vem de você não saber corretamente o que está fazendo.
Em se tratando de um cenário de emergência uma organização precisa estar preparada antes do evento e não no pós evento.
Somente teremos resultados relevantes em uma gestão de riscos ocupacionais, quando tivermos sistemas que irão falhar de forma segura.
Já parou para analisar por que você ainda não alcançou o que deseja? Isso pode ser uma vida melhor para você e seus familiares, um emprego bem remunerado, aprovação em concurso público ou ingresso num curso superior, por exemplo. Assim, aproveite cada dia de vida para fazer um balanço de seus aprendizados, o que ainda precisa aprender, quais contatos fazer para ampliar seu networking e, principalmente, quais recursos, internos ou externos, ainda falta a você para alcançar seus objetivos.
Como você tem usado sua rede de contatos? Como uma via única, onde só você tem benefícios? Ou via de mão dupla, onde todos se ajudam e se beneficiam mutuamente?
Gerenciamento de Riscos não se resume ao simples fato de atender as normas aplicáveis a uma organização. É um processo estruturado de resposta eficaz a cada risco identificado, analisado e avaliado dentro de um sistema produtivo, ambiente ou atividade.
"Quando fazes tudo certo ninguém te dar uma condecoração, mas se tu fazes algo errado, todos te apedrejam e te jogam na lama"
O IMPÉRIO DE MASCA
Uma sátira sobre o quê?
Era meados de maio, em 2020, quando este reino saudou, por imposição de seu nobre Monarca, a nova soberana.
Esta ¨amiga do povo¨ oferecia proteção contra a invasão do bárbaro Sars, “O Temível”.
Num cenário em que a manchete era de caos iminente, com sintomas aqui e acolá, a providência monarca parecia atender aos interesses gerais.
Masca, a Imperatriz, então, chegou ovacionada como salvadora da pátria.
A figura vindicava, com muita elegância, tão e somente o respeito às suas regras, aquelas tidas como básicas, para as quais nem o mais abastado de intelecto haveria de discutir, porquanto dispostas em nome do bem supremo (saúde e tranquilidade para todo o Império).
Todavia, de início, queixas e desconforto; extrema confusão, pessoas sem identidade; ruídos controversos de opinião.
Incômodo! É fato, diante da nova Imperatriz, pairava na gente do reino.
Mas…com o tempo, quase todos renderam-se, súcubos de tão hipnótica majestade.
Aquela figura, solerte e receosa de abandono, cuidou de mostrar nova roupagem, para o agrado da população.
Colorida, alegre e engraçada, até mesmo personalizada, tudo ¨de acordo com o desejo de cada integrante do reino¨, acolhendo de um jeito lúdico e especial, até mesmo os pequeninos, antes livres da perturbadora discussão.
Era tanta beleza espalhada, que até memorava a outra disposta em arte no centro do mundo moderno, em Les Amants, René Magritte.
A figura a quem aqui se dá o título de imperatriz, afinal, não parecia tão cruel.
Justificativas não faltavam para a sua defesa; seus súditos manifestavam desculpas inclusive quando se esqueciam de saudá-la; confusão, as pessoas de fato mudaram seu comportamento, adaptando-se ao novo comando.
Contudo, por razões toldadas, não havia felicidade no ímpeto daquela nação.
As vozes calaram-se, os sorrisos desapareceram, o ar tornou-se de difícil inspiração e expiração; entretanto - porque no coração do povo ¨há bondade e empatia com o próximo", tinha-se de respeitar a coletividade, sob pena de banimento.
Verdadeira tirana e abusadora social, em verdade, vilipendiou todos os valores. Fustigou os rostos, escamoteou risos e aproveitou para represar informação, funcionando como um simulacro de mordaça, sufocando o conhecimento.
Até mesmo os mais íntimos da lei que enxergavam aqueles despautérios preferiam o silêncio, receosos de maior restrição de suas já parcas liberdades.
Movimentos e dança também sucumbiram, não obstante tóxicos resultados durante a atividade física.
Abusos deveriam ser suportados por um bem maior, ainda que por mau.
Sorrisos, expressões, ar, liberdade, tudo efêmero perto do novo e permanente rebuço.
Liberdade em raras ocasiões, por exemplo, quando sentados os discípulos para alimentação. Porém, quando na vertical, a canga retornava, porque ressurgia das cinzas o invasor.
Mas para quê revoltar-se? Afinal protegidos, enfeitados e alguns até confortavelmente escondidos por detrás do novo adereço.
O bafo da dentadura melhor solitário.
Até os tímidos, desta vez, ganharam força (perderam a voz, de vez).
A Soberana negava a verdade, colocava uns contra os poucos, confundia suas vítimas, ao mesmo tempo em que elogiava-as por terem a coragem de defendê-la e glorificá-la.
O tempo transcorre.
A maioria vibrou em medo, depressão, sofrimento, isolamento.
A minoria despertou para a cruel realidade e bradou: ABUSO!
No horizonte a liberdade da já sempiterna abusadora. Agora finalmente “democracia”!
Um édito real (do Monarca) decretou a sua separação do Império, já preocupado com o novo destino de seu Reino, o qual deseja ampliar, não sem aprovação unânime de sua já fiel população. A conviva agora já não lhe servirá!
Estaria a Imperatriz descartada, não fosse o pânico difundido e consequente prestígio conquistado.
Muitos querem a manutenção de forças da Cruella De Vil, nefanda comensal; afinal, criou-se com ela um vínculo, uma espécie de conexão pessoal, emocional e até mística! Confortáveis, por de trás da escuridão querem permanecer.
Sentimentos positivos em relação à nobre tirana, negativos contra quem a menoscaba, vociferando anátemas (rebeldes negacionistas, egoístas, burros, bois, etc); o povo é seu convivas, além de partilhar das idéias da grande irmã.
Encantados pela algoz, muitos até desejam, mas não conseguem abandoná-la.
Simbioticamente, em verdadeira SÍNDROME DE ESTOCOLMO, quem reinou foi o abuso, a cegueira, a incoerência e a falta de união.
Sieg Heil!
Escrito em março de 2022
Não vamos conseguir mudar o mundo simplesmente com uma ação, mas podemos ajudar a mudar o futuro de alguém que poderá tentar mudar o mundo com suas ações !
Dizem que quando uma pessoa amada,
familiar ou amigo, morre, falam: " A vida continua". Não corroboro,
pois a vida é pausada, o espírito para quando
temos a consciência que nunca mais veremos a outra pessoa na qual
esteve em todos os nossos momentos de felicidade
e antagônico. Pode se dizer quê: o retorno ao estado
de espírito, na qual a vida continuará, poderá
ocorrer quando a consciência entender e quiser
compreender que a vida continua. Além disso, não
será mais a mesma pessoa emocionalmente,
será um ser humano mais rígido no seu interior,
menos hiperbólico ao amar e mais
consciente na dor. Depreende-se, por tanto, que se viva a vida sem pensamentos retroativos, pensando sempre em proatividade de vida, porque ela poderá te surpreender em segundos ou um sopro.
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