Quem Vive

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“Nem todo aquele que se apresenta como Mestre do Reiki vive como Mestre do Reiki.”

⁠A poesia vive na elegância das atitudes.

"O Congresso Nacional no Brasil vive um dos piores momentos de colapso moral, sob a liderança de Hugo Motta e Davi Alcolumbre. É preciso 'fritar' todos os políticos da Casa que travam as pautas para votação das leis de interesse da nação, priorizando interesses pessoais nas Casas Legislativas. O Congresso Nacional se tornou um palco de disputas políticas intensas, desde a época de Artur Lira. Hoje, Hugo Motta e Davi Alcolumbre se juntaram, transformando o Congresso Nacional em um vergonhoso caos político!"

"Aquele que tem muito que provar vive como refém da opinião alheia; mas quando o caráter é íntegro, nossa libertação se manifesta em um belo sono no travesseiro."

"Quem vive de aparência, se assusta quando as contas chegam."

"Quem faz tudo por amor, sem cumplicidade, vive no prejuízo."

"O dono do barraco virou comerciante: agora, vive de explorar o miserável, muitas vezes da própria família. Mundo cão."

Quem vive de novidade foge de permanência.

⁠A maioria das pessoas vive com os olhos fechados, imaginando o mundo como uma grande caixa.

A EXPERIÊNCIA DE VIVER


De que me vale a experiência quando já não me resta tempo para vivê-la?
Seria verdadeiramente sábio consumir os últimos dias de minha existência tentando aproveitá-los ao máximo, apenas para que, depois da minha partida, alguém possa afirmar: "Ele viveu"?


Não! Quando a morte vier ao meu encontro, quero oferecer-lhe resistência. Quero dar trabalho para que me leve!


Não desejo transformar a existência numa preparação constante para o seu próprio fim. Quero experimentar enquanto há tempo, entregar-me aos prazeres, conhecer os excessos e, se assim desejar, cometer amanhã os mesmos erros de ontem, não por desconhecimento, mas pelo simples reconhecimento de que certas experiências não precisam ser justificadas pela sabedoria que delas extraímos.


Afinal, de que serve amadurecer tanto a ponto de perder o apetite pela vida? De que vale aprender a evitar todas as quedas se, nesse exercício de prudência, deixamos de caminhar?


Não quero chegar ao fim tendo sido exemplar na arte de sobreviver. Quero ter sido imperfeito na arte de existir.


Pois, se a morte é inevitável, que ao menos não encontre em mim alguém que já tenha desistido de viver antes mesmo de morrer.

Admiro quem defende seus ideais com base e convicção; de quem vive na alienação e de gente elitista eu só tenho pena.

O cavalo tem força para vencer; mas com antolhos, vive preso ao caminho limitado. Isso não é sobre cavalos.

"Quem vive de aparências acaba refém da própria encenação."

Conheci homens que foram vencidos pela pornografia.
Conheci outros que ainda não caíram, mas vivem cercados por ela. Quem brinca com o pecado cedo ou tarde sente as suas consequências.

Lembra do passado,
mas não mora nele.
Vive o presente,
porque é só nele que a gente se toca.
E tem esperança
de um lindo futuro.
Porque o que foi bonito nos ensinou,
o que temos agora nos sustenta,
e o que vem pela frente
pode ser ainda maior.

Saul Beleza

Porque o amor que dura pra sempre
não precisa de todo dia.
Ele não vive de mensagem, de toque, de presença.
Ele vive de ter acontecido de verdade.
Uma vez que duas almas se reconhecem,
não existe mais longe.
Existe só saudade.
E saudade é só o jeito que o amor tem
de provar que ainda tá lá,
batendo.
Tem gente que passa a vida inteira do lado
e nunca se toca.
E tem gente que se tocou uma vez só,
e nunca mais se largou por dentro.
Esse é o amor que perdurou.
Ele não acabou.
Ele só mudou de lugar.
Saiu do mundo e entrou na eternidade.
(Mario Valen/Saul Beleza)

⁠Quem sabe a dimensão do barulho de um diagnóstico é só quem o vive, os que fazem disso um espetáculo, só imaginam.


Os que atravessam o instante em que um diagnóstico cai sobre a própria vida, sabem: não é apenas uma palavra, é um estrondo que reverbera por dentro.


O barulho não vem do som, mas do silêncio que se instala depois — aquele em que o futuro precisa ser reaprendido, os planos se recolocam em caixas frágeis e o coração passa a ouvir demais.


Para quem vive, o diagnóstico não é manchete nem assunto de corredor.


É matéria de oração, de medo contido, de coragem silenciosa.


E é o peso de ter que continuar respirando enquanto a alma tenta entender o que mudou sem pedir permissão.


Já os que transformam isso em espetáculo ou comentário ligeiro escutam apenas o eco distante.


Imaginam o impacto, mas não conhecem o abalo.


Confundem curiosidade com empatia, opinião com presença e ruídos com cuidado.


Talvez por isso, diante do diagnóstico alheio, o gesto mais humano não seja perguntar, expor ou explicar — mas silenciar, respeitar e permanecer.


Porque há dores que não pedem palco, mas abrigo.


E há barulhos que só quem os escuta por dentro sabe o quanto ensurdecem.

⁠Ninguém vive Só, mas ninguém sobrevive mais Sozinho do que quem vive querendo ser Amigo de
todo mundo.


Há uma diferença bastante silenciosa — e muitas vezes ignorada — entre estar cercado e estar acompanhado.


Quem tenta caber em todos os círculos acaba se diluindo em cada um deles.


Vai se moldando tanto ao gosto alheio que, no fim, já não sabe mais qual é o próprio sabor.


E assim, na ânsia de pertencer a todos, deixa de pertencer a si mesmo.


A necessidade de agradar indiscriminadamente costuma nascer de um medo antigo: o da rejeição.


Mas há um preço muito alto em trocar autenticidade por aceitação.


Relações construídas sobre concessões constantes não criam raízes, apenas vínculos frágeis que dependem de manutenção exaustiva.


E o mais curioso é que, mesmo rodeado de gente, esse esforço contínuo é raramente recompensado com profundidade.


Amizade de verdade não exige ubiquidade, exige verdade.


Não se trata de quantos cabem à mesa, mas de quem permanece quando a mesa já não oferece nada além de silêncio — ainda que agridoce.


Quem tenta ser amigo de todo mundo, no fundo, vive evitando o risco essencial de qualquer relação genuína: o de não ser aceito por alguns para ser verdadeiramente reconhecido por muito poucos.


Há uma solidão deveras peculiar em nunca poder ser inteiro.


E talvez a nossa Verdadeira Liberdade comece justamente quando aceitamos que não é preciso sermos tudo para todos — porque, ao fim, é isso que finalmente nos permite ser algo bem real para alguém.

“Não vou matar o leão que vive em mim, e nem o que vive em você, somos dono da força e sabedoria, temos garra para lutar e vencer sem arranhar ninguém.”

Quem não busca referências, não sabe a diferença do conhecimento para a ignorância, e vive a vida acreditando que está certo.