Querer algo de Verdade
No raciocínio indutivo, o papel das premissas é fornecer um forte apoio à conclusão, mas a verdade da conclusão não é garantida, porque este tipo de raciocínio não usa leis universais (tais como as leis da lógica) para chegar à conclusão. O seguinte trecho é exemplo de raciocínio indutivo: "Eu sinto no íntimo que exite um criador e todos os seres humanos nascem com inclinações para crer em Deus. Portanto, todas as pessoas são teístas." Neste caso, o raciocínio é correto porque a premissa apoia a conclusão, mas a conclusão é falsa, uma vez que existem pessoas ateístas.
Seja verdadeiro, seja mentiroso, mas que seja de verdade!
(Sem contaminação)
Porém não seja falso, hipócrita ou cínico! Pois a pior coisa do mundo é alguém fingir ser o que de fato não é!
Quando começo a perceber a verdade e a adquiri-la, pelos fatos da vida. Expandindo o meu horizonte de visão e deixando de ser um idiota útil.
Quando começo a perceber a verdade e a aquisição, pelos fatos da vida e no caminho para expandir o horizonte da minha visão, deixando de ser um idiota útil.
À medida que, ao passo que começo a perceber a verdade e a aquisição, pelos fatos da vida e pelo modo de expandir o horizonte da minha visão, vejo-me, deixando de ser um idiota útil.
A verdade é a adequação entre a coisa e o intelecto -São Tomás de Aquino
Entre a coisa e o intelecto: a adequação da inteligência a cuja verdade é - Marcelo Castilho Assis
Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é negá-la.
São Tomás de Aquino
É assim que não consagrar e eternizar a verdade na alma é levar à ignorância e á covardia.
Marcelo Castilho Assis
Não confunda a rejeição de muitos com o erro; muitas vezes, a verdade é uma ilha que a maioria não alcança.
Quem não entende o mundo onde vive, não tem fé, tem ilusão; a fé de verdade é a certeza que nasce de conhecer a realidade.
''Qual é a verdade??disse um grande governador,ele se sentiu contra parede em tentar mudar um destino que não era seu,ali não houve distinção entre verdade ou mentira,mas jesus aceitou a sua sinceridade a partir do momento que respondeu:''eu sou a verdade'',ser sincero abrange não só em atender um contexto pessoal mas também congregacional,isso É ser Divino Humano."
"Notícias ruins elas vem como uma Bomba!? Na verdade é um Big Bang emocional as partículas da consciência entra em colapso e você se pergunta:"Porquê?!E logo depois o êxtase silêncio!?apenas Silêncio."
Com respeito aos ateus??prefiro ler um livro que contém a verdade(Bíblia) do que mil livros que só contam mentiras..."
Não se iluda com “amizades” que somem quando você cai.
Quem te ama de verdade fica: pai, mãe, família.
Esses são os amigos que nunca te abandonam.
Valorize quem permanece ao seu lado.
Lil Nan - Você me mostrou
Você me mostrou o que era amor de verdade quando ninguém mais acreditava em mim
você me fez lutar quando eu não aguentava mais insistir
você mudou a minha vida de uma forma que eu finalmente pude saber o que era "existir"
e você me mostrou que tudo era possível quando eu achava que não ia conseguir
você ainda é a razão pela qual eu ainda estou lutando
você é a razão pela qual eu ainda estou rimando
se eu pudesse te dar a lua de presente
eu faria isso sem mais nem menos
e se eu pudesse te mostraria os meus sentimentos novamente
você é a razão pela qual eu ainda estou lutando
você é a razão pela qual eu ainda estou aguentando
e se a morte estivesse vindo para te buscar
eu daria a minha vida só para ela não te levar
você é a razão pela qual eu ainda estou lutando
você é a razão pela qual eu ainda estou aguentando
e se a morte estivesse vindo para te buscar
eu daria a minha vida só para ela não te levar
porque você é
você é
você é a razão pela qual eu ainda estou lutando
você é a razão pela qual eu ainda estou aguentando
e se a morte estivesse vindo para te buscar
eu daria a minha vida só para ela não te levar.
Serei alguém perfeito?
Em versos crus, a verdade se revela,
Não sou o doce que teu sonho modela.
Meu gosto amargo, um choque ao paladar,
Desfaz a imagem que ousaste idealizar.
Esperavas mel, encontrou fel em mim,
A decepção, um abismo sem fim.
Não me aprovas, e a dor me assola,
Pois te mostrei a face que te amedronta e controla.
Mas sou caleidoscópio de sabores,
E te apresentei o pior dos horrores.
Se suportares a amargura em meu ser,
Te darei flores, um doce amanhecer.
