Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
Quem convive no meios mas daqueles que são condenados a viver na fogueira da ignorância.
Vale a pena que ser quem divulgar ou ser que por feitos e realizações...
Mansões de ricos poderoso somente espíritos de mundo vazio...
Piscina vazia quem quiser ir água desperdício pode manter dez famílias.
Tudo que tem vai ser parte da poeira de tempo de futilidade.
Monarquia existe para que se vivemos numa democracia...
Disputa o poder com poder do povo...
Ainda desmerecendo o povo título de eleitor na mãos e o diploma de burro no bolso. Sera que ainda temos voto de cabresto
Aberração que seu mundo tudo é aceitável.
Homem e suas verbais
ouvi quem quer,
se fala para quem quer ouvir,
se cala para quem é simplicidade sábio.
Diante as fronteiras do conhecimento é o caos assim presente.
Teatro de Vampiros
Na voz de um corrupto, a mentira mais vil vira verdade.
Quem rouba dita a regra,
pois a cela do rico só fecha por falta de pensão.
Deus, pátria, família:
o refúgio onde o tolo se ajoelha
e o alienado entrega seu voto.
Dancemos todos para celebrar a loucura:
ele se proclama o rei do mundo.
Mas reis morrem.
Reis são depostos.
Sua linhagem é varrida,
e seus dogmas viram piada de mau gosto.
Os corpos empilhados por sua gestão
permanecem como a grande vergonha da história.
Ainda assim, à beira da cova, ele insiste no trono —
sem saber que até o inferno festejará o seu fim.
Por Celso Roberto Nadilo
se eu quero você, não se preocupe com quem me quer.
eu não deixarei pessoas entrar, a porta está fechada, e a chave só abre com a sua presença, sem você essa chave não existe; pode ser quem seja, nenhum desses que me quer, é você, só você me importa, só você me faz assim, desse jeito; apenas o ser que é você, me importa e pertence a mim.
quem te faz feliz e te faz rir nos seus piores momentos, merece toda a sua lealdade. quando mesmo sabendo que você está pra baixo, meio borococho, não quer conversar ou sair, mas da mesma maneira permanece ao seu lado sem te julgar, é a prova mais viva de simplicidade; onde se aplica aos detalhes simples da vida.
Posse do relativismo na narrativa do universo do ser alienado pelas escolhas.
Pois quem deu as escolhas?
O caminho existe e conta como existência social ou apenas uma programação relativa do problema politico.
Em toda amanhã o por do sol mostra quem somos diante da escuridão e quando dormimos sonhamos num mundo espiritual e astral.
Podemos ter várias existência na mesma existência.
O eu pode ser eu
E quem posso ser eu
O eu fanático pela vida...
Inspiração do meu eu pu apenas eu
Mesmo eu me calo no silêncio
Apenas seu sei que nada sei
Tudo aprendi nas asas da filosofia sou eu...
O eu absurdo abstrato caminha no sentido do eu...
Euforia seria apenas meu ser pairando pelo eu.
A poluição do meio ambiente é cruel desumano com meio ambiente.
Quem merece viver no lixo com lixo.
Mentalismo do lixo e realizações notáveis.
Homem come lixo...
O homem é poluição,
E poluição é homem.
Dentro da degradação a reciclagem...
Alguém gritou reciclagem homem...
Assim nasceu intelectual artificial e realizações maravilhosas o homem se dobrou a alienação intelectual pois a máquina comanda pelo homem...
O lixo se tornou dinheiro para o homem seu lixo.
Enquanto meio ambiente sofre o meio digital cresce...
Feudo tecnológico e Feudo humano reis suas ganância sua luxuria em conflitos sociais do homem.
A Ancestralidade do ensino: Como você construiu a sua árvore?
Quem te regou ? Quem você rega?
Toda árvore tem uma história. Nenhuma nasce forte por acaso. Antes de exibir uma copa exuberante, flores perfumadas e frutos generosos, ela precisou fincar raízes profundas. Assim também acontece conosco. Somos resultado das pessoas que nos ensinaram, dos lugares por onde passamos, dos afetos que recebemos e dos valores que escolhemos cultivar.
Quem ajudou na fixação das suas raízes?*
As raízes são invisíveis, mas sustentam toda a árvore. São elas que buscam a água e os sais minerais escondidos no solo, o alimento essencial para a vida. Na educação, as raízes representam nossa ancestralidade, nossos primeiros vínculos, a família, a fé, os valores, os exemplos e os ensinamentos que permanecem mesmo quando ninguém os vê.
Uma árvore com raízes frágeis dificilmente suporta as tempestades da vida.
E a sua? Foi plantada com firmeza?
Depois das raízes vem o *caule*, que cresce até se transformar em um tronco forte. O caule é o caminho. É ele quem conduz a água retirada das raízes até as folhas. Na vida, ele representa as experiências que conectam aquilo que aprendemos com aquilo que ensinamos.
Se o nosso caule educacional é fortalecido pelo conhecimento, pela ética e pela sensibilidade, ele consegue levar aos seus descendentes o melhor alimento: valores, princípios, esperança, humanidade e sabedoria.
O caule não guarda nada para si.
Ele distribui.
Assim também faz um educador.
Depois surgem os *galhos*.
À primeira vista, alguns parecem frágeis. São finos, delicados e, muitas vezes, crescem em lugares difíceis. Alguns quebram facilmente; outros resistem ao vento.
Assim somos nós.
