Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
Não seja injusto, o Amor não faz ninguém sofrer, quem faz isso, é a imbecilidade de quem não sabe te amar...
Pra quem crê que existe apenas uma vida, continue praticando o mal e verás no final quem irá rir por último!
Gostaria de poder cuidar até o fim,ensinar por onde deve seguir e em quem deve acreditar,sem nunca te impedir de amar e viver junto de outro amor.
Hipocrisia seria dizer que gosto de te ver com outro amor,na verdade gostaria de te ter só para mim,mas gosto de te ver feliz.
O crítico é um investigador, um Sherlocky Holmes. Bem que gostaria que ele descobrisse quem era o defunto do Seminário, o que eu apalpei no corpo do Cristo. Mas ele é um tonto. A culpa não é dele, é daquela luneta que ele usa, como se fosse astrônomo, como se caçasse estrelas. O que eu conheci era de artes plásticas. E tinha a sensibilidade de um hipopótomo! Mas eu queria um crítico assim: que pusesse Tomé na cadeia por causa de Faropa, que torpedeasse o navio de Padre Souza, lógico que ele vai para Roma num cruzeiro! E que fizesse tudo aquilo que eu não fiz. Por exemplo: não deixar mãe Rosa envelhecer." (Estranhos na noite, romance, 1988)
Pra que dar valor a quem não está nem ai pra você? E as aqueles que te davam valor, oque você faz por eles?
Vida sem erros não é vida, é fato agente primeiro erra pra depois aprende e quem sabe ainda de tempo de tentar novamente
Só pode compreender o escritor quem conhece a linguagem da brisa, a textura dos senões e a (im)permeabilidade das palavras. Por isso o escritor ouve muito mais do que fala. E, ao ouvir, e sobretudo ao olhar, ele capta a alma, a essência das pessoas. Percebe o que talvez nem elas próprias saibam: descobre, quantas vezes mesmo sem querer, suas máscaras: entrevê suas hipocrisias, sente seus segredos, perscruta suas misérias." (Corina, 2007)
CONFESSO
Tornar-me-ei em outra pessoa
Em tudo igual a quem já sou
Mas é por apego a isto que não tive,
E aversão que sei é de mim que sou, vou
Experimentar os mesmos frios
De todas as madrugadas passadas
E os meus sóis me solidificarão nas estradas
Por onde já passei disperso
No mesmo passo sem um amor.
E se acaso algo eu queira mudar
Só acertarei fazer-me, ser como agora
A epiderme indolente, e pelos meus olhos
Destilarei espirros e chamas de nuvens
Mirando o mais distante horizonte.
São vermelhos os meus indutores
E a minha saudade vinculada a ti
Foi chapiscada de um verde, engano
Uma cor que não olhei e não sei o nome.
Quando Deus dá, dá o começo
Como uma aranha que ata o ponto
Inicial de sua teia tenebrosa
Da forma dita, existe esse ponto
Pelo qual nos adolescemos, nós.
E seus começos, no nosso choro inicial
E aí já paramos a ver o lenço
E contar amarguras e dores, como foi.
Este não é o amor que penso
Talvez me agradem os audaciosos, sinceros
Coisas novas começadas comigo, em mim.
Saudade, eu não te quero, você me trouxe a agonia, por saber que não posso estar perto, é você quem me acorda de madrugada, mesmo sabendo que só vou sofrer.
Nem sempre quem vimos sorrindo é por que está feliz, mais porque é forte suficiente para não mostrar sua tristeza.
Somos Todos Inocentes, Pois Não Somos Nós Que Escolhemos a Cor da Pela, Dos Olhos, Altura, Por Quem Se Apaixonar, Etc. Ninguém É o Que É Porque Quer, Apenas Somos Assim...
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