E, vez ou outra, um frio na espinha,
Para provar que a vida não é só mesquinha.
Não sou inédito, nem tenho tal poder,
Tudo o que faço, já fizeram, é um desprazer.
Mas prefiro a derrota inicial,
Para te surpreender no contexto final.
Do que a vitória precoce, ilusão fugaz,
E te perder na desilusão que me satisfaz.
Definitivamente, as palavras têm peso e poder. Na verdade, por malandragem, só podemos admitir pensar e falar coisas boas, leves e positivas! Aprendam: Pensar + Falar = Poder de Atração
(Aline M. Abdalah)
A Alta Responsabilidade Moral do Espírita diante da Verdade.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A questão seiscentos e vinte e quatro de O Livro dos Espíritos, conforme a tradução rigorosa de José Herculano Pires, é um dos pilares éticos mais robustos da Doutrina. Ela não se limita a definir o verdadeiro profeta como homem de bem inspirado por Deus. Ela convoca cada discípulo do Espiritismo a examinar a própria vida, não para ostentar santidade, mas para reconhecer que a Verdade não se harmoniza com a dissimulação. A fonte, preservada em Kardecpedia, ressoa como um chamado histórico à autenticidade.
A Doutrina, edificada pelo tríplice aspecto que reúne filosofia, ciência e moral, exige seriedade de intenção e coerência de conduta. O espírita, ao estudá-la, deve compreender que a luz que ela derrama sobre o mundo espiritual implica um compromisso indissociável com os valores que proclama. A filosofia espírita esclarece. A ciência espírita demonstra. A moral espírita transforma. Sem esta última, não há vivência. E sem vivência, não existe fidelidade ao Consolador Prometido.
Allan Kardec, tanto na primeira parte de O Livro dos Espíritos quanto em O Evangelho segundo o Espiritismo capítulo seis, insiste que o Consolador é o restaurador da Verdade. Não a verdade abstrata, mas a verdade vivida. A verdade que se imprime no caráter. A verdade que se traduz em responsabilidade pessoal.
Entretanto, ao longo dos anos, muitos companheiros ignoraram o sentido profundo desta exigência moral. Parte dos espíritas preferiu deter-se na fenomenologia, fascinados pelas manifestações que assombram a imaginação, mas esqueceram que o fenômeno, sem o conteúdo moral, é apenas aparência. Outros buscaram erudição doutrinária, discursos extensos, citações infindáveis, porém sem a coragem de aplicar a doutrina ao próprio íntimo. Há ainda aqueles que, percebendo que não conseguem ajustar-se imediatamente ao padrão ético proposto, optam pelo silêncio sobre a questão seiscentos e vinte e quatro, temendo expor, mesmo que implicitamente, a distância entre a teoria que defendem e a prática que executam.
Essa omissão, contudo, não altera o fato essencial. O Espiritismo não solicita perfeição. Não exige que seus discípulos se apresentem como santos ou puros. A Codificação é clara ao ensinar que o progresso é gradual e pessoal. O que ela exige é sinceridade de propósito, esforço contínuo, vigilância moral e respeito absoluto pela verdade.
Léon Denis, em Cristianismo e Espiritismo, reafirma que a grandeza do discípulo não está em sua pureza, mas na sua seriedade. Herculano Pires, em suas análises culturais, recorda que o movimento espírita perde sua força sempre que se permite converter o estudo em mera retórica, sem coerência íntima. Divaldo Franco e Raul Teixeira também salientam que a vida espírita deve ser testemunho discreto, humilde e perseverante, jamais palco de exibições de virtude ilusória.
Por isso, a questão seiscentos e vinte e quatro não é um convite ao moralismo, mas à integridade. Ela nos chama à responsabilidade silenciosa, firme e honesta. Ser espírita significa reconhecer-se em construção. Significa admitir falhas, mas jamais justificar desvios. Significa dialogar com a verdade, mesmo quando ela nos fere o orgulho. Significa entender que Deus não se serve da mentira para transformar o mundo, e que nós somos aprendizes convocados à retidão, ainda que imperfeitos.
CONCLUSÃO
A grandeza do Espiritismo não está em transformar seus adeptos em figuras irrepreensíveis, mas em convidá-los à seriedade moral e à autenticidade. A exigência da questão seiscentos e vinte e quatro não é a pureza absoluta, mas a renúncia consciente à duplicidade. É a coragem de dizer a si mesmo que a verdade deve ser buscada, mesmo entre tropeços. É a responsabilidade de compreender que o Consolador Prometido só floresce onde há sinceridade de alma.
O espírita não precisa ser santo. Precisa ser honesto consigo mesmo. A partir dessa honestidade nasce a verdadeira transformação.