Cada galho representa uma escolha, uma profissão, uma oportunidade, uma dificuldade superada, uma especialização, um novo caminho. Uns crescem mais rapidamente, outros precisam de mais tempo. Há galhos que florescem cedo; outros passam anos aparentemente secos até descobrirem seu verdadeiro propósito.
Nossas diferenças também moram nos galhos.
Cada um cresce em uma direção, mas todos pertencem à mesma árvore.
Então chegam as *folhas*.
Elas realizam um dos processos mais extraordinários da natureza: a fotossíntese. Recebem a luz do sol e a transformam em alimento para toda a árvore.
Na educação, as folhas simbolizam nossos propósitos.
São elas que transformam conhecimento em esperança, dificuldades em oportunidades, experiências em aprendizagem. A luz do sol representa nossos sonhos, nossos ideais, nossa energia, nossa fé, nossa clareza de propósito.
Quem vive sem propósito perde a capacidade de produzir alimento para sua própria existência.
Depois surgem as *flores*.
As flores anunciam novos tempos.
São elas que possibilitam o nascimento dos frutos.
Quais flores marcaram a sua trajetória educacional?
Quem apareceu em sua caminhada para impedir que os frutos fossem danificados antes mesmo de amadurecer?
Quem acreditou em você quando ainda era apenas um pequeno broto?
E, finalmente, chegam os *frutos*.
Os frutos carregam sementes.
São eles que perpetuam novas árvores.
Na educação, os frutos são os alunos, os filhos, os projetos, os livros, as pesquisas, os gestos de amor, as vidas transformadas.
Mas uma pergunta permanece:
*Você soube guardar bem os ensinamentos que recebeu para produzir novas árvores?*
Minha árvore começou a ser plantada na catequese.
Foi ali, em minha cidade natal, que Dona Jozina ajudou a firmar minhas primeiras raízes. Durante as aulas de catequese, ela plantou em mim a semente da fé, da esperança e do compromisso com o outro.
Em casa, minhas raízes continuaram sendo fortalecidas.
Meu pai foi um dos maiores jardineiros da minha vida. Desde cedo, ensinou-me o valor da resiliência. Lembro-me de sua á árvore, que enfrentava dias de seca, perdia o vigor, parecia sem vida... Mas bastava a chuva chegar para que ela ressurgisse completamente verde, renovada e cheia de força.
Foi com ela que aprendi que a vida também floresce depois da seca.
Na escola, encontrei muitos outros jardineiros.
Minha primeira professora, Gizeuda, ajudou a fortalecer minhas raízes com carinho e dedicação.
Meus colegas ensinaram o valor da convivência.
A cozinheira da escola mostrava, todos os dias, que alimentar também é um ato de amor. Sua merenda tinha o sabor do cuidado.
A diretora, Dona Bezinha, ensinou-me algo que nunca esqueci.
Todos os dias ela tocava o sino da escola.
Ninguém tocava aquele sino por ela.
Naquela época eu não compreendia totalmente seu significado. Hoje entendo.
Há funções que pertencem ao gestor. Há responsabilidades que não podem ser delegadas. O sino não representava autoritarismo. Representava autoridade construída pelo compromisso, pelo exemplo e pela responsabilidade de conduzir uma comunidade educativa.
Minhas raízes continuaram crescendo no Magistério.
Ali conheci grandes pensadores da educação: Piaget, Vygotsky, Wallon...
Mas foi Paulo Freire quem fortaleceu definitivamente minhas convicções pedagógicas. Com ele aprendi que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para sua construção. Aprendi que ninguém educa ninguém sozinho; educamo-nos em comunhão, mediados pelo mundo.
Vieram então a universidade, as especializações, os cursos, os mestres, os pesquisadores e tantos outros jardineiros que ajudaram a formar novos galhos em minha árvore.
Hoje, meus frutos florescem nas escolas por onde passo.
Eles estão em cada professora que reencontra o sentido da profissão.
Em cada estudante que acredita em seu potencial.
Em cada criança que descobre que aprender pode ser prazeroso.
Em cada oficina, palestra, formação, livro, atendimento psicopedagógico e abraço compartilhado.
São minhas meninas e meus meninos.
São professores que continuam semeando aquilo que um dia receberam.
É assim que a educação perpetua sua ancestralidade.
Por isso, nunca se esqueça de onde você veio.
Nunca abandone suas raízes.
Nunca negocie sua essência.
Eu comparo minha árvore a um *umbuzeiro*, árvore símbolo do Sertão.
Ela enfrenta o solo seco, o calor intenso, a escassez da chuva e as adversidades da vida. Mas guarda, em silêncio, reservas para resistir. Espera o tempo certo. E quando a chuva chega, sua copa se cobre de folhas verdes, flores delicadas e frutos doces, capazes de alimentar gerações.
Assim desejo ser.
Uma árvore que resiste sem endurecer.
Que ensina sem impor.
Que acolhe sem julgar.
Que floresce mesmo depois da seca.
Que transforma o pouco em abundância.
E que deixa sementes para que outras árvores continuem fazendo da educação um lugar onde vidas possam criar raízes, crescer com dignidade e oferecer frutos de esperança ao mundo.
Quem achou que me tinha..
Nunca me teve...
Sou como o vento ... vc me sentiu ..
Mas não me tocou profundamente..
Eu passei, apenas passei pela tua vida..
Mas não fiquei ...
Cuida de mim...
faz assim...
vem me ver...
vem hoje.. vem amanhã..
faz virar rotina..
quem sabe vc goste..
eu também goste de vc..
quem sabe o universo conspire..
quem sabe deus abençoe..
Em um mundo tao desunido..
quem encontra seu par perfeito..
pode se considerar ganhador da mega sena...
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